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Enquanto as restrições impostas pelo coronavírus saíam por uma porta, o dragão da inflação se preparava para entrar pela outra nos Estados Unidos.
Seguindo todos os clichês de uma visita indesejada, ele foi chegando de fininho, prometendo ficar por apenas meia hora, mas parece ter se estabelecido de vez na poltrona mais confortável da sala — e sem data para ir embora.
Até o momento, não importa quantas vassouras o Federal Reserve coloque atrás da porta, o dragão segue se mostrando surpreendentemente confortável.
Hoje, o mercado estava convicto de que o índice de inflação ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) mostraria que a visita indesejada está com as malas prontas para ir embora, mas não foi isso que aconteceu.
A alta de 0,1% do indicador fez com que as projeções mais otimistas que empolgaram as bolsas ontem — e até as mais moderadas — envelhecessem tão bem quanto leite fora da geladeira. O dia até começou com ganhos em Nova York, mas a divulgação da inflação ao consumidor fez com que o apetite por risco evaporasse rapidamente.
As apostas em uma alta de 0,50 ponto percentual (pp) na reunião do Fed da semana que vem desapareceram da mesa, dando lugar a chances maiores de um ajuste de 0,75 pp ou até mesmo 1,0 pp, colocando ainda mais pressão sobre o banco central americano.
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A reação de Wall Street levou as bolsas americanas a perderem cerca de US$ 1,6 trilhão em valor de mercado, uma das maiores quedas desde junho de 2020, quando ainda enfrentávamos as incertezas do coronavírus.
As ações de tecnologia e crescimento foram as principais vítimas, com o Nasdaq recuando 5,16%. O Dow Jones e o S&P 500 caíram 3,94% e 4,32%, respectivamente.
O Ibovespa também foi afetado pela forte aversão ao risco, com apenas duas ações fechando o dia no azul — MRV (MRVE3) e BB Seguridade (BBSE3). O principal índice da B3 teve queda de 2,30%, aos 110.793 pontos. O dólar à vista foi pressionado pela perspectiva de juros mais altos nos EUA e encerrou o dia em alta de 1,77%, a R$ 5,1875.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta terça-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
HOJE NÃO!
Bitcoin (BTC) não sustenta sétimo dia seguido de alta e recua com inflação nos EUA; Ravecoin (RNV) dispara 63% com proximidade do The Merge. O ethereum (ETH) passa por um período de consolidação de preços, mas o otimismo é limitado pelo cenário macroeconômico.
COMPRAR OU VENDER
Na corrida do seguro, quem vence: IRB (IRBR3), Porto (PSSA3), Caixa Seguridade (CXSE3) ou BB Seguridade (BBSE3)? O UBS BB elevou o preço-alvo de duas das empresas do setor e uma delas tem potencial de valorização de 30%. Saiba quem tem o primeiro lugar nesse pódio.
AQUISIÇÃO
Energia solar por assinatura? É possível, e a Ultragaz acaba de comprar uma startup que faz exatamente isso. Stella Energia conecta os geradores a residências e pequenos negócios e promete reduzir a conta de luz em cerca de 15%.
PUBLICIDADE EM ALTA
De olho no varejo digital, Raia Drogasil (RADL3) compra startup de tecnologia focada em soluções de mídia. Segundo a RD, a aquisição da eLoopz deve fortalecer a estratégia de publicidade dos anunciantes nos canais físicos e digitais da companhia.
MONEY TIMES
Captação da Eletrobras salva o ano com ofertas de ações paradas. IPO e follow-on somaram quase R$ 50 bilhões no ano até agosto — parte desse montante foi gerado pela privatização da companhia.
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