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O Ibovespa parecia ter tudo para fechar a semana no azul, mas um mercado de trabalho aquecido nos Estados Unidos acabou atrapalhando
Fora o tropeço na segunda-feira (30), o Ibovespa caminhava para encerrar a semana no azul, com uma sequência de quatro altas consecutivas. Mas, eis que, nesta sexta-feira (3), caiu água no chopp do principal índice acionário brasileiro.
E a responsável por estragar o happy hour da B3 foi uma notícia que é positiva para a população norte-americana, mas péssima para as bolsas: a forte criação de empregos em maio.
Um mercado de trabalho aquecido — foram criadas 390 mil vagas no mês, número superior às projeções — é um incentivo para que o Federal Reserve (Fed) mantenha o pé no acelerador do aperto monetário.
Para completar o cenário em Wall Street, a presidente do Fed de Cleveland, Loretta Mester, disse que apoia aumentos agressivos de juros, pois não viu evidências suficientes de que a inflação atingiu o pico.
Com os temores renovados, os índices de Nova York fecharam o dia com quedas bruscas de 1% a 2,5%, pesando no mercado brasileiro.
Por aqui, um velho conhecido também deu as caras: o risco fiscal. A renovação das preocupações nessa área ocorreu após o governo admitir que não descarta apelar para novo estado de calamidade pública.
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A sinalização assusta porque, às vésperas da corrida eleitoral, abriria espaço para gastos com medidas eleitoreiras, como o subsídio para amenizar a alta nos combustíveis e auxílios para caminhoneiros — uma das bases do presidente Jair Bolsonaro na eleição de 2018.
O resultado dos ruídos internos e externos foi a queda de 1,15% do Ibovespa, que apagou os ganhos dos últimos três dias e encerrou a semana em baixa de 0,75%.
Já o dólar experimentou grande volatilidade hoje. A moeda norte-americana passeou pelos campos positivo e negativo ao longo do dia, mas fechou a sexta-feira em queda de 0,20%, a R$ 4,7787. Na semana, o resultado foi um avanço de 0,85%.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta sexta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
CRISE DE GOVERNANÇA
Caso Natura (NTCO3): após fiasco do ‘vazamento’ de resultados, diretora de relação com investidores renuncia ao cargo. Em 20 de abril, o Seu Dinheiro mostrou que a empresa teve reuniões com o sell side para ‘alinhar as expectativas’ para o balanço.
DISPUTA DIGITAL
Abre o olho, Nubank (NUBR33)! Inter (BIDI11) chega aos 20 milhões de clientes, mas tem um desafio pela frente. Apesar do avanço, o número de clientes ativos do BIDI11 cresce em um ritmo menor que a base total, o que representa um problema para o banco digital na disputa com o NUBR33.
QUE FOGUETE!
Cardano (ADA) dispara mais de 20% após criar ‘ponte’ com ethereum (ETH); bitcoin (BTC) tem alta moderada em meio à recuperação do mercado de criptomoedas. O dia é de recuperação para os ativos digitais, que buscam se distanciar do mercado tradicional e caminhar com as próprias pernas.
A GREVE ATRAPALHOU
Os testes do Real Digital foram adiados: confira qual a previsão para o lançamento da “criptomoeda” do BC. A moeda digital iniciaria a fase de ensaios ainda esse ano, mas a greve dos servidores atrapalhou os planos.
MONEY TIMES
Confira 5 fundos imobiliários de escritório que podem subir até 18%, segundo o Safra. De acordo com o banco, os FIIs de lajes corporativas vão se beneficiar do crescimento das empresas e da falta de oferta de novas áreas para os próximos anos.
Com a chegada da gestora Patria no segmento de shopping centers, o fundo Patria Malls (PMLL11) ganhou nova roupagem e tem um bom dividend yield. Entenda por que esse FII é o mais recomendado do mês de maio
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