🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Jasmine Olga

Jasmine Olga

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

ESPECIAL SD

Gestores e pequenos investidores estão de olho na Eletrobras, mas vale a pena investir em ELET3?

A saída do governo do bloco controlador e as recentes melhorias implementadas pela Eletrobras deixam os gestores e analistas otimistas com o potencial da oferta, mas o investidor não deve ter pressa para embolsar os ganhos

Jasmine Olga
Jasmine Olga
7 de junho de 2022
6:01 - atualizado às 17:13
Eletrobras Brasil Luz
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

O tapete vermelho está estendido na B3. Gestores de grandes fundos e pequenos investidores — estes, munidos do saldo do FGTS — brigam para assistir tudo da primeira fila. A Eletrobras (ELET3; ELET6), dona de prejuízos bilionários e motivo de muita dor de cabeça no passado, agora domina os holofotes: está prestes a assegurar a maior oferta de ações de 2022 na B3.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Todas as atenções estão voltadas para a estatal, e não é só porque esse será possivelmente o movimento mais relevante de desestatização do governo Bolsonaro. Embora as privatizações tenham sido mais escassas nos últimos anos, o histórico brasileiro aponta que esse pode ser mais um case de sucesso na bolsa. 

A expectativa de ganho de eficiência, estrutura mais flexível e a possibilidade de investimentos estratégicos mais assertivos explicam a alta demanda pela oferta ainda nos primeiros dias do período de reserva. A empresa, ao que tudo indica, não deve ter dificuldade para alcançar o teto de arrecadação, de R$ 35 bilhões.

A possibilidade de investir parte do FGTS em Fundos Mútuos de Privatização (FMP) faz com que o interesse extrapole a Faria Lima e chegue aos pequenos investidores — e àqueles que nunca compraram ações na vida. Você muito provavelmente recebeu pelo menos uma oferta do seu banco ou corretora; o Seu Dinheiro tem um guia completo dos fundos disponíveis.

O consenso do mercado aponta que as perspectivas para a Eletrobras são favoráveis com a saída do governo do bloco controlador, mas nem por isso se trata de um investimento livre de riscos ou a melhor opção da bolsa no momento. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dentre as fontes consultadas pelo Seu Dinheiro, estão Ruy Hungria, analista de ações da Empiricus; Rafael Oliveira, gestor de ações da Kinea; Rafael Passos, sócio-analista da Ajax Capital; Marcelo Ornelas, gestor da Kinitro Capital; Ewerton Henriques, diretor de infraestrutura do Banco Fator; Vitor Rhein Schirato, sócio-fundador da Daemon e especialista em Direito Regulatório.

Leia Também

Eletrobras (ELET3): um olhar para o passado…

No caso da Eletrobras (ELET3), não há como falar de perspectivas para o futuro sem falar um pouco da história recente da companhia, que foi de muitas reviravoltas nos últimos anos. 

Se em 2012 a medida provisória (MP) 579 parecia ter enterrado a companhia, ao endurecer ainda mais a estrutura da gestão e podar a receita em mais de 30% por meio do sistema de venda de energia por cotas, a aprovação da lei das estatais em 2016 veio para mudar o rumo das coisas. 

O governo de Michel Temer indicou Wilson Ferreira Júnior para o comando da Eletrobras e, mesmo após mais de um ano da saída do executivo da cadeira de presidente, o mercado ainda exalta a sua gestão pelos importantes marcos conquistados. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Se comparada ao período do governo de Dilma Rousseff, responsável pela MP 579, a Eletrobras pode ser considerada hoje uma empresa mais eficiente e menos engessada. 

Nos últimos anos, o quadro de funcionários foi reduzido em mais de 50%, o volume de dívidas caiu, e a margem Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) voltou a subir. Subsidiárias deficitárias foram vendidas e diversos desinvestimentos ajudaram a melhorar o caixa da companhia.  

De lá pra cá, as ações de ELET3 e ELET6 acumulam uma alta de mais de quase 400%. 

Desempenho das ações de ELET3 nos últimos cinco anos. Fonte: Yahoo Finance.

…e um olhar para o futuro

Pelo projeto de privatização preservar a estrutura de ‘holding’ da Eletrobras (ELET3) e não ser feito de forma “parcelada”, Victor Schirato, gestor da Daemon, acredita que a operação será mais impactante para o investidor que para o setor elétrico num primeiro momento. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para ele, o principal benefício, no entanto, está preservado – deixar de ser sócio do governo e estar menos suscetível a “emoções”. Em outras palavras, o risco de uma interferência para controle de preços ou outras vantagens políticas é muito menor. 

A eficiência operacional, considerada outro ponto importante de melhoria pós-privatização, deve vir do fim de uma atuação pautada pela lei das estatais, trazendo maior agilidade na contratação de fornecedores e manutenção de ativos. 

Uma maior rapidez nos processos impacta diretamente no custo da companhia. Das melhorias esperadas, cinco pontos chamaram minha atenção. Para grande parte do mercado, a saída do governo do bloco controlador deve levar a uma:

  • Alocação de capital mais inteligente;
  • Eficiência operacional maior, sem as amarras que limitam a atuação de uma estatal e causam lentidão nos processos;
  • Fim do regime de cotas, obrigando a Eletrobras a vender energia seguindo o preço de mercado. A medida deve ter impacto direto na rentabilidade;
  • Melhor gestão do passivo, com a possibilidade de acordos bilaterais e a contratação de times jurídicos mais eficientes; e
  • Ganho fiscal com a utilização dos quase R$ 5 bilhões de crédito fiscal.

Eletrobras (ELET3): tem espaço para mais?

A história de sucesso recente da Eletrobras (ELET3) e as possibilidades de melhorias operacionais com a privatização são unanimidades, mas nem por isso todos os analistas e gestores acreditam que as ações devem ter uma explosão de valorização. É o caso de Marcelo Ornelas, da Kinitro Capital. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na visão dele, os avanços dos últimos anos deixaram pouco espaço para que o preço dos papéis reflita os ganhos de uma Eletrobras privatizada – cortes de custo, redução de contencioso e uma alocação mais inteligente de capital. "Existe sim um pequeno ajuste de alta, mas as ações hoje já estão com prêmio em relação às empresas privadas". 

A provocação feita por essa visão mais cautelosa fez com que eu voltasse a consultar os especialistas. Afinal, tem espaço para mais depois de tantos avanços?

No geral, a resposta foi sim. O mercado está confiante que ainda existe espaço para venda de ativos e fusões dentro do portfólio atual da companhia. Além disso, existe uma confiança de que a nova gestão terá capacidade de investir de forma mais inteligente o capital adquirido. 

O ponto mais importante para a tomada de decisão das casas consultadas, no entanto, parece ser o patamar atual das ações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Se a Eletrobras estivesse acima dos R$ 50 eu não tomaria esse risco", afirma um gestor que irá ampliar a sua posição na empresa durante a oferta. 

"No atual nível de preço, a R$ 40, eu tenho um apetite maior, já que as chances de ganhos são maiores do que as de perdas. Existe um risco grande lá fora, com elevação de juros e incerteza econômica, mas acreditamos na tese de recuperação da companhia”. 

Ruy Hungria, analista de ações da Empiricus, observa que embora os múltiplos de ELET3 e ELET6 pareçam em linha com outras empresas do setor, eles não refletem o potencial de valorização em um regime privado.

Sobram as incertezas

Concluída a oferta de ações da Eletrobras, ainda restarão algumas perguntas a serem respondidas. O que a nova gestão pensa para a nova companhia e o que esperar do futuro?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O diretor da Daemon aponta que, como o tempo das grandes hidrelétricas parece ter ficado no passado, a Eletrobras talvez se veja diante de uma mudança de direcionamento. 

Isso implicaria em maiores investimentos, mas ainda é cedo para entender como os novos executivos irão agir. 

Diante dessa incerteza, alguns analistas preferem esperar para ver antes de ampliar as projeções de ganhos para as ações de ELET3 e ELET6. Para Ruy Hungria, da Empiricus, é merecido um desconto nos papéis até que a nova gestão se prove capaz de transformar a estatal em uma empresa mais eficiente. 

Eletrobras (ELET3): não feche os olhos para o risco

Apesar de fazer parte de um setor considerado um “porto seguro” na bolsa, esse não é um investimento livre de riscos – esteja você investindo por meio dos fundos mútuos de privatização (FMPs) ou diretamente na bolsa. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O primeiro risco a ser monitorado é a efetivação da oferta. Como é comum em processos de desestatização, sindicatos e fundos de pensão tentam barrar a operação por meio de liminares – movimento que, até agora, mostrou-se infrutífero. 

Ainda no campo de consolidação também existe um risco posterior: conseguir entrar na casa e virar dono. Com diversos grupos com força política exercendo pressão, alguns acreditam que pode levar algum tempo até que os moldes estatais se desfaçam.

Para um gestor paulista, a iniciativa de tirar o governo do capital majoritário é interessante, mas não resolve completamente os problemas. A União seguirá com 40% da Eletrobras e terá indicações no conselho, o que levanta dúvidas sobre o fim da interferência estatal na gestão da empresa. 

Rafael Oliveira, gestor de ações da Kinea, concorda apenas em partes com a questão. Segundo ele, essa também foi uma preocupação levantada na época da privatização da BR Distribuidora (atual Vibra), e o governo acabou não realizando nenhum tipo de intervenção até a diluição total do seu capital na empresa. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As eleições também são monitoradas, já que candidatos contrários à privatização podem tentar minar o processo de desenvolvimento da empresa por meio do assento no conselho. 

Existe um outro tipo de interferência que não vem diretamente do alto escalão da Eletrobras. Ewerton Henriques, diretor de infraestrutura do Banco Fator, lembra que o governo pode usar o Congresso para tentar mexer nos preços da energia ou reduzir o papel das agências reguladoras do setor. 

Afinal, vale a pena investir na Eletrobras (ELET3)?

Com um parque gerador gigantesco, milhares de quilômetros de linhas de transmissão e sem o Estado como sócio, o mercado parece convencido de que investir na Eletrobras é um bom negócio. Mas há alguns poréns nessa história que precisam ser considerados.

As características do setor de energia – previsibilidade maior de fluxo de caixa e ganhos mais resilientes –, e o tamanho das mudanças que serão feitas na companhia indicam que esse é um investimento para pessoas com um horizonte de longo prazo. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para Hungria, da Empiricus, um investimento em ações deve ser de dois a três anos, tempo suficiente para eliminar os ruídos de curto prazo. 

Ou seja: se você pensa em investir de olho em um retorno de 100% em poucos meses, esse não é o ativo certo para você. Apesar da desestatização da empresa, as mudanças não devem ser sentidas da noite para o dia. 

Schirato, da Daemon, comparou a empresa com um navio de carga de 14 mil contêineres, em que é impossível fazer manobras bruscas. 

Dos gestores ouvidos pelo Seu Dinheiro, as projeções para as ações vão de R$ 55 a R$ 70 apenas ao considerar a saída do governo do controle. O ponto de saída fica mais difícil de quantificar e depende muito da gestão futura da empresa, mas uma casa estima que os ganhos podem ir de 60% a 200%. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o diretor de uma das casas ouvidas pela reportagem, a Eletrobras é mais interessante que as concorrentes logo na largada do processo, oferecendo um risco-retorno atrativo.  

Se o seu objetivo são dividendos gordos, as perspectivas também são positivas, já que mesmo como estatal a empresa tem feito bons pagamentos de proventos. No entanto, antes é preciso saber quais são os planos estratégicos da nova gestão e, como vimos anteriormente, essa é uma questão em aberto. 

Na visão do gestor mais cauteloso com quem conversei, a entrada na oferta só vale a pena se for feita com utilização dos recursos do FGTS, já que o potencial de ganhos com o papel da Eletrobras é superior ao rendimento do fundo de garantia. Do contrário, ainda são muitas incertezas no horizonte para justificar um aporte mais significativo neste momento. 

“Se puder escolher outras coisas, eu prefiro, ainda não sabemos quem vai tocar a empresa e qual vai ser a cabeça da nova gestão em torno do crescimento. Vão escolher pagar dividendos ou tomar dívida e se alavancar para crescer?”. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para Ruy Hungria, da Empiricus, mesmo que a expectativa seja de um retorno maior do que o gerado pelo FGTS, você não deve abandonar o seu perfil de risco e ignorar a necessidade de diversificação ao investir na Eletrobras. 

Se você ainda não investe em ações, o indicado é que você não comprometa 50% do seu FGTS, como é o permitido. Planos futuros que também levam em conta os recursos do fundo de garantia, como a compra ou financiamento da casa própria, também devem ser levados em consideração na hora de escolher a fatia a ser investida na Eletrobras. 

O período de reserva para a oferta se encerra no dia 8 de junho. A definição do preço por ação acontece em 9 de junho, e o início das negociações dos papéis começa no dia 13.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
O MOTIVO DA QUEDA

Ouro naufraga na tempestade do Oriente Médio. É o fim da linha para o porto seguro dos investidores?

12 de março de 2026 - 16:14

O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas

MERCADOS

Sem colete à prova de balas, Ibovespa cai mais de 2% e dólar vai às máximas do dia; bolsa sangra com Irã-EUA e fogo amigo do IPCA 

12 de março de 2026 - 12:47

Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100

PEGOU UM SHAPE

Smart Fit (SMFT3) dá salto de 6% na bolsa. Para o BTG, a era fitness pode gerar lucro de 56% aos investidores

11 de março de 2026 - 16:41

A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano

INVESTIMENTOS

Recuperação extrajudicial do GPA (PCAR3) acende alerta em fundo imobiliário; varejista responde por 22% da receita do FII

11 de março de 2026 - 14:15

GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis

CRESCIMENTO FRACO

Dividendos da Telefônica (VIVT3) vão minguar? UBS alerta que sim. Entenda por que o banco agora recomenda venda das ações

11 de março de 2026 - 11:30

Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado

O FLUXO NÃO PAROU

R$ 42,5 bilhões em dinheiro gringo na B3: guerra não afasta o estrangeiro da bolsa brasileira

10 de março de 2026 - 19:35

O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3

MOMENTO DE DECISÃO

Depois do rali do petróleo, vem a dúvida: manter posição ou realizar lucros? Aqui está a resposta

10 de março de 2026 - 19:00

A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos

CONFLITO COM OS DIAS CONTADOS?

A guerra vai acabar? Verde diz o que pode parar Trump no Irã — e não é a disparada do petróleo

10 de março de 2026 - 12:35

Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro

O CÉU É O LIMITE

Até onde o petróleo pode chegar após atingir o maior nível desde 2022?

9 de março de 2026 - 18:29

Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar

EM BUSCA DE ABRIGO

Brasil vira porto seguro do UBS: por que o banco suíço está comprado em câmbio, juros e ações brasileiras?

9 de março de 2026 - 18:00

Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito

AO LADO DA PRIO

O que o gringo vê na Petrobras (PETR4)? Saiba por que a estatal é uma das preferidas entre os investidores estrangeiros

9 de março de 2026 - 15:04

Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação

REAÇÃO AOS RESULTADOS

O calcanhar de Aquiles da MRV (MRVE3) ainda é o mesmo: o que está por trás da queda forte nas ações após balanço do quarto trimestre?

9 de março de 2026 - 14:19

Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas

MERCADOS HOJE

Petróleo dispara com guerra no Oriente Médio, volta aos US$ 100 e coloca mercados em alerta; Focus prevê Selic mais alta no Brasil

9 de março de 2026 - 9:37

Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil

VALE ENTRAR?

Compass, Aegea, BRK: quais são as empresas na fila do IPO e como elas podem não repetir os erros de 2021

9 de março de 2026 - 6:03

A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido

ATENÇÃO, INVESTIDORES

Novos horários da B3: confira a programação da bolsa do Brasil a partir de segunda-feira, 9 de março

8 de março de 2026 - 17:01

Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais

DESTAQUES DA SEMANA

Braskem (BRKM5), Prio (PRIO3) e Petrobras (PETR3) lideram as maiores altas do Ibovespa na semana

7 de março de 2026 - 14:50

Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas

DECEPCIONOU O MERCADO

Tarifaço de Trump afeta lucro da Embraer (EMBJ3) no 4º trimestre de 2025, mesmo com receita recorde; ações caem mais de 5%

6 de março de 2026 - 12:00

A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?

FII DO MÊS

Fundo imobiliário defensivo para lucrar com juros ainda altos domina as recomendações de analistas para março; saiba qual é 

6 de março de 2026 - 6:04

Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora

O MAPA DO TESOURO

Onde apostar na bolsa agora? Itaú BBA revela 26 ações que podem brilhar em meio ao caos de mercado em 2026

5 de março de 2026 - 18:10

Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano

ONDE INVESTIR

Onde Investir em março: as ações para ganhar com dividendos, uma pimentinha de olho na valorização e os FIIs e criptos favoritos para o mês

4 de março de 2026 - 7:00

Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar