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Larissa Vitória

Larissa Vitória

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo portal SpaceMoney e pelo departamento de imprensa do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Ibovespa ignora tensão pré-Fed e sobe mais de 2%, fechando no melhor nível desde outubro; dólar volta aos R$ 5,43

O dia tinha tudo para ser como ontem, mas o Ibovespa encontrou forças para voltar aos 110 mil pontos e recuperar as perdas da semana

Larissa Vitória
Larissa Vitória
25 de janeiro de 2022
19:41 - atualizado às 19:42
Ibovespa Sextou Brinde Chope 125 Mil Gráficos
Imagem: Shutterstock, com intervenção de Andrei Morais

Com a crise entre Ucrânia e Rússia ainda no radar e a expectativa crescente para a reunião de política monetária do Federal Reserve, a ser realizada na próxima quarta-feira (26), o dia tinha tudo para terminar como ontem: com o Ibovespa no vermelho.

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O principal índice da B3 começou mesmo a terça-feira (25) em queda e a manhã foi marcada pela volatilidade nos negócios. Mas, ao longo da tarde, o Ibovespa virou definitivamente o sinal e se firmou em terreno positivo.

Mesmo pressionado por mais um dia negativo em Nova York, o índice seguiu pelo caminho oposto ao da segunda-feira (25) e encerrou o pregão no melhor nível desde outubro de 2021, com alta de 2,10%, aos 110.203 pontos.

Boa parte desse movimento ainda segue o ritmo da semana passada, com entrada de recursos estrangeiros alocados em papéis considerados baratos, do ponto de vista do investidor global. A performance também é amparada pelo desempenho positivo das commodities.

Já as bolsas norte-americanas não conseguiram repetir o feito do primeiro pregão da semana e reverter a queda na reta final do dia.

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Por lá, pesou a tensão pré-Fed. O mercado espera que a autoridade monetária sinalize uma alta de juros para a reunião de março e indique os próximos passos do tapering, a retirada de estímulos monetários da economia.

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Mas os investidores também temem surpresas negativas, como um discurso ainda mais duro da autoridade monetária contra a inflação. O Dow Jones chegou a subir durante a tarde, mas terminou a sessão em leve queda de 0,19%, enquanto o S&P 500 e o Nasdaq recuaram 1,22% e 2,88%.

Na Europa, as principais bolsas tiveram um dia de recuperação parcial, depois de terem desabado ontem. O índice pan-europeu Stoxx 600, que reúne as principais empresas do continente, recuou quase 4% na segunda-feira, mas hoje fechou em alta de 0,71%.

Os índices do velho continente chegaram a balançar com a abertura negativa em Wall Street - e também permaneceu no radar a crise entre Ucrânia e Rússia - mas se recuperaram, e fecharam majoritariamente em alta.

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O dólar à vista, por sua vez, continuou sua trajetória de alta na abertura, mas logo virou para queda, e fechou o dia em recuo de 1,24%, a R$ 5,435, puxando para baixo as ações de exportadoras brasileiras.

Por aqui, os juros futuros operaram mistos, depois de terem começado o dia em alta. Veja como foi o desempenho dos principais vencimentos:

  • Janeiro/23: alta de 0,13%, para 11,835%;
  • Janeiro/25: queda de 0,61%, para 11,03%;
  • Janeiro/27: queda de 0,29%, para 11,17%

Federal Reserve

Nesta quarta-feira (26), o Federal Reserve, o Banco Central americano, decide os próximos passos da sua política monetária. A expectativa dos mercados é de que o Fed mantenha os juros inalterados, sinalize a primeira alta das taxas para a reunião de março e indique a próxima etapa do tapering, o processo de retirada de estímulos da economia.

O temor é de que venha por aí alguma surpresa, no sentido de que a alta de juros ou a retirada de estímulos possam ser mais intensas ou mais rápidas do que o atualmente esperado.

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De acordo com as projeções de especialistas ouvidos pelo Yahoo! Finance, o Fed deve elevar os juros mais duas ou três vezes ainda neste ano, fazendo a taxa atingir o 1% até o final de 2022.

Mas de acordo com um relatório do Goldman Sachs, para que o BC americano consiga controlar a inflação, os juros devem subir até cinco vezes ainda neste ano.

Risco fiscal segue no radar

Os mercados domésticos continuam de olho no risco fiscal, após a sanção do Orçamento de 2022 pelo presidente Jair Bolsonaro e com a proposta do governo de cortar impostos federais para reduzir os preços dos combustíveis.

O Orçamento deste ano destina cifras bilionárias para o parlamento, enquanto reduziu o nível de investimentos. Além disso, manteve R$ 1,7 bilhão para reajustes de servidores públicos federais, que o Bolsonaro já havia se comprometido a destinar à classe policial, gerando insatisfação em outras categorias.

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Também causa desconforto ao mercado a chamada PEC dos Combustíveis, Proposta de Emenda à Constituição que zera os impostos federais PIS/Cofins dos combustíveis, podendo estender a isenção à energia elétrica.

De acordo com um relatório da XP, o governo central pode perder até R$ 240 bilhões com a aprovação da chamada PEC dos Combustíveis — e o impacto no preço da gasolina será de apenas R$ 0,20, no melhor dos cenários.

Sobe e desce do Ibovespa

Veja as maiores altas do Ibovespa nesta terça-feira:

CÓDIGOAÇÃOVALORVARIAÇÃO
QUAL3Qualicorp ONR$ 17,45+7,52%
LWSA3Locaweb ONR$ 9,09+6,44%
CIEL3Cielo ONR$ 2,18+6,34%
SANB11Santander unitR$ 33,13+6,25%
JHSF3JHSF ONR$ 5,82+6,20%

Veja também as maiores quedas:

CÓDIGOAÇÃOVALORVARIAÇÃO
SUZB3Suzano ONR$ 56,71-2,59%
CSNA3CSN ONR$ 25,41-2,04%
ALPA4Alpargatas PNR$ 28,29-1,60%
GGBR4Gerdau PNR$ 27,39-1,47%
BRFS3BRF ONR$ 23,25-0,90%

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