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A estatal fez o favor de encher o tanque do mercado e levar o principal índice da bolsa brasileira aos 102.596 pontos, em alta de 1,14%
Os números que chegam dos Estados Unidos mostram que a economia americana está funcionando com meio tanque e que se o Federal Reserve pesar o pé no acelerador, a falta de combustível pode levar o país a uma recessão verdadeira.
Apesar de ser um cenário longe do ideal, os investidores acreditam que a luz acesa no painel de controle seja o suficiente para evitar que a elevação da taxa de juros drene ainda mais a atividade econômica.
O fôlego extra visto nas bolsas de Nova York, no entanto, custou a empolgar o Ibovespa. Por aqui, os investidores precisaram de algo a mais para subir a ladeira — ainda que o cenário de recessão técnica nos EUA tenha contribuído para o dólar à vista recuar 1,67%, a R$ 5,1633.
O dia poderia ter seguido desta forma até o desfecho, mas a Petrobras (PETR4) fez o favor de encher o tanque do mercado e levar o principal índice da bolsa brasileira aos 102.596 pontos, em alta de 1,14%.
E não estamos falando da nova queda no preço da gasolina anunciada pela estatal na parte da manhã, mas sim da bolada gorda de dividendos que a Petrobras irá pagar aos seus acionistas.
Ao todo, serão distribuídos pela Petrobras R$ 87 bilhões — cerca de R$ 6,73 por ação, um recorde trimestral. O movimento da petroleira coincide com a pressão do governo federal para engordar os cofres públicos.
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BALANÇO
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COPO CHEIO
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