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Os papéis da Arezzo (ARZZ3), Raízen (RAIZ4) e São Martinho (SMTO3) foram incluídos na terceira prévia; JHSF (JHSF3) deve deixar o Ibovespa de vez
Agosto não foi um mês de surpresas, pelo menos para o Ibovespa — e o setor agro chegou de vez na bolsa brasileira. A terceira prévia do principal índice acionário do país confirmou as expectativas, incluindo mais representantes do segmento agrícola.
Os papéis da Arezzo (ARZZ3), Raízen (RAIZ4) e São Martinho (SMTO3) — as duas últimas, ligadas ao agronegócio — devem ser incluídas na carteira do índice entre setembro e dezembro deste ano, que entra em vigor na próxima segunda-feira (5).
Já a incorporadora JHSF (JHSF3) deve ser excluída do Ibovespa, ratificando a previsão do Bank Of America. Ao final, o Ibovespa passará a contar com 92 ativos.
Vale relembrar que, para fazer parte do Ibovespa, a B3 considera critérios como o volume de negociação e o status da empresa — companhias em recuperação judicial ou cujo preço dos ativos é inferior a R$ 1,00 não são elegíveis, por exemplo.
A Raízen (RAIZ4), empresa sucroalcooleira e distribuidora de combustíveis, aparece como destaque, sendo o papel com maior participação entre os ativos que entram na nova carteira do índice a partir de setembro.
A companhia deve assumir a 62ª posição no Ibovespa, com um peso relativo de 0,292% — na segunda prévia, era de 0,303%.
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Em seguida, a varejista Arezzo (ARZZ3) conquistou a 63ª posição e entrou definitivamente na carteira, com uma pequena porção de 0,270%, ante a 0,252% na prévia anterior.
Na avaliação do Santander, em relatório sobre o setor de varejo, a empresa apresenta segue com forte impulso operacional, com uma agenda de crescimento por aquisições.
Ainda no ramo do agronegócio, a empresa produtora de etanol São Martinho (SMTO3) firma a 70ª posição no índice, com um peso menor que as prévias anteriores, de 0,252%.
Veja o peso de cada setor no Ibovespa:
A mineradora Vale (VALE3) recebe agora a coroa e assume de vez o posto como a rainha da carteira do Ibovespa até o final do ano.
Em geral, não houve mudanças nos papéis que devem compor o Top 10 da nova carteira — só pequenas alterações quanto à participação de cada um dos ativos.
A recém-privatizada Eletrobras (ELET3), por sua vez, aumentou novamente a sua parte na composição do índice — na prévia anterior, a ex-estatal tinha 3,091% na carteira.
Confira a seguir os dez ativos, que somados, respondem por 50% do Ibovespa:
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