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Acompanhe por aqui o que mexe com a bolsa, o dólar e os demais mercados hoje, além das principais notícias do dia
RESUMO DO DIA: A bolsa e os demais mercados brasileiros permanecem fechados nesta terça-feira (15), em função do feriado da Proclamação da República. No exterior, contudo, temos uma sessão normal — e, em linhas gerais, positiva. Na Europa, as principais praças operam em leve alta; nos EUA, os futuros de Wall Street sobem em bloco. Dados de inflação mais amenos na zona do euro e a recente aproximação entre americanos e chineses ajudam a diminuir a percepção de risco dos investidores.
Acompanhe por aqui o que mexe com a bolsa, o dólar e os demais mercados hoje, além das principais notícias do dia.
Na última hora de pregão os investidores estiveram pressionados pela notícia de que dois possíveis mísseis russos atingiram a Polônia, o que pode envolver oficialmente a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) no conflito ucraniano, mas foram os dados de inflação.
O preço ao produtor (PPI, na sigla em inglês), caiu ao menor nível em um ano ao subir 0,2%. No acumulado do ano a alta é de 8%, contra 8,3% da projeção dos analistas.
O dado se junta a outros indicadores de inflação que já vinham mostrando moderação da alta dos preços. Ainda assim, o Federal Reserve segue se posicionando de forma dura, sinalizando que ainda não é hora de interromper o ciclo de aperto monetário.
Confira o fechamento dos principais índices em Wall Street:
Após uma reação brusca ao noticiário geopolítico, as bolsas americanas voltaram a operar em alta, mas longe das máximas vistas pela manhã.
Há pouco, as bolsas em Nova York devolveram parte dos ganhos vistos mais cedo, com o Dow Jones passando a operar no vermelho.
Segundo informações da Associated Press, dois foguetes russos acabaram atingindo a Polônia, integrante da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), matando duas pessoas. A notícia tende a piorar o cenário geopolítico, aumentando a tensão no leste europeu e levando o governo polonês a acionar o comitê de segurança nacional.
Embora seja feriado no Brasil, em Nova York diversos economistas e autoridades monetárias se reuniram para discutir perspectivas para o país.
Em evento organizado pelo Lide – Grupo de Líderes Empresarias, O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e os ex-presidentes do BC, Henrique Meirelles, Joaquim Levy e Persio Arida, participaram de um painel conjunto nesta tarde.
Assim como tem sido no mercado financeiro, a principal pauta foi as perspectivas para o cenário fiscal, já que há grandes incertezas sobre os próximos passos do governo eleito.
Persio Arida, membro da equipe de transição do governo, disse não ver a excepcionalização do teto de gastos para programas como o Bolsa Família como necessária, já que recursos como esse devem estar todo ano no orçamento. Nesse sentido, Arida confirma o discurso defendido pelo PT, de que é necessário colocar os gastos sociais indefinidamente fora do teto de gastos.
O ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles, pai do teto de gastos, afirmou que a “licença para gastar” pedida pelo governo eleito é necessária para contemplar os urgentes programas sociais, mas pediu moderação no valor pedido.
Além disso, Meirelles defendeu que o país tenha uma nova âncora fiscal para evitar um problema maior.
Em contrapartida ao aumento de gastos, o ex-ministro também defendeu as reformas administrativas e tributárias, assim como privatização de estatais não-estratégicas.
Em meio ao tom otimista visto nos mercados internacionais, os ativos brasileiros negociados nas bolsas americanas aproveitam para avançar nesta terça (15).
Destaque para o EWZ, o fundo de índice que replica o Ibovespa em Wall Street: o ETF opera em alta de 1,23% neste início de tarde.
Veja abaixo como estão alguns dos principais ADRs (recibos de índice) de empresas brasileiras negociados nos EUA:
Divulgado na noite de ontem (14), o balanço do Nubank mostrou um resultado trimestral maior do que o esperado, mas a inadimplência segue sendo um fator de forte preocupação. As ações, no entanto, reagem em alta. Na Nasdaq, os papéis sobem mais de 10%.
A fintech exibiu lucro líquido positivo pela primeira vez, mas o número veio após uma provisão de inadimplência menor do que o esperado, já que não acompanha o ritmo da deterioração da carteira de crédito. O índice de empréstimos atrasados há mais de 90 dias subiu 0,6 ponto percentual.
“Reconhecemos a capacidade de execução da companhia, mas diante do ambiente ainda difícil em termos de inadimplência à pessoa física, principalmente em linhas sem garantia, como é o caso do Nu, acreditamos que o operacional deve continuar pressionado. Por fim, o valuation ainda muito premiado, principal ponto da nossa visão negativa para a ação”, aponta Larissa Quaresma, analista de ações da Empiricus.
Conforme já indicavam os índices futuros, as bolsas em Wall Street começaram o dia em forte alta.
O dia começa com dados melhores do que o esperado da inflação americana – o que dá fôlego aos índices futuros em Nova York. O preço ao produtor (PPI, na sigla em inglês), caiu ao menor nível em um ano ao subir 0,2%. No acumulado do ano a alta é de 8%, contra 8,3% da projeção dos analistas.
As bolsas em Nova York reagem fortemente ao balanço da varejista Walmart nesta manhã.
A companhia teve uma receita de US$ 152,81 bilhões no terceiro trimestre de 2022, alta de 8,7% maior do que o mesmo período do ano passado e maior do que as projeções. O prejuízo líquido foi de US$ 1,798 bilhão, contra lucro de US$ 3,1 bilhões na comparação anual.
A empresa elevou a sua perspectiva de crescimento global e cresceu a sua participação de fatia de mercado, elevando o otimismo dos investidores.
As ações do Walmart chegaram a saltar 9% no pré-mercado americano e pixa todo o setor de varejo
Outros dados econômicos divulgados na zona do euro contribuem para manter o clima positivo nas bolsas do continente.
A segunda prévia do PIB da região no terceiro trimestre de 2022 confirmou o crescimento de 0,2% ante o trimestre anterior, resultado que ficou em linha com as expectativas do mercado.
Na Alemanha, o índice ZEW de expectativas econômicas segue no campo positivo, mas mostra uma melhora significativa em relação a outubro: o dado foi de -59,2 para -36,7 pontos em novembro, resultado bastante superior às projeções de analistas, que apontavam para -50 pontos.
Como resultado, as bolsas do continente até ampliaram ligeiramente os ganhos:
Como não há sessão no Brasil nesta terça, o jeito é acompanhar o desempenho dos ativos brasileiros negociados em Nova York — e, ao menos nesta manhã, o tom é positivo. Mantido este comportamento ao fim do pregão em Wall Street, é provável que o mercado brasileiro passará por ajustes de alta na abertura de quarta (16).
O principal termômetro é o iShares MSCI Brazil, ou EWZ — um ETF que replica o Ibovespa no mercado americano. Nesta manhã, o ativo subia 2,27% no pré-mercado dos EUA, pegando carona no otimismo global.
Em termos de ativos de empresas brasileiras negociados em NY, veja como está o comportamento dos principais ADRs (recibos de ações) no pré-mercado:
Nos EUA, os futuros em Wall Street sobem em bloco, pegando carona no clima mais ameno visto no restante do mundo. Veja como estão os índices nesta manhã:
O bom desempenho, sobretudo do Nasdaq futuro, está relacionado à aproximação entre Joe Biden e Xi Jinping — os líderes se encontraram ontem, durante reunião do G-20, e demonstraram publicamente uma diminuição nas tensões econômicas e geopolíticas recentes.
Além disso, há também a percepção de que o Federal Reserve começará em breve a suavizar o ritmo de alta de juros nos EUA; como resultado, o dólar se enfraquece em relação às principais divisas do mundo, e os Treasuries operam em baixa. Esses dois componentes ajudam a gerar um fluxo para o mercado de ações, com destaque para o setor de tecnologia.
O Dollar Index, ou DXY, recua 0,60% nesta manhã — trata-se de um índice que compara o desempenho da moeda americana em relação a uma cesta com as principais divisas globais, como o euro, o iene e a libra esterlina.
A sessão asiática desta terça foi marcada por altas nos principais índices acionários do continente, especialmente na China. O enfraquecimento do dólar em escala global, somado ao avanço nas relações sino-americanas, deram ânimo às praças da região.
Veja abaixo como fecharam os principais mercados de ações da Ásia:
Bom dia!
Não há sessão no Brasil nesta terça-feira (15) — tanto a bolsa quanto o mercado de câmbio estarão fechados hoje, por causa do feriado da Proclamação da República. Mas, lá fora, as negociações ocorrem normalmente.
Na Europa, o tom é ligeiramente positivo, com as principais praças exibindo ganhos tímidos. As bolsas do velho continente repercutem uma série de dados de inflação e de atividade mais animadores, afastando por ora os temores de uma recessão mais intensa na região em 2023.
Veja abaixo como estão os principais índices acionários europeus nesta manhã:
Entre os dados que cooperam para a menor percepção de risco na Europa, destaque para a inflação na Espanha e na França; em ambos os países, os índices oficiais mostraram uma tendência de desaceleração e ficaram abaixo das projeções dos analistas.
Além disso, a leitura de que o ciclo de alta de juros nos EUA pode começar a desacelerar num futuro próximo também ajuda a impulsionar os mercados globais nesta terça. Essa visão faz com que o dólar recue em escala global e também faz os Treasuries americanos operarem em baixa.
Outro ponto que encoraja os investidores é a aparente diminuição nas tensões entre EUA e China: os presidentes dos dois países, Joe Biden e Xi Jinping, tiveram ontem o primeiro encontro formal durante a reunião do G20, na Indonésia — as sinalizações oficiais foram bastante amistosas e serviram para colocar panos quentes nos recentes atritos entre as duas superpotências.
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