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A última semana de julho tem tudo para ser a mais importante do mês – e provavelmente do trimestre. Saiba como se preparar
Existem aqueles momentos da vida em que sabemos estar diante de algo grandioso. Podemos não saber qual será o resultado e conseguimos apenas especular sobre quais são as potenciais consequências, mas temos certeza que vai ser importante.
E a semana que começa hoje vem nesse clima. A última semana de julho tem tudo para ser a mais importante do mês - e provavelmente do trimestre - para os mercados financeiros de todo o mundo.
Enquanto a temporada de balanços começa a engrenar na B3 e a campanha eleitoral não começa oficialmente, a safra de resultados corporativos pega fogo.
Serão divulgados esta semana os números trimestrais de algumas das maiores empresas do mundo na atualidade. As big techs Apple, Microsoft, Alphabet (dona do Google) e Meta (controladora do Facebook) estão entre elas.
A agenda de indicadores também não deixa a desejar. O resultado do PIB dos Estados Unidos no segundo trimestre que o diga.
E mesmo com tudo isso, todos os olhos do mercado estão voltados para a sede do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano).
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Depois de ter dormido no ponto, acreditando que a alta da inflação fosse transitória, o Fed iniciou nos últimos meses um agressivo ciclo de aperto monetário.
Consequentemente, os temores de que a alta de juros em algum momento transforme a desaceleração econômica em recessão têm pesado sobre os mercados financeiros desde então.
O que tem salvado a lavoura nas bolsas é justamente a safra de balanços. A dúvida dos analistas de mercado é até quando esse movimento será capaz de se sustentar.
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ELEIÇÕES 2022
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CAIXA TRANSBORDANDO
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PASSANDO O VOLANTE
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FGTS vai distribuir R$ 13,2 bilhões em lucro entre trabalhadores. Pelo índice estabelecido pelo conselho, funcionário receberá participação no lucro de R$ 27,49 para cada mil reais em saldo. Agora é só fazer as contas.
TOP TEN
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