O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Reorganização societária da Cesp resultou em mudança no nome da empresa para Auren Energia, que será negociada na bolsa com o ticker AURE3
Na segunda-feira (28), a Companhia Energética de São Paulo, a Cesp (CESP6), dará adeus ao nome que a acompanha há mais de 50 anos.
A empresa passará a se chamar, oficialmente, Auren Energia e será negociada na bolsa com o ticker AURE3. Está prevista para segunda-feira também a divulgação de resultados da companhia no quarto trimestre de 2021.
A mudança é fruto de uma reorganização societária que vinha se desenhando desde outubro de 2021. A Auren nasce da combinação dos ativos de energia da Votorantim S.A. e do fundo de pensão canadense CPPIB.
A combinação foi feita para que a controladora da Cesp, a VTRM Energia Participações S.A., pudesse incorporar as ações da empresa. Dessa forma, a Cesp se transforma em subsidiária integral da VTRM.
Em meio a essa mudança, a empresa vai migrar para o Novo Mercado, segmento da B3 que exige maior governança corporativa das companhias.
O Conselho de Administração da Cesp aprovou toda a movimentação e fez um novo cálculo que avalia a empresa em R$ 9,1 bilhões.
Leia Também
Criada em 1966 pelo governo do Estado de São Paulo, a Cesp atua na geração de energia elétrica. Ela surgiu por meio da fusão de outras 11 empresas de energia.
A Cesp tem duas usinas hidrelétricas em São Paulo, a Porto Primavera e a Paraibuna, que, juntas, somam 1.627 megawtts (MW) de capacidade instalada. A empresa detinha também a concessão da usina de haguari, mas em 2019 optou por não renovar.
Durante a trajetória da Cesp, o governo de SP tentou vendê-la quatro vezes, sem sucesso. Em 2018, a empresa foi, enfim, adquirida pelo consórcio formado pela Votorantim Energia e pelo fundo canadense CPPIB.
Sob os novos controladores, a Cesp conseguiu autorização para comercializar energia, atividade iniciada em janeiro de 2020.
Para o Credit Suisse, a reorganização societária será benéfica para a Cesp, que passará a ter uma melhor estrutura de alavancagem e se beneficiar da alta demanda atual por contratos de negociação de energia a longo prazo com fontes renováveis, além da aceleração da abertura do mercado livre no Brasil.
Os analistas do Credit consideram positivo que a Cesp migre para o Novo Mercado após a incorporação de ações e que os termos da reorganização tenham melhorado, embora ainda estejam abaixo do valor que eles mesmos atribuem à companhia.
O Credit Suisse tem um preço-alvo de R$ 32,40 para as ações preferenciais da Cesp (CESP6) e recomendação "outperform", equivalente a compra.
Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas
Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo
Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis
Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira
Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano
A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro
Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real
Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais
O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar
Retrospectiva especial do podcast Touros e Ursos revela quem terminou 2025 em baixa no mercado, na política e nos investimentos; confira
No acumulado do ano, a valorização do ouro se aproxima de 70%, enquanto a alta prata está em 128%
Renda pingando na conta, dividendos no radar e até metas para correr mais: veja os assuntos que dominaram a atenção dos leitores do Seu Dinheiro nesta semana
Com receio da nova tributação de dividendos, empresas aceleraram anúncios de proventos e colocaram mais de R$ 40 bilhões na mesa em poucos dias