O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O que esperar da moeda norte-americana em relação ao nosso real? Será que o melhor a fazer em meio a tanta incerteza é investir em bitcoin e criptomoedas?
Está na hora de comprar dólar? O que esperar da moeda norte-americana em relação ao nosso real em ano de eleições presidenciais no Brasil, inflação galopante e perspectiva de alta de juros nos Estados Unidos? Será que o melhor a fazer em meio a tanta incerteza é investir em bitcoin e criptomoedas?
A "eleição cambial" foi o tema da edição desta semana do podcast Touros e Ursos do Seu Dinheiro. A Julia Wiltgen, o Victor Aguiar e eu comentamos sobre as perspectivas para as moedas ao longo deste ano.
É verdade que o comportamento do câmbio é praticamente impossível de se prever. Não é por acaso que Edmar Bacha, um dos criadores do Plano Real, cunhou a famosa frase de que a taxa de câmbio foi criada por Deus apenas para humilhar os economistas.
Mas seja qual for a trajetória da moeda norte-americana, a resposta para a pergunta se está na hora de comprar dólar é sim. Sempre vale a pena manter uma parcela da sua carteira em moeda forte. Não como forma de especulação, mas para proteger o portfólio.
Ouça a íntegra da edição desta semana do podcast Touros e Ursos:
Se prever o comportamento do dólar em relação ao real já é difícil, o que dizer então do bitcoin? A principal criptomoeda do mercado foi o melhor investimento de 2021, com uma alta de mais de 70% em reais e foi a única a superar a inflação.
Leia Também
Mas quem esperava por um rali que levaria o bitcoin ao patamar inédito de US$ 100 mil ou mais pode ter se frustrado. Aliás, quem decidiu entrar na onda das criptomoedas quando o BTC atingiu a máxima histórica de quase US$ 69 mil está no vermelho.
A criptomoeda acabou não resistindo e cedeu para o patamar de US$ 40 mil, onde se encontra neste início de ano. Mas já voltamos a falar de bitcoin.
Quando colocamos em campo os times do dólar e do real, é difícil não imaginar uma goleada ao estilo 7 x 1. Isso porque a economia norte-americana deve novamente crescer mais que a brasileira e a provável alta de juros por lá tende a fortalecer mais a moeda.
Isso sem falar na tensão pré-eleitoral no Brasil, que costuma desaguar na corrida ao dólar ao sabor das pesquisas eleitorais. Neste momento, o franco favorito na disputa é o ex-presidente Lula. Mas as mensagens que o petista tem mandado ainda não deixaram claro qual será a orientação econômica do governo caso ele seja eleito.
Embora tudo conspire contra o real, vale lembrar que no ano passado a situação era a oposta: o Brasil tinha a seu lado as commodities e os juros em alta, que deveriam atrair dólares para o país e fortalecer a nossa moeda. Então sempre existe uma nova chance de zebra.
Por falar em zebra, a derrapada do bitcoin no fim do ano surpreendeu os entusiastas das criptomoedas. A má fase das criptomoedas continuou neste início de ano, diante do tom mais duro do Federal Reserve (Fed) contra a inflação.
O BC norte-americano sinalizou que vai mesmo começar a subir os juros neste ano e ainda pode começar a desovar no mercado uma parte dos trilhões de dólares em títulos comprados durante a crise da covid-19.
Mas espere aí: o bitcoin não era conhecido por ser um ativo completamente descorrelacionado do resto do mercado? A reação ao Fed pode ser um sinal de que a criptomoeda pode se tornar um ativo "normal"?
Se isso for verdade, talvez o ano não reserve bons momentos para o bitcoin, já que a alta de juros costuma penalizar ativos que não pagam remuneração ao investidor.
Mas se prevalecer a visão de que as criptomoedas devem ir muito além da reserva de valor, o bitcoin tem, sim, espaço, para se recuperar testar novas máximas ao longo de 2022.
Confira a íntegra do podcast do Seu Dinheiro e saiba quem foram os "Touros e Ursos" da semana eleitos pela nossa equipe. Participe com suas dúvidas e sugestões nos comentários logo abaixo ou no email podcast@seudinheiro.com
Com as aquisições, o XPLG11 passa a ter um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 5,4 bilhões, distribuído em 31 empreendimentos
O fundo imobiliário está a caminho de aumentar ainda mais o portfólio. A gestora vem tentando aprovar a fusão do PML11 com o RBR Malls FII
O novo rendimento tem como referência os resultados apurados pelo fundo em março, que ainda não foram divulgados
O vencimento de Opções sobre o Ibovespa movimentou R$ 81 bilhões, funcionando como o grande motor que empurrou a bolsa para o um novo topo operacional
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, detalhou os motivos por trás da forte desvalorização do dólar e por que esse movimento pode estar perto do fim
Gestores entrevistados pelo BofA seguem confiantes com a bolsa brasileira, porém alertam para riscos com petróleo e juros nos EUA
Para os analistas, a B3 tem buscado a liderança na agenda de sustentabilidade; a ação divide o pódio de recomendações com uma varejista que pode valorizar até 44%
No começo da semana, a companhia anunciou a ampliação de seu acordo de fornecimento de carne com a subsidiária do fundo soberano da Arábia Saudita, além de avanços nas aprovações para um possível IPO da Sadia Halal
Volume estrangeiro nos primeiros dois meses do ano cresceu 60% em relação a 2025; só em fevereiro, gringos representaram 24% do volume negociado de fundos imobiliários
Bolsa brasileira segue o bom humor global com o alívio das tensões no Oriente Médio, mas queda do preço do petróleo derruba as ações de empresas do setor; dólar também recua
Apesar de preço mais alto para o aço, o valuation da empresa não é mais tão atraente, e potenciais para a empresa já estão precificados, dizem os bancos
O novo fundo imobiliário comprará participações em sete shoppings de propriedade da Allos, com valor de portfólio entre R$ 790 milhões e R$ 1,97 bilhão, e pode destravar valor para os acionistas
Com a transação, o fundo passa a ter uma exposição de 21% do seu portfólio ao setor bancário, o que melhora a relação risco e retorno da carteira
Retorno foi de 101,5% de abril de 2021 até agora, mas para quem reinvestiu os dividendos, ganho foi mais de três vezes maior, beirando os 350%
Depois do fracasso das negociações entre EUA e Irã no final de semana, investidores encontraram um respiro nas declarações de Trump sobre a guerra
Carteira recomendada do banco conta com 17 fundos e exposição aos principais setores da economia: infraestrutura, imobiliário e agronegócio
A operação abrange todos os portos do país no Golfo Arábico e no Golfo de Omã, e será aplicada a embarcações de qualquer nacionalidade
A casa avalia que aproximadamente 98% da carteira está atrelada a CRIs indexados ao IPCA, o que gera proteção contra a inflação
Ibovespa supera os 197 mil pontos e atinge novo recorde; apesar disso, nem todas as ações surfaram nessa onda
A companhia foi a maior alta do Ibovespa na semana, com salto de quase 25%. A disparada vem na esteira da renovação no alto escalão da companhia e o Citi destaca pontos positivos e negativos da dança das cadeiras