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A moeda norte-americana teve o pior desempenho semanal em quase dois meses, quando levou um tombo de mais de 5%
A pandemia de covid-19 não é mais um empecilho para as viagens para a Disney — pelo menos até agora. Mas o dólar, que andou acima de R$ 5,00, colocou um ponto de interrogação nos planos de muita gente que pretende visitar o Mickey.
Uma forcinha vinda da China nesta semana, no entanto, pode ajudar na retomada daquela planilha de gastos no exterior.
Na semana, o dólar teve uma desvalorização de 3,63% — o pior desempenho para o período desde o tombo de mais de 5% visto na semana de 25 de março.
Na ocasião, o recuo foi provocado por declarações do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, reforçando a previsão do fim do ciclo de alta da taxa de juros, a Selic, em maio.
No ano, a moeda norte-americana acumula queda de 12,59%. Mas no mês, a alta é de 5,49%.
O dólar começou a semana com um recuo de 0,12% na última segunda-feira (16), dessa vez impactado pelas falas do diretor de Política Monetária do Banco Central, Bruno Serra.
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Ele não descartou novas altas de juros após a reunião de junho, incentivando apostas em um fim de ciclo mais elevado para a Selic, o que atrairia investimentos para o Brasil.
Em 4 de maio, última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), a taxa de juros subiu pela décima vez consecutiva, a 12,75%.
Na terça-feira (17), os dados econômicos mais fracos da China foram os principais responsáveis pela baixa de 2,15% do dólar — a maior queda percentual diária desde 24 de julho de 2021.
No dia seguinte, a moeda norte-americana iniciou os negócios no menor patamar intradiário desde 4 de maio, a R$ 4,920. Mas acabou ganhando fôlego e acelerou a R$ 5,001, uma valorização de 1,18%.
Já na quinta-feira (19), o dólar voltou a recuar, acompanhando um movimento internacional.
Após chegar a R$ 4,88 na mínima do dia, a moeda norte-americana à vista encerrou em queda de 1,24%, a R$ 4,919 — o menor patamar para um fechamento desde o dia 4 deste mês.
Na sexta-feira (21), o dólar voltou a terminar o dia em queda, de 0,87%, cotado a R$ 4,871, embalado pelo corte na taxa de juros de referência para hipotecas maior que o previsto na China — um esforço para estimular a economia do país.
Além da batalha que o banco central brasileiro vem travando para colocar a inflação nos eixos via aumento da Selic, outro elemento é central para o comportamento do dólar neste momento: a China.
Os investidores iniciaram a semana pessimistas sobre a maior economia do mundo depois que dados fracos da economia chinesa reforçaram temores de uma recessão econômica global.
A atividade varejista e industrial da China caiu bruscamente em abril — muito por conta das medidas severas de bloqueio contra a covid-19, que confinaram trabalhadores e consumidores em casa e afetou as cadeias de abastecimento.
Se os investidores começaram a semana com a testa franzida para a China, eles encerraram a sexta-feira (20) mais aliviados. O gigante asiático cortou a taxa de referência para hipotecas por uma margem inesperadamente ampla.
Em uma fixação mensal, a China reduziu a taxa primária de empréstimo (LPR) de cinco anos em 15 pontos base, para 4,45% — a maior redução desde que a país renovou o mecanismo de taxas de juros em 2019 e mais do que os cinco ou 10 pontos apontados pela maioria em uma pesquisa da Reuters.
Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil
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