O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A última proposta pelos ativos foi de R$ 470,28 milhões, apenas 0,8% superior à anterior e abaixo do preço mínimo estabelecido em assembleia
O que já era difícil acaba de virar uma missão impossível? Os imóveis que compõem o portfólio do fundo imobiliário CSHG Prime Offices (HGPO11) foram reavaliados recentemente e seu valor justo subiu em 11,96%, segundo comunicado divulgado na última terça-feira (5).
A alteração implica em uma variação positiva de cerca de 11,9% no valor patrimonial da cota do FII — atualmente em R$ 267,77, segundo o último informe divulgado.
A atualização no preço foi feita pela Colliers Technical Services, consultoria imobiliária responsável pela reavaliação de outros quatro fundos geridos pela Credit Suisse Hedging-Griffo (CSHG).
Vale relembrar que os empreendimentos localizados no Jardim Europa, em São Paulo, foram alvos de três tentativas de venda neste ano. Uma das propostas foi rejeitada pelas cotistas do FII em uma assembleia polêmica; outra foi recebida no final do mês passado e ainda pode ser avaliada.
O potencial comprador, cuja identidade não foi revelada, ofereceu R$ 470,28 milhões, ou cerca de R$ 37.285,34 por metro quadrado, pelos dois empreendimentos. A cifra é apenas 0,8% superior à anterior e ainda fica abaixo do preço mínimo estabelecido em assembleia.
A oferta poderá ser votada em uma assembleia geral extraordinária. Mas, para isso, cotistas que detenham, no mínimo, 5% do capital precisam convocar a AGE. Caso a operação seja aprovada, implicará na liquidação do fundo, atualmente com 9.166 cotistas.
Leia Também
Por falar em assembleias, o último encontro de cotistas do HGPO11 para avaliar a venda dos imóveis foi controverso. A AGE realizada no final de outubro virou alvo de uma consulta à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Na ocasião, a proposta de R$ 466,4 milhões foi rejeitada por 32,85% dos presentes, enquanto 32,53% eram favoráveis à venda. O percentual próximo e o prazo para recebimento dos votos foram alvos de questionamentos de investidores que disseram "sim" à venda.
De acordo com a ata do encontro, todos os votos eletrônicos recebidos até o início da AGE foram computados. Mas, para Edgar Boicenco, cotista do fundo e presidente da mesa, apenas as manifestações enviadas até o dia 21 de outubro deveriam valer para a contagem.
Segundo Boicenco, a data, quatro dias antes da assembleia, constava como prazo máximo para envio dos votos no formulário eletrônico e outras comunicações da administradora.
Caso os votos em questão sejam desconsiderados, o resultado da AGE seria outro: a oferta teria sido validada por 32,37% dos cotistas, contra 30,88% contrários.
O Credit Suisse, administrador do fundo, comprometeu-se a consultar a CVM sobre a possível anulação dos votos tardios. O pedido foi protocolado em 31 de outubro, mas a autarquia ainda não se manifestou. O Credit Suisse destaca que a solicitação "não terá seu curso alterado pela nova proposta".
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu