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Uma das pessoas mais impactadas pela sangria do universo cripto foi Changpeng Zhao, fundador e CEO da Binance. Até pouco tempo, CZ ocupava o 1º lugar no ranking dos mais ricos em cripto
Para acompanhar o mercado de criptomoedas confortavelmente, é bom estourar a pipoca e se preparar para enfrentar algumas cenas de terror ao longo dos dias. Desta vez, o massacre do bitcoin (BTC) e ethereum (ETH) durou o fim de semana inteiro — e o vilão perseguiu também os grandes bilionários de moedas virtuais.
As criptomoedas transformaram Changpeng Zhao, Sam Bankman-Fried, Brian Armstrong e outros entusiastas de ativos digitais em algumas das pessoas mais ricas do mundo.
Porém, o declínio das moedas digitais cortou as fortunas desses bilionários com uma serra elétrica — e seus patrimônios estão desaparecendo em um ritmo avassalador.
Uma das pessoas mais impactadas pela sangria do universo cripto foi Changpeng Zhao, fundador e CEO da Binance, a maior exchange de ativos digitais do mundo. Até pouco tempo atrás, CZ ocupava o primeiro lugar no ranking de bilionários de criptomoedas.
Segundo a revista Forbes, em 11 de maio deste ano, Zhao possuía um patrimônio líquido estimado em US$ 65 bilhões, o que o tornava a 19ª pessoa mais rica do mundo. Isso foi antes da derrocada das criptomoedas e do bitcoin — e antes do empresário perder bilhões e bilhões de sua fortuna.
De acordo com o índice em tempo real da Forbes, atualmente, CZ é apenas o 92º homem mais rico do mundo, com um patrimônio de US$ 17,4 bilhões.
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No setor de moedas digitais, CZ, o fundador da Binance, perdeu a liderança para Sam Bankman-Fried, CEO da exchange FTX, cuja fortuna é estimada em US$ 19,8 bilhões.
Com patrimônio de US$ 19,8 bilhões, Sam Bankman-Fried é uma das pessoas mais ricas em ativos digitais por conta da exchange FTX e da empresa de trading Alameda Research.
Apesar da riqueza de Bankman-Fried, é importante destacar que mesmo o CEO da FTX teve sua fortuna dilacerada desde março de 2022, quando somava US$ 24 bilhões.
Se compararmos com o índice de bilionários da Bloomberg, que segue metodologias diferentes e é atualizado em menor frequência, Sam ocupa o 2º lugar no ranking atualmente, aos US$ 8,72 bilhões, enquanto Zhao lidera a lista com US$ 17,7 bilhões.
Outro nome relevante que viu seu patrimônio se dissolver com a queda do mercado foi Brian Armstrong, CEO da Coinbase, a maior exchange de criptomoedas dos Estados Unidos.
Em meados de março, Armstrong possuía uma fortuna de US$ 6,6 bilhões. Hoje, o valor é estimado em apenas US$ 2,1 bilhões.
É importante destacar que a própria Coinbase não está confortável em meio ao cenário caótico do mercado cripto. A exchange anunciou que demitirá 18% de sua força de trabalho devido à possibilidade de uma recessão, que pode resultar em um “inverno cripto”.
O cofundador e diretor de tecnologia da exchange de criptomoedas FTX, Gary Wang, também foi afetado pelo pânico no mercado cripto, ainda que de forma mais singela.
Em março, Wang acumulava um patrimônio líquido de US$ 5,9 bilhões. Atualmente, sua fortuna recuou para US$ 5,7 bilhões.
O empresário Chris Larsen, cofundador e presidente executivo da empresa de blockchain Ripple, viu sua fortuna levar diversos golpes durante a crise do mercado de criptomoedas e do bitcoin.
Depois de registrar uma fortuna de US$ 4,3 bilhões em março deste ano, Larsen hoje acumula um patrimônio de US$ 3 bilhões.
O CEO da MicroStrategy, Michael Saylor, já perdeu um bom dinheiro com a queda do mercado de criptomoedas, especialmente do bitcoin.
A contração acentuada do BTC nos últimos dias atinge em cheio o bilionário, uma vez que a MicroStrategy possui a maior carteira de criptomoedas do mundo. Atualmente, a aposta da companhia no bitcoin chega a cerca de US$ 3,9 bilhões.
Com a deterioração do cenário cripto, Saylor e a empresa registraram perdas na casa de US$ 1 bilhão.
Apesar de já ter anunciado que pode colocar na prática a Regra da Morte, um mecanismo para salvar a MicroStrategy da sangria do BTC, o CEO reforçou no Twitter que “no bitcoin, a gente confia”.
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