O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ainda que de capa encardida e sem os músculos de antigamente, P(A) continua com os dois pés fincados no chão e os dois punhos prontos para a briga
Às vésperas das eleições, boa parte do mercado faria limer confundiu análise com torcida, e confundiu posicionamento financeiro com posicionamento político.
De repente, dias antes do 2º turno, a vitória de Lula virou efeito possibilidade e a vitória de Bolsonaro foi galgada a efeito certeza.
Do ponto de vista da estatística bayesiana, essa era uma posição arriscada.
Lula sempre fora o favorito, desde o início das pesquisas. Logo, apostar contra a sua eleição significava desafiar o pilar principal das probabilidades condicionais segundo o Teorema de Bayes: P(A).

Na famosa equação, P(A) denota aquilo que os estatísticos chamam de "probabilidade a priori", firmada antes que novas evidências sejam levadas em conta.
As novas evidências carregam um potencial narrativo admirável, mas a verdade é que precisam vencer uma inércia gigantesca para serem capazes de sobrepujar a probabilidade a priori.
Leia Também
Ou, em termos mais populares, um fio de cabelo no paletó não basta para acabar com casamentos de décadas.
O mais irônico é que, sentindo-se traído pela realidade, o gestor bolsonarista que apostou na alta da Bolsa com o atual presidente e que não teve tempo de vender na abertura do dia 31 de outubro acabou ganhando dinheiro com a simpatia dos gringos por Lula.
Será que ele fez questão de devolver esse "dinheiro sujo", graças a suas convicções ideológicas? Imagino que não.
Contudo, a despeito de tudo o que aconteceu, a torcida continua; ela só mudou de lado.
Em vez de torcer a favor, o investidor faria limer, que ovacionou Paulo Guedes no evento da XP, agora torce contra.
Ele delira a cada mensagem de Whatsapp confirmando Marcio Pochmann como o novo ministro da Fazenda.
E tem orgasmos com a provável nomeação de Guilherme Boulos como o próximo presidente do BNDES.
De minha parte, não nutro grandes razões para me entusiasmar com o Governo Lula. Meus heróis morreram de overdose muito tempo atrás.
A única figura heróica que me restou se chama P(A).
Ainda que de capa encardida e sem os músculos de antigamente, P(A) continua com os dois pés fincados no chão e os dois punhos prontos para a briga.
Tendo eu mesmo tentado algumas vezes, posso garantir que é difícil derrubá-lo.
O Brasil pode voltar a aumentar os juros ou viver um ciclo de cortes menor do que o esperado? Veja o que pode acontecer com a taxa Selic daqui para a frente
Quedas recentes nas ações de construtoras abriram oportunidades de entrada nas ações; veja quais são as escolhas nesse mercado
Uma mudança de vida com R$ 1.500 na conta, os R$ 1.500 que não compram uma barra de chocolate e os destaques da semana no Seu Dinheiro Lifestyle
A Equatorial decepcionou quem estava comprado na ação para receber dividendos. No entanto, segundo Ruy Hungria, a força da companhia é outra; confira
Diferente de boa parte das companhias do setor, que se aproveitam dos resultados estáveis para distribui-los aos acionistas, a Equatorial sempre teve outra vocação: reter lucros para financiar aquisições e continuar crescendo a taxas elevadíssimas
Os brechós, com vendas de peças usadas, permitem criar um look mais exclusivo. Um desses negócios é o Peça Rara, que tem 130 unidades no Brasil; confira a história da empreendedora
Entre ruídos políticos e desaceleração econômica, um indicador pode redefinir o rumo dos juros no Brasil
Mesmo o corte mais recente da Selic não será uma tábua de salvação firme o suficiente para manter as empresas à tona, e o número de pedidos de recuperação judicial e extrajudicial pode bater recordes neste ano
Confira qual a indicação do colunista Matheus Spiess para se proteger do novo ciclo de alta das commodities
O conflito acaba valorizando empresas de óleo e gás por dois motivos: a alta da commodity e a reprecificação das próprias empresas, seja por melhora operacional, seja por revisão de valuation. Veja como acessar essa tese de maneira simples
O Grupo Pão de Açúcar pode ter até R$ 17 bilhões em contas a pagar com processos judiciais e até imposto de renda, e valor não faz parte da recuperação extrajudicial da varejista
Veja qual foi a empresa que venceu o Leilão de Reserva de Capacidade e por que vale a pena colocar a ação na carteira
Mesmo após salto expressivo dos papéis, a tese continua promissora no longo prazo — e motivos para isso não faltam
Entenda por que é essencial separar as contas da pessoa física e da jurídica para evitar problemas com a Receita
Em geral, os melhores hedges são montados com baixa vol, e só mostram sua real vitalidade depois que o despertador toca em volume máximo
Saiba o que afeta a decisão sobre a Selic, segundo um gestor, e por que ele acredita que não faz sentido manter a taxa em 15% ao ano
O conflito no Oriente Médio adiciona mais uma incerteza na condução da política monetária; entenda o que mais afeta os juros e o seu bolso
O foco dos investidores continua concentrado nas pressões inflacionárias e no cenário internacional, em especial no comportamento do petróleo, que segue como um dos principais vetores de risco para a inflação e, por consequência, para a condução da política monetária no Brasil
Entenda qual é a estratégia da britânica Revolut para tentar conquistar a estatueta de melhor banco digital no Brasil ao oferecer benefícios aos brasileiros
Crescimento das despesas acima da renda, ascensão da IA e uberização da vida podem acabar com a classe média e dividir o mundo apenas entre poucos bilionários e muitos pobres?