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Se você acha que a tarifa de luz vai ficar mais barata, é melhor ter calma: a Eletrobras ser privatizada não deve mudar muito a vida de quem paga a conta de energia; entenda
Com um chicote na mão, um chapéu e conhecimentos profundos de arqueologia na cabeça, Indiana Jones entra em cena para enfrentar os nazistas.
A missão dele é impedir que a Arca da Aliança — onde estão guardadas as tábuas dos dez mandamentos — caia nas mãos do exército alemão.
As cenas de tirar fôlego, a trilha sonora inconfundível e, claro, o herói que virou um ícone tornaram Os Caçadores da Arca Perdida um clássico do cinema.
O filme de Steven Spielberg é tão bom que poucos reparam no grave problema na história (e agora vem um alerta de spoiler): Indiana Jones não desempenha nenhum papel relevante no desfecho da história.
Mesmo que o personagem vivido por Harrison Ford não estivesse no filme, o destino dos nazistas seria o mesmo: eles morreriam no final após encontrarem e abrirem a arca.
Para os especialistas no setor elétrico, um grande sucesso de bilheteria no mercado financeiro — a privatização da Eletrobras — pode ter um furo semelhante no roteiro.
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Ninguém questiona os benefícios para o mercado de capitais da venda do controle da companhia. Mas o fato de a Eletrobras ser ou não privatizada não deve mudar muito a vida de quem paga a conta de luz todos os meses.
O papel da agora ex-estatal em evitar o risco de apagão no futuro também depende pouco da oferta de ações concluída recentemente.
Na reportagem especial de hoje do Seu Dinheiro, a Jasmine Olga conta para você por que o sucesso de crítica da privatização da Eletrobras pode não ter a mesma resposta do público.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
SEGREDOS DA BOLSA
Bolsas encaram proximidade da recessão e caem hoje; Ibovespa acompanha possível CPI da Petrobras (PETR4). Feriado em Nova York alivia um pouco a tensão, mas o pregão na B3 promete ter mais um dia volátil.
RECOMENDAÇÃO COR DE CARNE
BRF (BRFS3) tem potencial de valorização de 56%, mas Inter alerta para desafios — veja o que está no caminho da empresa. O banco manteve a recomendação neutra para as ações BRFS3, embora tenha elevado o preço-alvo para R$ 20.
O BARATO PODE SAIR CARO
Por que a queda de 80% das ações do Magazine Luiza (MGLU3) não é oportunidade de compra. Para a XP Investimentos, não é hora de investir em ações como a da varejista por conta do cenário macro desafiador e do aumento da concorrência.
ELE TEM SANGUE FRIO!
Kevin O’Leary, o Senhor Maravilha, conta por que não está vendendo bitcoin (BTC) na queda do mercado cripto. No sábado, o BTC caiu abaixo dos US$ 20 mil pela primeira vez desde o final de 2020 e levou com ele o ethereum, que ficou abaixo dos US$ 1 mil — algo que não acontecia desde janeiro de 2021.
AUTOSSABOTAGEM?
Terceira via com obstáculos: PSDB e MDB dividem palanques com Lula ou Bolsonaro em 16 Estados e DF. Articulações locais negociadas pelos próprios partidos dificultam o caminho de Simone Tebet para emergir como alternativa.
ENCHENDO OS COFRES
Putin gostou! Veja quais são os seis países que pagaram US$ 40 bilhões à Rússia por combustíveis em 3 meses. Dados da Bloomberg Economics mostram que as vendas combinadas de Moscou podem chegar a US$ 285 bilhões em 2022 — um ganho potencial de 20% em relação a 2021.
PISANDO NO ACELERADOR
Gol? Strada? Onix? Fit? Um guia prático para acertar na compra do carro usado. O Seu Dinheiro preparou um manual para quem tem dúvidas sobre o mercado de carros usados e suas armadilhas.
Uma ótima semana para você!
Além de elevar o risco institucional percebido nos Estados Unidos, as pressões do governo Trump adicionam incertezas sobre o mercado
Investidores também aguardam dados sobre a economia brasileira e acompanham as investidas do presidente norte-americano em outros países
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Após uma semana de tensão geopolítica e volatilidade nos mercados, sinais de alívio surgem: petróleo e payroll estão no radar dos investidores
No atual cenário, 2 milhões de barris extras por dia na oferta global exerceriam uma pressão para baixo nos preços de petróleo, mas algumas considerações precisam ser feitas — e podem ajudar a Petrobras
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