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Passado o grande evento da semana — a divulgação de ontem (17) da ata da última reunião do Federal Reserve — os investidores tiveram pouco com o que trabalhar nesta quinta-feira (18), levando as bolsas globais a mais um dia de muita volatilidade.
A cautela inicial em Nova York e a subida dos juros futuros ameaçaram, mas o Ibovespa chegou ao fim do dia com o dever de casa bem feito e registrou mais uma alta neste que tem sido um bom mês para a bolsa brasileira.
Foi por um triz, mas o principal índice da B3 subiu 0,09%, aos 113.813 pontos. O avanço de mais de 3% do barril de petróleo no mercado internacional foi uma ajuda essencial para o resultado. O dólar à vista fechou longe das máximas, mas teve alta de 0,08%, a R$ 5,1720.
Em Wall Street, o apetite por risco também foi bem limitado, principalmente após dirigentes do Federal Reserve mostrarem posicionamentos diversos sobre qual deve ser o futuro da política monetária do país.
O Dow Jones subiu apenas 0,06%, enquanto o S&P 500 e o Nasdaq tiveram ganhos na casa dos 0,20%.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta quinta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
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7ª RODADA DE CONCESSÕES
Em leilão sem concorrência, espanhola Aena arremata bloco com aeroporto de Congonhas por R$ 2,45 bilhões. O ágio da proposta foi de 231,02% sobre o lance mínimo de R$ 740,1 milhões; pacote inclui outros 10 aeroportos.
MIRANDO O EXTERIOR
Superintendência do Cade aprova aposta internacional do Itaú (ITUB4); confira os detalhes da transação. A operação, realizada em julho, corresponde à compra de 35% da Avenue, corretora digital com foco no mercado dos EUA, por R$ 493 milhões.
TRIO DE PESO
3R (RRRP3), PetroRecôncavo (RECV3) e Prio (PRIO3) voltam a brilhar e potencial de valorização pode ultrapassar 200%. Itaú BBA retomou a cobertura das três petroleiras brasileiras com recomendação de compra; saiba o que cada uma delas tem de mais atrativo.
FRIGORÍFICOS
JBS (JBSS3) é a ação de alimentos favorita do BofA, mas banco vê menor potencial de alta para o papel; ainda vale a pena comprar? Analistas revisaram para baixo o preço-alvo do papel, para R$ 55, devido à expectativa de queda nas margens da carne bovina dos EUA, correspondente a 40% das vendas da empresa.
PAPELEIRA ESTÁ BARATA?
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