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Que sexta-feira costuma ser o dia da semana favorito de muita gente não é novidade, mas você já reparou na tendência que temos de tentar fazer dele o mais leve de todos para não atrapalhar o descanso do fim de semana?
Seja no escritório ou no mercado financeiro, o último dia útil é o momento extra-oficial de se pegar mais leve — mesmo que a volatilidade também faça parte da rotina.
Em Wall Street e na B3, os investidores aproveitaram o início do novo semestre para recuperar um pouco de terreno após as fortes perdas das últimas semanas.
No exterior, o movimento foi sustentado por uma série de dados mistos da economia americana, aumentando a percepção de que a atividade já mostra sinais de enfraquecimento — o que pode travar a atuação do Federal Reserve.
Além disso, o dia da independência dos EUA deixará os negócios paralisados na próxima segunda-feira (04) em Nova York.
Com o mercado de juros em ajuste de baixa, as bolsas subiram e o Ibovespa encerrou em alta de 0,42%, a 98.953 pontos. Na semana, o ganho foi de 0,29%.
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Hoje, no entanto, o que serviu para a bolsa não se aplicou ao câmbio. E não foi por acaso.
A aprovação da PEC dos combustíveis — também conhecida como pacote de bondades, do desespero, PEC dos benefícios ou Kamikaze — pressiona as contas públicas e traz incertezas sobre o que mais pode acontecer até o fim do período eleitoral.
Assim, mesmo com a recuperação na bolsa, o dólar à vista refletiu o desconforto do mercado e disparou, fechando em alta de 1,65%, a R$ 5,3212. Na semana, o avanço foi de 1,30%.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta sexta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
SEMANA EM CRIPTO
Bitcoin (BTC): o pior investimento do semestre tenta sobreviver aos dados de emprego nos EUA; confira o que vem por aí. Entre os destaques da semana estão a liquidação de ativos da Three Arrows Capital e pechinchas no mercado.
ADMIRÁVEL CHIP NOVO
Pane no sistema? UBS corta preço-alvo de PagSeguro (PAGS) e Stone (STNE) — saiba se vale a pena comprar os papéis. Mesmo com a redução, o potencial de valorização das ações das empresas do setor de maquininhas é de pelo menos 16%; no entanto, ambas sofrem com o aperto de margens e um ambiente de negócios mais difícil.
MONEY TIMES
Suzano (SUZB3) é a novidade da carteira da Warren para julho; saiba por que apostar na ação. A gestora e corretora reduziu a exposição aos papéis da São Martinho (SMTO3) e da Klabin (KLBN11) após atualização mensal.
VENDA DE DÍVIDA
Turbinando o caixa: MRV (MRVE3) levanta R$ 350 milhões com venda de CRIs. O negócio foi feito em duas operações de securitização; empresa também concluiu venda de empreendimentos no exterior.
DERRUBOU OUTRA
Mais uma na estatística: Zenklub, startup de saúde mental, não escapou da onda de demissões. Ao menos 40 funcionários foram desligados da companhia nesta semana; a empresa ainda não se pronunciou sobre os cortes.
Entenda como a startup Food to Save quer combater o desperdício de alimentos uma sacolinha por vez, quais os últimos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e o que mais afeta seu bolso hoje
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O ambiente de incerteza já pressiona diversos ativos globais, contribui para a elevação dos rendimentos de títulos soberanos e amplia os riscos macroeconômicos
Depois de quase cinco anos de seca de IPOs, 2026 pode ver esse cenário mudar, e algumas empresas já entraram com pedidos de abertura de capital
Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo
São três meses exatos desde que Lando Norris confirmou-se campeão e garantiu à McLaren sua primeira temporada em 17 anos. Agora, a Fórmula 1 está de volta, com novas regras, mudanças no calendário e novidades no grid. Em 2026, a F1 terá carros menores e mais leves, novos modos de ultrapassagem e de impulso, além de novas formas de recarregar as […]
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Para dividendos, preferimos a Petrobras que, com o empurrãozinho do petróleo, caminha para um dividend yield acima de 10%; já a Prio se enquadra mais em uma tese de crescimento (growth)
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Mais do que tentar antecipar desfechos políticos específicos, o foco deve permanecer na gestão de risco e na diversificação, preservando uma parcela estratégica de proteção no portfólio
Em situações de conflito, fazer as malas para buscar um cenário mais tranquilo aparece como um anseio para muitas pessoas. O dinheiro estrangeiro, que inundou a B3 e levou o Ibovespa a patamares inéditos desde o começo do ano, tem data para carimbar o passaporte e ir embora do Brasil — e isso pode acontecer […]
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