O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Banco central norte-americano confirmou o que já vinha sendo telegrafado: o aperto monetário será agressivo e a redução de seu balanço de ativos, acelerada; entenda o que isso significa para os mercados
O S&P 500, o Nasdaq e o Dow Jones tombaram com os ventos fortes soprados pelos Federal Reserve (Fed) nesta quarta-feira (06). Os três principais índices de Nova York não resistiram aos efeitos que o ritmo acelerado da política monetária pode provocar na economia norte-americana e fecharam o dia em queda.
Os investidores tomaram conhecimento dos planos do Fed após a divulgação da ata da reunião de março. O documento mostrou que nem a guerra na Ucrânia será capaz de conter o ímpeto do banco central dos EUA de elevar os juros para conter a inflação.
Esse movimento já vinha sendo telegrafado pela autoridade monetária, mas o que muitos não esperavam era que a elevação de 0,25 ponto percentual (pp) da taxa básica no mês passado só não foi maior — de 0,50 pp — porque muitos dirigentes do Fed temiam os efeitos do conflito no leste europeu.
Por isso, boa parte dos investidores passou a a esperar que, além de altas em todas as reuniões daqui até o final do ano, o banco central norte-americano vai subir os juros em fatias maiores para dar conta de controlar o avanço dos preços no país.
Em fevereiro, o PCE — sigla em inglês para índice de preços para os gastos pessoais, a medida preferida do Fed para a inflação — subiu 6,4%, o maior patamar em 40 anos. Nos EUA, a meta de inflação é de 2% ao ano.
Confira o fechamento dos índices em Nova York nesta quarta-feira (06):
Leia Também
Além do aumento agressivo na taxa de juros, o Fed também prepara a redução de seu balanço patrimonial vem aí — que deve começar logo após a próxima reunião de política monetária, em maio.
Em março de 2020, no auge da pandemia de covid-19, o Fed mais que dobrou seu balanço de US$ 4,1 trilhões para US$ 9 trilhões via compra de títulos do Tesouro e papéis atrelados a hipotecas para dar suporte aos mercados financeiros.
Assim que começou a normalizar sua política monetária, o primeiro passo do Fed foi encerrar com essas compras mensais de títulos do Tesouro e hipotecários. Agora, o banco central norte-americano vai reduzir o que já tem acumulado.
Ao anunciar que essa operação vai começar em breve, o Fed está dizendo ao mercado que a fonte de dinheiro fácil não só secou como agora terá mais ativos em circulação — o que, para muitos analistas, equivale a aumentos da taxa de juros.
Os mercados europeus fecharam antes de a ata do Fed ser divulgada, mas ainda assim terminaram a quarta-feira em queda.
Além de se anteciparem ao que o documento poderia trazer, os investidores do velho continente também repercutiram as sanções anunciadas contra a Rússia.
O índice pan-europeu stoxx 600 encerrou em queda de 1,6%, com quase todos os setores e principais bolsas caindo em território negativo.
As ações de viagens e lazer lideraram as perdas, com queda de 3,9% na sessão, enquanto as ações de saúde contrariaram a tendência de fechar em 0,2%.
O BTG Pactual realizou apenas uma troca na sua carteira de ações para o mês de fevereiro. O banco retirou a Vale (VALE3), que deu lugar para Axia Energia (AXIA6). Além disso, os analistas também aumentaram sua posição em Caixa Seguridade (CXSE3), de 5% para 10%, e reduziram em B3 (B3SA3), de 10% para 5%. A carteira tem como objetivo […]
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas
Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa
O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA
Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas
Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público
Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%
A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira
Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa
Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais
Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global
As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice