O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Principal ganho do SPX Nimitz no mês passado veio de posicionamento em juros e alocações em dólar ante uma cesta de moedas
Quem decidiu pedir resgate do fundo SPX Nimitz tem grandes chances de ter se arrependido. Durante o mês de março, o fundo da gestora de Rogério Xavier obteve rentabilidade de 7,34%, o maior retorno mensal desde o início do fundo, em 2010, enquanto o CDI avançou 0,93% no mesmo período.
O principal ganho veio da posição em juros, que rendeu sozinha 5,99%.
No Brasil, o SPX Nimitz está aplicado em juros reais na parte intermediária da curva. Já no exterior, o fundo mantém posições favoráveis à alta dos juros nos países com desequilíbrio entre as condições econômicas e os preços de mercado.
O fundo também obteve 1,64% de ganho com alocações no dólar americano contra uma cesta de moedas. Vale lembrar que, apesar do dólar ter caído no Brasil, ele se fortaleceu na comparação com outras moedas de países desenvolvidos.
No acumulado do ano até agora, o Nimitz sobe 13,15%, enquanto o CDI avança 2.42%.
Na carta do gestor, assinada por Tiago Fernandes, a SPX traz uma reflexão sobre o movimento de desglobalização, que ganhou estímulo após a eclosão da guerra na Ucrânia.
Leia Também
As sanções econômicas impostas à Rússia gerou impacto em diversas cadeias de produção, uma vez que o país é grande fornecedor de matérias-primas. Isso tem feito empresas e países repensarem a relação entre custos e riscos de suas cadeias de produção extremamente globalizadas.
“Sendo assim, na escolha da cadeia de produção global ideal, possivelmente veremos no futuro países e empresas concentrando suas atividades em um mesmo grupo de países ou região”, diz a carta.
A mudança descrita pelo gestor provavelmente irá reduzir as margens de lucro das empresas e aumentará o repasse de custos, ou seja, a inflação. E, nesse contexto, os bancos centrais precisam escolher entre crescimento e inflação.
“Na atual situação inflacionária, os bancos centrais podem se ver forçados a apertar mais do que o desejado sua política monetária, de modo a evitar que as expectativas de inflação se desancorem”, diz a SPX.
Isso aumentaria os riscos para o crescimento e traria desaceleração econômica mais significativa para algumas economias.
Por aqui, a SPX vê o país parcialmente protegido dos riscos de crescimento por ser exportador de commodities.
“A melhora dos termos de troca do Brasil gera uma melhora fiscal e de contas externas, fazendo com que o país tenha um amortecedor momentâneo para os choques”, afirma a SPX.
Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas
Confira as recomendações da Empiricus Research em abril para ações, dividendos, fundos imobiliários, ações internacionais e criptomoedas
Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos
A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros
Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio
O banco cortou a recomendação da dona da Hering de compra para neutra, enquanto revisou estimativas para uma série de outras empresas brasileiras diante da guerra e juros elevados
Banco vê estatal mais protegida em um possível cenário de petróleo mais barato e traz Embraer de volta à carteira do mês
JP Morgan calcula que a venda de subsidiárias poderia gerar renda extra para os acionistas da Cyrela, mas a operação não seria tão benéfica; entenda
As operações reforçam a estratégia do ALZR11 de ampliar a exposição a contratos com inquilinos de grande porte
Banco vê alívio com alta dos spreads petroquímicos em meio à guerra no Oriente Médio e eleva preço-alvo para R$ 10, mas incertezas sobre dívida e possível proteção contra credores seguem no radar. Segundo a Bloomberg, falência não está descartada
A empresa é controlada pelo fundador e presidente-executivo Musk, que já é o mais rico do planeta com US$ 817 bilhões no bolso, e a captação de ainda mais valor no mercado pode fazer esse valor explodir.
Para o BTG Pactual, revisão das tarifas pode reacender a pressão competitiva de plataformas estrangeiras, colocando varejistas brasileiros sob novo teste em meio a juros altos e consumo enfraquecido
Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos
Com os principais segmentos dos FIIs já em ciclo de recuperação, há agora uma fase de expansão potencial, e o BRCO11 é o preferido para brilhar
Apesar das incertezas sobre a demanda no longo prazo, gestor avalia que o risco de preços muito baixos da commodity diminuiu e que setor do petróleo tem potencial de alta
Ações da Natura (NATU3) lideram os ganhos do Ibovespa após anúncio de nova estrutura de governança e sinalização de investimento relevante da Advent, que pode redefinir o valuation e sustentar o interesse pelo papel.
Segundo o banco de investimentos, o cenário macro mais favorável coloca o Brasil em evidência
Levantamento com assessores indica que apetite por risco permanece inalterado, com o sentimento pelo Ibovespa deteriorando na margem
Companhia inicia campanha de perfuração e aproveita cenário externo turbulento para ganhar tração no Ibovespa
Os mercados começaram a semana sob tensão geopolítica, com guerra no Oriente Médio elevando o preço do petróleo e dividindo investidores, enquanto falas de Galípolo reforçam cautela do BC