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Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

MERCADOS AO VIVO

Bolsa hoje: Índices em NY fecham em alta com inflação menor do que o esperado, mas tensão na fronteira polonesa limita os ganhos

Acompanhe por aqui o que mexe com a bolsa, o dólar e os demais mercados hoje, além das principais notícias do dia

Victor Aguiar
Victor Aguiar
15 de novembro de 2022
8:34 - atualizado às 18:19
Selo Mercados AGORA Ibovespa dólar
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

RESUMO DO DIA: A bolsa e os demais mercados brasileiros permanecem fechados nesta terça-feira (15), em função do feriado da Proclamação da República. No exterior, contudo, temos uma sessão normal — e, em linhas gerais, positiva. Na Europa, as principais praças operam em leve alta; nos EUA, os futuros de Wall Street sobem em bloco. Dados de inflação mais amenos na zona do euro e a recente aproximação entre americanos e chineses ajudam a diminuir a percepção de risco dos investidores.

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Acompanhe por aqui o que mexe com a bolsa, o dólar e os demais mercados hoje, além das principais notícias do dia.

Na última hora de pregão os investidores estiveram pressionados pela notícia de que dois possíveis mísseis russos atingiram a Polônia, o que pode envolver oficialmente a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) no conflito ucraniano, mas foram os dados de inflação.

O preço ao produtor (PPI, na sigla em inglês), caiu ao menor nível em um ano ao subir 0,2%. No acumulado do ano a alta é de 8%, contra 8,3% da projeção dos analistas.

O dado se junta a outros indicadores de inflação que já vinham mostrando moderação da alta dos preços. Ainda assim, o Federal Reserve segue se posicionando de forma dura, sinalizando que ainda não é hora de interromper o ciclo de aperto monetário.

Confira o fechamento dos principais índices em Wall Street:

  • Nasdaq: +1,45%
  • S&P 500: +0,87%
  • Dow Jones: +0,17%

Após uma reação brusca ao noticiário geopolítico, as bolsas americanas voltaram a operar em alta, mas longe das máximas vistas pela manhã.

Há pouco, as bolsas em Nova York devolveram parte dos ganhos vistos mais cedo, com o Dow Jones passando a operar no vermelho.

Segundo informações da Associated Press, dois foguetes russos acabaram atingindo a Polônia, integrante da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), matando duas pessoas. A notícia tende a piorar o cenário geopolítico, aumentando a tensão no leste europeu e levando o governo polonês a acionar o comitê de segurança nacional. 

PANORAMA FISCAL

Embora seja feriado no Brasil, em Nova York diversos economistas e autoridades monetárias se reuniram para discutir perspectivas para o país.

Em evento organizado pelo Lide – Grupo de Líderes Empresarias, O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e os ex-presidentes do BC, Henrique Meirelles, Joaquim Levy e Persio Arida, participaram de um painel conjunto nesta tarde.

Assim como tem sido no mercado financeiro, a principal pauta foi as perspectivas para o cenário fiscal, já que há grandes incertezas sobre os próximos passos do governo eleito.

Persio Arida, membro da equipe de transição do governo, disse não ver a excepcionalização do teto de gastos para programas como o Bolsa Família como necessária, já que recursos como esse devem estar todo ano no orçamento. Nesse sentido, Arida confirma o discurso defendido pelo PT, de que é necessário colocar os gastos sociais indefinidamente fora do teto de gastos.

O ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles, pai do teto de gastos, afirmou que a “licença para gastar” pedida pelo governo eleito é necessária para contemplar os urgentes programas sociais, mas pediu moderação no valor pedido.

Além disso, Meirelles defendeu que o país tenha uma nova âncora fiscal para evitar um problema maior.
Em contrapartida ao aumento de gastos, o ex-ministro também defendeu as reformas administrativas e tributárias, assim como privatização de estatais não-estratégicas.

CONFIRA OS DETALHES

FECHAMENTO NA EUROPA
  • Londres: -0,21%
  • Frankfurt: +0,46%
  • Stoxx-600: +0,20%
  • Paris: +0,49%
ATIVOS BRASILEIROS SEGUEM EM ALTA

Em meio ao tom otimista visto nos mercados internacionais, os ativos brasileiros negociados nas bolsas americanas aproveitam para avançar nesta terça (15).

Destaque para o EWZ, o fundo de índice que replica o Ibovespa em Wall Street: o ETF opera em alta de 1,23% neste início de tarde.

Veja abaixo como estão alguns dos principais ADRs (recibos de índice) de empresas brasileiras negociados nos EUA:

  • Petrobras (PBR): +0,40%
  • Vale (VALE): +1,21%
  • Itaú Unibanco (ITUB): +1,22%
  • Bradesco (BBD): +0,53%
  • Ambev (ABEV): +1,68%
  • Gerdau (GGB): +1,36%
  • CSN (SID): +2,60%
  • Embraer (ERJ): +5,14%
NUBANK DISPARA

Divulgado na noite de ontem (14), o balanço do Nubank mostrou um resultado trimestral maior do que o esperado, mas a inadimplência segue sendo um fator de forte preocupação. As ações, no entanto, reagem em alta. Na Nasdaq, os papéis sobem mais de 10%. 

A fintech exibiu lucro líquido positivo pela primeira vez, mas o número veio após uma provisão de inadimplência menor do que o esperado, já que não acompanha o ritmo da deterioração da carteira de crédito. O índice de empréstimos atrasados há mais de 90 dias subiu 0,6 ponto percentual. 

“Reconhecemos a capacidade de execução da companhia, mas diante do ambiente ainda difícil em termos de inadimplência à pessoa física, principalmente em linhas sem garantia, como é o caso do Nu, acreditamos que o operacional deve continuar pressionado. Por fim, o valuation ainda muito premiado, principal ponto da nossa visão negativa para a ação”, aponta Larissa Quaresma, analista de ações da Empiricus. 

Conforme já indicavam os índices futuros, as bolsas em Wall Street começaram o dia em forte alta.

  • Dow Jones: +0,88%
  • S&P 500: +1,43%
  • Nasdaq: +1,98%
SURPRESA POSITIVA

O dia começa com dados melhores do que o esperado da inflação americana – o que dá fôlego aos índices futuros em Nova York. O preço ao produtor (PPI, na sigla em inglês), caiu ao menor nível em um ano ao subir 0,2%. No acumulado do ano a alta é de 8%, contra 8,3% da projeção dos analistas.

SURPRESA POSITIVA

As bolsas em Nova York reagem fortemente ao balanço da varejista Walmart nesta manhã.

A companhia teve uma receita de US$ 152,81 bilhões no terceiro trimestre de 2022, alta de 8,7% maior do que o mesmo período do ano passado e maior do que as projeções. O prejuízo líquido foi de US$ 1,798 bilhão, contra lucro de US$ 3,1 bilhões na comparação anual.

A empresa elevou a sua perspectiva de crescimento global e cresceu a sua participação de fatia de mercado, elevando o otimismo dos investidores.

As ações do Walmart chegaram a saltar 9% no pré-mercado americano e pixa todo o setor de varejo

MAIS DADOS DA EUROPA

Outros dados econômicos divulgados na zona do euro contribuem para manter o clima positivo nas bolsas do continente.

A segunda prévia do PIB da região no terceiro trimestre de 2022 confirmou o crescimento de 0,2% ante o trimestre anterior, resultado que ficou em linha com as expectativas do mercado.

Na Alemanha, o índice ZEW de expectativas econômicas segue no campo positivo, mas mostra uma melhora significativa em relação a outubro: o dado foi de -59,2 para -36,7 pontos em novembro, resultado bastante superior às projeções de analistas, que apontavam para -50 pontos.

Como resultado, as bolsas do continente até ampliaram ligeiramente os ganhos:

  • França (CAC40): +0,54%
  • Alemanha (DAX): +0,16%
  • Reino Unido (FTSE 100): +0,03%
  • Holanda (AEX): +1,02%
  • Espanha (IBEX 35): -0,26%
  • Itália (FTSE MIB): -0,01%
  • Euro Stoxx 50: +0,45%
ATIVOS BRASILEIROS SOBEM EM NY

Como não há sessão no Brasil nesta terça, o jeito é acompanhar o desempenho dos ativos brasileiros negociados em Nova York — e, ao menos nesta manhã, o tom é positivo. Mantido este comportamento ao fim do pregão em Wall Street, é provável que o mercado brasileiro passará por ajustes de alta na abertura de quarta (16).

O principal termômetro é o iShares MSCI Brazil, ou EWZ — um ETF que replica o Ibovespa no mercado americano. Nesta manhã, o ativo subia 2,27% no pré-mercado dos EUA, pegando carona no otimismo global.

Em termos de ativos de empresas brasileiras negociados em NY, veja como está o comportamento dos principais ADRs (recibos de ações) no pré-mercado:

  • Petrobras (PBR): +2,44%
  • Vale (VALE): +1,97%
  • Itaú Unibanco (ITUB): +1,41%
  • Bradesco (BBD): +0,35%
  • Gerdau (GGB): +3,06%
  • CSN (SID): -2,78%
  • Ambev (ABEV): -3,03%
EUA: BOLSAS SOBEM, DÓLAR CAI

Nos EUA, os futuros em Wall Street sobem em bloco, pegando carona no clima mais ameno visto no restante do mundo. Veja como estão os índices nesta manhã:

  • Dow Jones: +0,24%
  • S&P 500: +0,63%
  • Nasdaq: +1,07%

O bom desempenho, sobretudo do Nasdaq futuro, está relacionado à aproximação entre Joe Biden e Xi Jinping — os líderes se encontraram ontem, durante reunião do G-20, e demonstraram publicamente uma diminuição nas tensões econômicas e geopolíticas recentes.

Além disso, há também a percepção de que o Federal Reserve começará em breve a suavizar o ritmo de alta de juros nos EUA; como resultado, o dólar se enfraquece em relação às principais divisas do mundo, e os Treasuries operam em baixa. Esses dois componentes ajudam a gerar um fluxo para o mercado de ações, com destaque para o setor de tecnologia.

O Dollar Index, ou DXY, recua 0,60% nesta manhã — trata-se de um índice que compara o desempenho da moeda americana em relação a uma cesta com as principais divisas globais, como o euro, o iene e a libra esterlina.

DIA POSITIVO NA ÁSIA

A sessão asiática desta terça foi marcada por altas nos principais índices acionários do continente, especialmente na China. O enfraquecimento do dólar em escala global, somado ao avanço nas relações sino-americanas, deram ânimo às praças da região.

Veja abaixo como fecharam os principais mercados de ações da Ásia:

  • Japão (Nikkei 225): +0,10%
  • China (Shanghai): +1,64%
  • China (Shenzhen): +2,14%
  • Hong Kong (Hang Seng): +4,11%
  • Taiwan (Taiwan Weighted): -2,55%
  • Coréia do Sul (KOSPI): +0,23%
EXTERIOR POSITIVO

Bom dia!

Não há sessão no Brasil nesta terça-feira (15) — tanto a bolsa quanto o mercado de câmbio estarão fechados hoje, por causa do feriado da Proclamação da República. Mas, lá fora, as negociações ocorrem normalmente.

Na Europa, o tom é ligeiramente positivo, com as principais praças exibindo ganhos tímidos. As bolsas do velho continente repercutem uma série de dados de inflação e de atividade mais animadores, afastando por ora os temores de uma recessão mais intensa na região em 2023.

Veja abaixo como estão os principais índices acionários europeus nesta manhã:

  • França (CAC40): +0,22%
  • Reino Unido (FTSE 100): +0,05%%
  • Alemanha (DAX): -0,17%
  • Holanda (AEX): +0,66%
  • Euro Stoxx 50: +0,14%

Entre os dados que cooperam para a menor percepção de risco na Europa, destaque para a inflação na Espanha e na França; em ambos os países, os índices oficiais mostraram uma tendência de desaceleração e ficaram abaixo das projeções dos analistas.

Além disso, a leitura de que o ciclo de alta de juros nos EUA pode começar a desacelerar num futuro próximo também ajuda a impulsionar os mercados globais nesta terça. Essa visão faz com que o dólar recue em escala global e também faz os Treasuries americanos operarem em baixa.

Outro ponto que encoraja os investidores é a aparente diminuição nas tensões entre EUA e China: os presidentes dos dois países, Joe Biden e Xi Jinping, tiveram ontem o primeiro encontro formal durante a reunião do G20, na Indonésia — as sinalizações oficiais foram bastante amistosas e serviram para colocar panos quentes nos recentes atritos entre as duas superpotências.

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