O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Explicação para redução do preço-alvo dos papéis do Nubank tem mais a ver com conjuntura macroeconômica do que com a operação
A sangria das ações do Nubank na bolsa de Nova York segue desatada e, em meio a esse cenário, as casas de análise têm revisado os preços-alvo dos papéis.
A mais recente vem do JP Morgan, que cortou sua estimativa de US$ 8 para US$ 5 e manteve a recomendação Neutra. Com o novo preço-alvo, o potencial de valorização dos papéis é de 33,7% em relação ao fechamento de ontem (23), de US$ 3,74.
Nesta terça-feira, a ação do Nubank fechou com queda de 10,96%, cotada a US$ 3,33, abaixo da mínima histórica.
O corte pode sugerir que o balanço do Nubank no primeiro trimestre, divulgado na semana passada, desagradou os analistas do JP Morgan, mas não foi isso que eles escreveram em relatório enviado a clientes.
De acordo com o banco, os resultados do Nubank foram bons, com tendências operacionais sólidas.
Assim, a explicação para o corte do preço-alvo tem mais a ver com a conjuntura macroeconômica global.
Leia Também
Isso porque a elevação da taxa de juros nos Estados Unidos está afetando a dinâmica dos investimentos em títulos do Tesouro americano, os Treasuries.
E esse é um componente importante da fórmula de preço-alvo das casas de análise.
Os Treasuries são considerados investimentos livres de risco. Por isso, quando o rendimento deles começa a aumentar, o custo de investir em ativos mais arriscados, como ações, também cresce.
Esse movimento é captado no cálculo do preço-alvo e costuma provocar revisões para baixo de maneira geral.
Vale lembrar que na semana passada o Bank of America cortou o preço-alvo das ações dos grandes bancos, apesar dos bons resultados, pelos mesmos motivos (leia mais aqui).
De acordo com o JP Morgan, os investidores estão preocupados com o Nubank, mas as tendências operacionais mostradas nos resultados do primeiro trimestre não são ruins.
O banco ressalta que o aumento da inadimplência acima de 90 dias veio em linha com a dos bancos tradicionais.
“Isso é uma boa notícia, considerando o mix de produtos muito mais arriscado do Nubank”, disse o JP Morgan em relatório.
Os analistas ponderam que as provisões, por sua vez, vieram altas. Porém, por estar sob regime do IFRS (padrão internacional de contabilidade) e ter alto crescimento, o Nubank acaba desencadeando necessidade de provisões de Estágio 2, previstas na norma IFRS 9.
“Isso explica parcialmente as provisões para empréstimos atingirem 10%, acima dos pares”, apontou o JP Morgan.
Na semana passada, o BTG Pactual também cortou o preço-alvo da ação do Nubank de US$ 6 para US$ 4. No entanto, o banco elevou a recomendação de Venda para Neutra.
Apenas na semana passada, o preço da ação do Nubank caiu 21% e ficou perto de renovar a cotação mínima.
A última terça-feira (17) marcou o fim do período de lock-up, uma cláusula contratual que estabelece um período no qual os investidores são proibidos de vender as ações de uma empresa.
No caso do Nubank, a regra se estendia também para os BDRs, ou seja, os recibos de papéis negociados na B3.
Com o fim da restrição, acionistas, diretores e membros do conselho de administração ficaram livres para se desfazer dos papéis do Nubank.
Assim, houve um aumento expressivo do volume de negociação das ações do Nubank após o fim do lock-up. Antes do dia 17, a média ficava na casa de 13 milhões de negócios diários. Mas, de terça a quinta-feira, o volume ultrapassou a marca de 100 milhões.
Vale lembrar que a regra não incluía os clientes que receberam o "pedacinho" do Nubank no programa NuSócios. Estes ainda estão restritos até dezembro.

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório
Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico
De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário
Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam
As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira
Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa
Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias
Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas
No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”