🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Flavia Alemi

Flavia Alemi

Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pela FIA. Trabalhou na Agência Estado/Broadcast e na S&P Global Platts.

Incerteza prevalece

“Risco Lula” derruba Banco do Brasil (BBAS3) na bolsa apesar do resultado estrelado; saiba o que esperar das ações

Passados os temores, a perspectiva é de que a ação do Banco do Brasil deve deslanchar, segundo analistas

Flavia Alemi
Flavia Alemi
10 de novembro de 2022
14:28 - atualizado às 15:30
banco do brasil bbas3 balanço ação dividendos
Montagem com Banco do Brasil "decolando" - Imagem: Freepik/Montagem: Julia Shikota

Nem o lucro espetacular do Banco do Brasil (BBAS3) no terceiro trimestre foi páreo para o risco fiscal que assola os mercados nesta quinta-feira (10). 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A ação do banco estatal caiu cerca de 2%, arrastada pela incerteza generalizada quanto ao orçamento do próximo ano, o qual o governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva tenta esticar. O mau humor nesta quinta-feira foi generalizado, com o Ibovespa recuando 3,35%.

O temor de hoje tem origem fiscal, mas o próprio Lula disse durante a campanha presidencial que pretende "enquadrar o BB". O mercado entendeu na ocasião que isso significa uma gestão que leve em conta mais fatores políticos do que financeiros nas tomadas de decisão do banco.

Banco do Brasil resiste à troca de governo?

Apesar dos temores, a expectativa dos analistas de modo geral é positiva para as ações do Banco do Brasil. E, para uns, isso vale até mesmo em meio à troca do governo.

“Nós entendemos as preocupações dos investidores com a mudança de governo e o potencial retorno de algumas políticas antigas que se provaram muito prejudiciais para companhias estatais”, ressalta o BTG Pactual. “Mesmo que as coisas se deteriorem (e vamos presumir que sim), o ponto de partida é muito bom.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para os analistas do BTG, o balanço do Banco do Brasil é muito mais forte do que foi no passado, com um portfólio mais defensivo. Nos preços atuais, o BTG recomenda compra da ação e coloca o preço-alvo em 12 meses em R$ 56, o que significa um potencial de valorização de 51% em relação ao fechamento de ontem (9).

Leia Também

Outros são mais comedidos, como a analista da Empiricus Investimentos Larissa Quaresma.

“Diante da incerteza quanto à qualidade da gestão nos próximos anos, temos dúvidas sobre até quando a boa performance deve continuar. Com isso, reiteramos nossa preferência por Itaú dentre os grandes bancos brasileiros”, afirmou.

Como fica a transição

A preocupação com o que deve significar a transição de governo para o banco foi levantada tanto na coletiva de imprensa quanto na teleconferência com analistas nesta manhã.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Sem falar diretamente sobre uma possível intervenção do governo na gestão, o presidente do BB, Fausto Ribeiro, enfatizou os pilares de governança corporativa e o sistema de pesos e contrapesos desenhado ao longo dos últimos anos. 

“As decisões são todas colegiadas, temos processos internos bem construídos, com arcabouço normativo muito bem feito”, afirmou.

O executivo explicou, ainda, que a concessão de informações ao comitê de transição será centralizada nele próprio, mas que ainda não foi acionado pelos encarregados do governo Lula.

Já o vice-presidente corporativo do BB, Ênio Mathias Ferreira, está encarregado do apoio logístico para que o prédio onde o comitê está se instalando, o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), tenha as condições necessárias de trabalho.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Banco do Brasil deixou concorrentes privados para trás

A empolgação com o Banco do Brasil é quase regra em meio aos analistas, que frisam o desempenho espetacular do banco estatal frente aos pares privados - os balanços de Santander (SANB11) e Bradesco (BBDC4) foram desanimadores e dão sinais de que o pior ainda está por vir.

Para o Itaú BBA, o aumento do lucro do BB mostra que os bons fundamentos do banco são sólidos e estão num momento completamente diferente e melhor que seus concorrentes privados. 

“Praticamente todas as linhas melhoraram e vieram acima das nossas expectativas, com avanços notáveis na margem financeira líquida com mercado e receitas de crédito ao cliente”, disse o Itaú BBA.

O lucro líquido ajustado do BB chegou a R$ 8,360 bilhões no terceiro trimestre deste ano, um avanço de 62,7% em relação ao mesmo período de 2021 e ficou bem acima das projeções dos analistas, que apontavam para um lucro na casa de R$ 7,2 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ele veio acompanhado de um retorno sobre o patrimônio líquido de notáveis 21,8%. Para efeito de comparação, o Santander obteve uma rentabilidade de 15,6% e o Bradesco, de apenas 13%.

Confira abaixo as recomendações dos principais bancos de investimento aos quais o Seu Dinheiro teve acesso:

CASARATINGPREÇO-ALVOPOTENCIAL*
XPCOMPRAR$ 5754%
ITAÚ BBACOMPRAR$ 5343%
GENIALCOMPRAR$ 5035%
GOLDMAN SACHSCOMPRAR$ 4624%
MORGAN STANLEYCOMPRAR$ 74100%
BTG PACTUALCOMPRAR$ 5651%
BRADESCO BBICOMPRAR$ 5240%
JP MORGANNEUTROR$ 4727%
*em relação ao preço de fechamento de 09/11/2022, de R$ 37,06.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
DE MALAS PRONTAS

PicPay, fintech da J&F, dos irmãos Batista, busca levantar mais de R$ 2,34 bilhões em IPO nos EUA

20 de janeiro de 2026 - 12:29

O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA

MEXENDO NA CARTEIRA

XP Malls (XPML11) vai às compras? FII de shoppings mira captação de R$ 400 milhões com emissão de cotas, com espaço para buscar ainda mais

20 de janeiro de 2026 - 11:46

A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Sabesp (SBSP3): mercado projeta destruição bilionária de valor, mas JP Morgan vê exagero e mostra ‘saídas’ para a empresa

19 de janeiro de 2026 - 10:38

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório

REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

DISPAROU

Azul (AZUL54) sobe 200%: o que explica a ação ter triplicado na bolsa em um dia?

9 de janeiro de 2026 - 18:15

Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia

POR QUE É TÃO RUIM?

Maior queda do Ibovespa: saída de CFO do Pão de Açúcar (PCAR3) deixa CEO novato com “bombas” na mão

9 de janeiro de 2026 - 17:21

A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista

SUBINDO NA BOLSA

Alívio para Minerva (BEEF3): Sinal verde para acordo entre UE e Mercosul abre portas depois de a China cortar asinhas do Brasil

9 de janeiro de 2026 - 12:49

Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar