O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Na Europa, os mercados voltaram a fechar em queda em sua maioria, também preocupados com a escalada da guerra entre Rússia e Ucrânia; veja detalhes
O S&P 500 cedeu à pressão dos temores de uma desaceleração econômica global e, junto com Dow Jones e Nasdaq, fecharam a terça-feira (26) em queda.
Os testes em massa em Pequim após um aumento nos casos de covid-19 alimentaram preocupações de que a capital da China possa enfrentar um bloqueio no estilo de Xangai.
Isso fez com que os investidores despejassem ações no mercado, especialmente de tecnologia. O Nasdaq foi o que mais sofreu com o movimento.
Os papéis das fabricantes de chips também contribuíram para a fraqueza no setor de tecnologia geral, com AMD e Nvidia caindo mais de 4%.
Os investidores avaliaram a perspectiva de interrupções na cadeia de suprimentos com o aumento dos casos de covid-19 na China.
Confira com os três principais índices da bolsa de Nova York fecharam o dia:
Leia Também
O S&P 500 e os demais índices de Wall Street não sentiram apenas o peso do aumento dos casos de covid-19 na China. O conflito no leste europeu voltou ao radar dos investidores com novos contornos.
Prova disso é que os juros projetados pelos títulos do Tesouro dos EUA continuaram a precificar a perspectiva de risco de desaceleração do crescimento global em um momento em que a guerra entre Rússia e Ucrânia, que continua a se intensificar.
O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, disse que se os EUA e seus aliados continuarem a fornecer armas à Ucrânia, existe o risco de a guerra se transformar em um conflito mais amplo com as nações da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).
Assim como o S&P 500, a maioria das bolsas europeias fecharam em baixa nesta terça-feira, com a confiança dos investidores ainda abalada pelas taxas de juros, inflação, desaceleração do crescimento e a guerra na Ucrânia.
O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em queda de 0,8% depois de estar em alta durante grande parte da sessão. Bancos, tecnologia e automóveis foram os retardatários em toda a região.
Na segunda-feira (25), as bolsas europeias fecharam em forte queda, com as preocupações com o ressurgimento de casos de covid-19 na China ofuscando a reeleição do presidente francês, Emmanuel Macron.
A operação abrange todos os portos do país no Golfo Arábico e no Golfo de Omã, e será aplicada a embarcações de qualquer nacionalidade
A casa avalia que aproximadamente 98% da carteira está atrelada a CRIs indexados ao IPCA, o que gera proteção contra a inflação
Ibovespa supera os 197 mil pontos e atinge novo recorde; apesar disso, nem todas as ações surfaram nessa onda
A companhia foi a maior alta do Ibovespa na semana, com salto de quase 25%. A disparada vem na esteira da renovação no alto escalão da companhia e o Citi destaca pontos positivos e negativos da dança das cadeiras
Com mínima de R$ 5,0055 nesta sexta-feira (10), a moeda norte-americana acumula perdas de 2,88% na semana e de 3,23% em abril, após ter avançado 0,87% em março, no auge da aversão ao risco no exterior em razão do conflito no Oriente Médio
Entrada de capital estrangeiro, volumes em alta e ganhos tributários levam instituição financeira a projetar lucros até 19% acima do consenso e margens robustas para a operadora da bolsa
Itaú BBA e Bank Of America dizem até onde o índice pode ir e quem brilhou em uma semana marcada por recordes sucessivos
Com dólar ao redor de R$ 5,06 e queda próxima de 8% no mês, combinação de fluxo estrangeiro, juros elevados e cenário externo sustenta valorização do real. Especialistas acreditam que há espaço para mais desvalorização
Escalada das tensões no Oriente Médio, com foco em Israel e Líbano, ainda mantém os preços do barril em níveis elevados, e coloca estatal entre as mais negociadas do dia na bolsa brasileira
O fundo imobiliário destacou que a movimentação faz parte da estratégia ativa de gestão, com foco na geração de valor para os cotistas
A construtora divulgou números acima das expectativas do mercado e ações disparam mais de 12%, mas Alea segue sendo o grande incômodo de investidores
Trump pausou a guerra contra o Irã, mas o setor de defesa está longe de esfriar; BTG Pactual projeta um novo superciclo global de investimentos e recomenda ETF para capturar ganhos. Entenda por que a tese de rearmamento segue forte.
Após críticas da Squadra sobre a operação da empresa no Sul e Sudeste, a empresa estaria buscando vender ativos em uma das regiões, segundo reportagem do Pipeline
Três operações de peso envolvendo os FIIs Bresco Logística (BRCO11), Capitânia Logística (CPLG11) e REC Recebíveis (RECR11) são destaques hoje; confira a seguir
O principal índice de ações da B3 encerrou o dia em alta de 2,01%, a 192.201,16 pontos. O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1029, com queda de 1,01%, enquanto os futuros do petróleo tiveram as maiores quedas percentuais desde a pandemia
Em evento do Bradesco BBI, especialistas afirmaram esperar a retomada do apetite dos estrangeiros e a continuidade da queda dos juros para destravar mais valor da Bolsa
O fundo imobiliário GGRC11 poderá emitir um lote extra de até 50%, o que pode elevar o volume total da oferta
Santander espera que a Hypera tenha um 1º trimestre mais fraco em 2026, mas ainda assim recomenda a compra da ação; o que está em jogo?
Aos poucos, a empresa está amadurecendo seus procedimentos internos e pode se tornar uma candidata a novos patamares nos EUA, como entrar em certos índices de ações
O FII do mês da série do Seu Dinheiro é avaliado como um dos maiores e mais diversificados fundos imobiliários do mercado brasileiro