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RESUMO DO DIA: As bolsas internacionais operam sem direção definida nesta quinta-feira (21). Com a agenda esvaziada no exterior e no cenário doméstico, os investidores digerem a elevação dos juros americanos em 75 pontos-base e a continuidade da taxa Selic em 13,75% ao ano.
Acompanhe por aqui o que mexe com a bolsa, o dólar e os demais mercados hoje, além das principais notícias do dia.
O dólar à vista encerrou o dia em queda de 1,13%, a R$ 5,1143
O Itaú Unibanco (ITUB4) vem apresentando um resultado operacional forte e consistente ao longo de 2022 e suas ações acumulam ganhos de quase 40% no ano — mas parece que o bancão ainda tem terreno para ganhar.
Pelo menos é isso que os analistas do Bradesco BBI. Em relatório divulgado nesta quinta-feira (22), o banco de investimento melhorou as projeções de lucro e receita para os dois próximos anos e aproveitou para atualizar o preço-alvo das ações ITUB4.
Com os novos cálculos, o Bradesco acredita que as ações do Itaú podem chegar a valer R$ 38 — o que indica um potencial de alta de 33% com relação ao fechamento da última quarta-feira (R$ 28,30).
O barril do Brent fechou o dia em alta de 0,70%, a US$ 90,46.
Na esteira dos anúncios de política monetária dos bancos centrais pelo mundo, o Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês) adotou uma postura pouco comum neste momento entre as economias mais desenvolvidas do mundo, que lutam contra a inflação — mas não sem uma reação do governo japonês ao câmbio.
O BoJ manteve os juros inalterados na sua mais recente decisão, à taxa de 0,1% negativo ao ano — ainda que a inflação tenha atingido as máximas em oito anos.
Entretanto, o governo japonês enfrenta uma forte desvalorização do iene frente ao dólar e interveio no câmbio pela primeira vez em 24 anos.
A Petrobras (PETR4) anunciou, nesta quinta-feira (22), mais uma redução em combustíveis. Dessa vez, o valor do gás de cozinha (GLP) terá o desconto de aproximadamente R$ 0,25 por quilo nas distribuidoras; a medida começa a valer na próxima sexta-feira (23).
Essa é a terceira redução consecutiva, sendo a última ocorrida há um pouco mais de uma semana. A partir de amanhã, o preço médio de venda do GLP passará de R$ 4,0265/kg para R$ 3,7842/kg.
Ou seja, o botijão de gás sairá, para as distribuidoras, por R$ 49,19, o que representa uma redução média de R$ 3,15 por 13 kg.
O Ibovespa segue se descolando do comportamento majoritário visto nas bolsas americanas. Com o apoio das commodities metálicas, a bolsa sustenta leve alta, enquanto o dólar à vista passou a atuar em queda.
No mercado de juros, os investidores ainda repercutem a decisão de ontem do Banco Cnetral em manter a taxa básica de juros inaltera. Confira:
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F23 | DI jan/23 | 13,67% | 13,75% |
| DI1F24 | DI jan/24 | 12,82% | 13,15% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 11,53% | 11,76% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 11,28% | 11,45% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 11,23% | 11,38% |
Apesar do clima de cautela que persiste no mercado, o setor de mineração e siderurgia sustenta ganhos expressivos após a alta de 3% do minério de ferro. Confira as maiores altas desta tarde:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| YDUQ3 | Yduqs ON | R$ 13,32 | 4,47% |
| COGN3 | Cogna ON | R$ 2,85 | 4,01% |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 12,78 | 2,08% |
| TIMS3 | Tim ON | R$ 12,08 | 2,45% |
| GGBR4 | Gerdau PN | R$ 24,57 | 1,82% |
As bolsas europeias fecharam o dia em queda após o recuo no Índice de Confiança ao Consumidor na Zona do Euro. O dado caiu -28,8 na preliminar de setembro, abaixo da previsão dos analistas.
Confira:
O dia é de mau humor nas bolsas internacionais. Na Europa, os investidores reagem à elevação dos juros ingleses pelo Banco da Inglaterra, mas também à queda no Índice de Confiança do Consumidor na Zona do Euro.
O índice, divulgado pela Comissão Europeia, recuou a -28,8 na preliminar de setembro, abaixo da previsão dos analistas de -25,6%. Sendo assim, o dado europeu atingiu a mínima histórica.
Nos EUA, o mercado ainda digere a nova alta de 75 pontos-base no juros americanos, em continuidade ao aperto monetário iniciado em março. Confira:
Apesar do estresse no exterior, o Ibovespa se mantém na contramão e opera em leve alta de 0,19%, aos 112.196 pontos. Os investidores reagem bem à manutenção da Selic em 13,75% ao ano e a bolsa brasileira é impulsionada pelos setores de educação e commodities.
O petróleo sobe a 0,52%, com o barril negociado a US$ 90,35. O minério de ferro fechou o dia em Dalian (China), em alta de 3,24%, cotado a US$ 101,40. ]
Por fim, o dólar à vista vivencia um dia de instabilidade. A moeda americana valoriza 0,09%, a R$ 5,1761.
O Ibovespa reduz ganhos, mas se mantém no campo positivo nesta quinta-feira. A bolsa brasileira sobe 0,32%, aos 112.293 pontos.
O mau humor do exterior após a elevação de juros, ainda que em linha com as expectativas, pelo Fed e as negociações do petróleo próxima da estabilidade pesam no Ibovespa.
As educacionais ainda repercutem a fala, na última segunda-feira, do candidato à presidência Lula (PT) sobre a retomada de programas de financiamento de acesso ao ensino superior, Fies e Prouni.
O movimento se dá pela proximidade do 1º turno das eleições (em 2 de outubro).
Além disso, as empresas do setor de commodities acompanham a valorização do minério de ferro, em Dalian (China), que subiu 3,24%, cotado a US$ 101,40.
Confira:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| COGN3 | Cogna ON | R$ 2,91 | 6,20% |
| YDUQ3 | Yduqs ON | R$ 13,35 | 4,71% |
| GGBR4 | Gerdau PN | R$ 24,93 | 3,32% |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 12,91 | 3,12% |
| CYRE3 | Cyrela ON | R$ 16,84 | 3,06% |
As empresas educacionais lideram, mais uma vez, as altas do Ibovespa.
Os destaques vão para os papéis da Cogna (COGN3) e Yudqs (YDUQ3) que sobem 6,57% e 4,00%, respectivamente.
O movimento ainda repercute as falas do candidato à presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na última segunda-feira.
Na ocasião, o ex-presidente prometeu retomar os programas de financiamento voltados ao ensino superior, Fies e Prouni, caso eleito.
O dólar à vista, que abriu o dia em queda, ganhou fôlego há pouco e passou a operar no campo positivo.
A moeda americana sobe a 0,11%, cotada a R$ 5,1773.
O Ibovespa mantém o ritmo de alta nesta quinta-feira e sobe 0,79%, aos 112.818 pontos.
Após os índices no pré-mercados se manterem, predominantemente, em tom positivo, as bolsas americanas abrem em queda.
Os investidores ainda digerem a elevação dos juros em 75 pontos-base pelo Federal Reserve (Fed), na tarde da última quarta-feira.
Confira:
Os investidores estão curiosos para saber como andam os negócio do IRB (IRBR3) após a resseguradora movimentar R$ 1,2 bilhão com uma oferta de ações no início do mês.
Os resultados da companhia no segundo trimestre serão apresentados apenas em novembro, mas, para a alegria dos curiosos, a prestação de contas enviada mensalmente mensalmente à Superintendência de Seguros Privados (Susep) dá um vislumbre do futuro.
O formulário não é detalhado como um balanço trimestral, mas fornece pistas do que será informado mais adiante. E o prenúncio não é tão favorável: o IRB registrou um prejuízo líquido de R$ 58,9 milhões em julho.
A prévia não agradou os investidores e as ações do IRB são a maior queda do dia. Os papéis IRBR3 caem 4,13%, negociados a R$ 1,16.
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 4,90 | 3,16% |
| BRAP4 | Bradespar PN | R$ 23,53 | 3,11% |
| AMER3 | Americanas S.A | R$ 18,04 | 3,03% |
| VALE3 | Vale ON | R$ 70,48 | 2,97% |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 12,86 | 2,72% |
E maiores quedas do dia:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| IRBR3 | IRB ON | R$ 1,16 | -4,13% |
| BBSE3 | BB Seguridade ON | R$ 29,88 | -0,66% |
| WEGE3 | Weg ON | R$ 31,03 | -0,48% |
| BRFS3 | BRF ON | R$ 14,17 | -0,35% |
| CRFB3 | Carrefour Brasil ON | R$ 21,34 | -0,28% |
O Ibovespa abriu o pregão em alta de 1,52%, aos 113.639 pontos, nesta quinta-feira, dia seguinte a decisão do Copom em manter a taxa básica de juros em 13,75% ao ano.
A bolsa brasileira acompanha os índices futuros de Nova York, que operam em recuperação com os dados de pedidos de desemprego na semana abaixo da expectativa.
No mesmo horário, o dólar à vista opera em queda de 0,50%, cotado a R$ 5,1460.
A curva de juros futuros passa por ajustes negativos nesta manhã, em resposta à decisão do Copom na noite anterior — o BC manteve a Selic estável em 13,75%, interrompendo o ciclo de aperto monetário que estava em andamento desde março do ano passado.
Por mais que o Copom tenha sinalizado que continuará em estado de alerta até que “esteja consolidado o processo de desinflação”, o fim da alta de juros foi entendido pelo mercado como um possível indicativo que um corte na Selic pode ser feito até o fim de 2023 — e, por isso, os DIs a partir dessa data têm movimentos mais intensos:
– jan/23: de 13,74% para 13,68%
– jan/24: de 13,14% para 13,01%
– jan/25: de 11,76% para 11,64%
– jan/26: de 11,44% para 11,34%
– jan/27: de 11,37% para 11,25%
Em relatório, o Bank of America Merrill Lynch destaca que a decisão do Copom ficou em linha com as estimativas da casa, assim como o tom ainda duro adotado pela autoridade monetária. O banco diz esperar que os juros permanecam em 13,75% até o fim do ano; para 2023, é previsto um corte para 10,50%.
“O fim do ciclo (por enquanto), ainda que haja manutenção da taxa por bastante tempo neste patamar, permite que os investidores passem a elucubrar sobre a eventual queda dos juros em um segundo momento, que deverá acontecer, ao menos marginalmente, no segundo semestre do ano que vem”, disse Matheus Spiess, analista da Empiricus.
De olho na chegada de outras companhias a um segmento onde ela antes reinava sozinha, a Vamos (VAMO3) captou R$ 641 milhões com uma oferta de ações. O plano deste follow on previa levantar até R$ 1,050 bilhão.
Uma das poucas “sobreviventes” da última safra de IPOs na B3, a Vamos pretende usar os recursos captados com a operação para ampliar a frota.
A empresa do grupo de logística Simpar (SIMH3) é líder absoluta nesse mercado com 35 mil unidades, o equivalente a 85% do setor.
Os pedidos de desemprego nos EUA subiram 5 mil na semana encerrada em 17 de setembro. O total de solicitações é de 213 mil, abaixo da expectativa dos analistas que projetavam 215 mil.
Após a divulgação do dado, os índices futuros americanos, que estavam majoritariamente negativos, inverteram o sinal e operam em recuperação:
O Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) elevou a taxa de juros em 50 pontos-base, no início da manhã, a 2,25%.
A alta dos juros é mais uma tentativa de combater a inflação no Reino Unido, que atingiu o maior patamar das últimas quatro décadas.
Na ata da reunião, o BoE prevê que o Índice de Preços ao Consumidor (CPI, sigla em inglês para indicar inflação) atinja um pico próximo a 11% em outubro, em função da alta nos preços de energia.
Após a decisão o Euro Stoxx 50 chegou a cair 1%. A bolsa europeia reduziu a queda há pouco e opera a -0,67%.
O Ibovespa futuro abre em alta de 0,61%, aos 113.290 pontos, e destoa dos índices internacionais, que operam predominantemente negativos nesta quinta-feira.
No mesmo horário, o dólar à vista opera em queda de 0,74%, cotado a R$ 5,1345.
Bom dia! Os Bancos Centrais dominaram o noticiário da semana, com a Super Quarta sendo o principal dia do mercado financeiro global e local.
A decisão do Federal Reserve contrasta com a do BC local e as bolsas devem enfrentar grande volatilidade nesta quinta-feira (22).
O Fed, o BC dos EUA, decidiu por um acréscimo em 75 pontos-base a taxa básica de juros nos Estados Unidos.
Foi a terceira alta de juro na mesma magnitude no país.
Já o BC local manteve os juros inalterados.
A decisão não foi unânime, mas foi o que aconteceu: houve quem defendesse uma alta residual de 25 pontos-base. Mesmo assim, a Selic ficou mesmo em 13,75% ao ano.
Numa tentativa de demonstrar que está em alerta na batalha contra o dragão da inflação, o Copom assegurou que não hesitará em voltar a elevar a Selic se assim julgar necessário.
Ainda hoje, o Reino Unido também conhecerá a decisão de política monetária do Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês).
Com os olhos do mundo voltados para os BCs e a agenda esvaziada no campo dos indicadores, os investidores devem recalibrar suas posições em bolsa frente ao novo cenário de juros.
Dessa forma, alguma volatilidade nas bolsas é esperada para hoje.
Enquanto as bolsas na Europa operam em queda antes da decisão de juros do BoE, os futuros de Nova York são negociados sem uma direção definida.
No fechamento da Ásia e Pacífico, as bolsas reagiram negativamente à postura agressiva do Fed contra a inflação.
No pregão da última quarta-feira, o Ibovespa acompanhou a aversão ao risco de Nova York e fechou a sessão em queda de 0,52%, aos 111.935 pontos.
O dólar à vista avançou 0,40%, a R$ 5,1730.
Confira o que movimenta as bolsas, o dólar e o Ibovespa hoje.
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