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Ainda faz sentido aplicar na bolsa com a Selic acima de 13%, ou a renda variável é ardilosa como um jogo de espelhos distorcidos?
Um jovem investidor entra na sala dos espelhos — e se depara com um reflexo distorcido. Seu rosto está alongado; seu tronco, mais largo. O que é real e o que é ilusão?
O que era para ser um dia divertido no parque vira um tormento: os vidros mostram quem ele é, ou quem ele gostaria de ser? Sua imagem, afinal, não é tão sólida; a cada passo, a cada movimento, uma nova realidade surge diante dele.
Angustiado, o homem sai correndo: deparar-se com a fragilidade de suas convicções — aquilo era assustador demais. A sala dos espelhos fica novamente silenciosa; agora, restam nela apenas os pertences do jovem.
E, vejam só: a mochila entreaberta que foi deixada para trás revela uma pilha de papéis — tabelas, cálculos, retornos. O ilustre visitante não está mais aqui, mas o controle de seus investimentos, sim.
O que o reflexo mostra sobre as aplicações? Será que a solidez infalível dos aportes em renda fixa é, de fato, tão imutável assim? Ou será que os espelhos revelam alguma verdade inconveniente?
E a fatia em ações da carteira — ela é realmente uma empreitada tola, uma busca desnecessária por risco num ambiente de juros altos, ou há uma imagem oculta?
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O Ruy Hungria, colunista do Seu Dinheiro, também entrou na sala dos espelhos. Ele, no entanto, não temeu o que viu; pelo contrário: aproveitou a provocação visual para investigar a fundo o que é verdade e o que é mentira no mundo dos investimentos.
Afinal, ainda faz sentido aplicar na bolsa com a Selic acima de 13%, ou a renda variável é ardilosa como um jogo de espelhos distorcidos? A resposta está no texto do Ruy desta sexta — para ler a íntegra, é só clicar aqui.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
ESQUENTA DOS MERCADOS
Bolsas globais ensaiam recuperação, mas Ibovespa deve passar por ajustes após ‘quinta sangrenta’. O presidente do Fed, Jerome Powell, discursa em Washington e deve concentrar as atenções do mercado; por aqui, investidores também precisarão se ajustar à decisão do Copom.
FOLLOW ON
R$ 4 bilhões no cofre: Eneva (ENEV3) lança oferta de ações para liquidar aquisições recentes. Empresa pretende levantar recursos para quitar a compra da Celsepar e da Cebarra; uma emissão de debêntures também foi anunciada.
CRIME NA AMAZÔNIA
Bolsonaro, Lula, Ciro e mais: veja como os pré-candidatos à Presidência reagiram ao assassinato de Bruno Pereira e Dom Phillips. A confirmação das mortes trágicas do indigenista e do jornalista britânico geraram reações entre os políticos.
APERTO MONETÁRIO
BC da Inglaterra sobe juros às máximas em 13 anos; BC da Suíça eleva as taxas pela primeira vez desde 2007. Na Inglaterra, a taxa básica de juros agora está em 1,25% ao ano; na Suíça, a alta foi de 0,5 ponto, para o patamar de -0,25%.
UM 'NOVO 2008'?
‘A economia está caminhando para um colapso’, diz bilionário Michael Novogratz. Investidor veterano viu sua fortuna diminuir em US$ 5 bilhões nos últimos 5 meses em meio à desvalorização dos ativos de risco.
PS: excepcionalmente hoje, teremos apenas a newsletter da manhã.
Um abraço e ótima sexta-feira para todos!
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A primeira Super Quarta do ano promete testar o fôlego da bolsa brasileira, que vem quebrando recordes de alta. Alianças comerciais e tarifas dos EUA também mexem com os mercados hoje
A expectativa é de que o Copom mantenha a Selic inalterada, mas seja mais flexível na comunicação. Nos EUA, a coletiva de Jerome Powell deve dar o tom dos próximos passos do Fed.
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