O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ainda faltam alguns meses para que Rial assuma permanentemente a cadeira de presidente, mas o “efeito Rial” já pode ser sentido nas ações da companhia, que operam em forte alta
Não é fácil transformar uma empresa clássica e com forte DNA do varejo físico em uma potência moderna e digital — principalmente em um nicho em que a concorrência não para de crescer, como no e-commerce.
A Americanas (AMER3), no entanto, está disposta a continuar buscando uma virada de chave eficiente para os seus negócios.
Depois da fusão com a antiga B2W e uma reestruturação societária bem-sucedida em 2021, a companhia anunciou na última sexta-feira a saída de Miguel Gutierrez do cargo de CEO, após mais de 20 anos na posição — o que pegou os analistas e investidores de surpresa.
O novo escolhido não é nenhum desconhecido do mercado. A partir de 1° de janeiro de 2023, o novo comandante da varejista será Sergio Rial — ex-CEO e atual presidente do conselho de administração do Santander.
Ainda faltam alguns meses para que Rial assuma permanentemente a cadeira de presidente, mas o “efeito Rial” já pode ser sentido nas ações da companhia.
Nesta manhã (22), no primeiro pregão após o anúncio da última sexta-feira (19), as ações AMER3 saltaram quase 20% e acabaram encerrando o dia com fôlego ainda maior: avanço de 22,49%, a R$ 15,96. Vale lembrar que os papéis acumulam queda de mais de 60% no ano, refletindo a preocupação com a inflação alta e o aumento dos juros em escala global.
Leia Também
Com 30 anos de Americanas e 20 no cargo de diretor presidente, Miguel Gutierrez foi o responsável por liderar a expansão das operações da companhia de 100 para mais de 3.500 lojas físicas e o desenvolvimento digital da operação.
Com quase três décadas de casa, a saída de Gutierrez parece ser um importante sinal da transição e reformulação pretendida pela Americanas, além de reforçar um nome que pode ser fundamental para que a companhia siga crescendo com rentabilidade nos próximos anos — para o BTG Pactual, a falta de consistência continua sendo o principal desafio da empresa.
Rial não possui experiência no varejo, mas, para os analistas do Santander, o histórico do executivo em setores complexos como o bancário pode trazer novas perspectivas necessárias para a transformação da companhia.
O Itaú BBA é outro banco a ver a mudança no comando como positiva e um passo certo em direção à renovação.
Na opinião dos analistas da casa, as ações haviam sido deixadas de lado por investidores e analistas nos últimos trimestres, o que explica, em parte, a queda de 60% no ano.
"Volatilidade e problemas de comunicação deixaram os papéis de AMER3 abaixo do seu potencial. Com essa mudança na gestão, acreditamos que os investidores deverão preferir o benefício da dúvida e assumir que mais valor pode ser extraído desse ativo no curto prazo."
Apesar de acreditar que a companhia está sendo negociada a múltiplos baixos, o banco colocou sua recomendação e preço-alvo sob revisão. Das 17 recomendações compiladas pela plataforma TradeMap, 9 casas possuem indicação de compra para AMER3, enquanto o restante são análises neutras.
Nome conhecido e bem visto pelo mercado, Sergio Rial foi CEO do Santander Brasil (SANB11). Anteriormente, esteve no comando da Seara e do frigorífico Marfrig (MRFG3).
Hoje, Rial é presidente dos Conselhos de Administração do Santander Brasil e da Vibra Energia (VBBR3), antiga BR Distribuidora, além de vice-presidente do conselho da BRF (BRFS3). Ainda não se sabe se o executivo deixará algum desses cargos antes de assumir o comando das Americanas.
Segundo o comunicado da varejista que anunciou a troca na presidência, são elementos conhecidos de sua gestão a determinação por crescimento rentável, transformação digital com foco no cliente e desenvolvimento de equipes e negócios de alta performance.
"O Sr. Sergio Rial traz vasta experiência em diversos setores, incluindo relevante vivência internacional por mais de 15 anos, na Ásia, Europa e nos Estados Unidos", destaca o comunicado.
Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante
A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora
Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado
Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro
Medida anunciada por Donald Trump havia provocado forte queda na véspera, mas ações de tecnologia e melhora do humor externo sustentam os mercados
Gestor explica o que derrubou as ações da fintech após o IPO na Nasdaq, e o banco Citi diz se é hora de se posicionar nos papéis
Segundo fontes, os papéis da provedora de internet caíram forte na bolsa nesta segunda-feira (23) por sinais de que a venda para a Claro pode não sair; confira o que está barrando a transação
Em entrevista exclusiva, o CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, detalha o que já realizou no banco e o que ainda vem pela frente
Ganhos não recorrentes do fundo sustentem proventos na casa de R$ 0,12 por cota até o fim do primeiro semestre de 2026 (1S26), DY de quase 16%
O ouro, por sua vez, voltou para o nível dos US$ 5 mil a onça-troy, enquanto a prata encerrou a semana com ganho de 5,6%
Para o banco, a hora de comprar o FII é agora, e o motivo não são só os dividendos turbinados
O Bradesco BBI rebaixou recomendação da Porto Seguro para neutra, com a avaliação de que boa parte dos avanços já está no preço atual
Confira as principais movimentações do mercado de fundos imobiliários, que voltou do Carnaval “animado”
Mais flexíveis, os fundos imobiliários desse segmento combinam proteção com potencial de valorização; veja onde estão as principais oportunidades, segundo especialistas
O galpão logístico que é protagonista de uma batalha com os Correios terá novo inquilino e o contrato prevê a redução da vacância do FII para 3,3%
Movimento faz parte da reta final da recuperação judicial nos EUA e impacta investidores com forte diluição
As empresas substituíram os papéis da Cyrela (CYRE3) e Rede D’Or (RDOR3)
A companhia promoveu um grupamento na proporção 2 por 1, sem alteração do capital social, mas outra aprovação também chamou atenção do mercado
Após a compra, o fundo passará a ter 114 imóveis em carteira, com presença em 17 estados e uma ABL de aproximadamente 1,2 milhão de metros quadrados
ADRs da Vale e Petrobras antecipam dia de volatilidade enquanto mercados voltam do feriado; aversão a risco e queda do minério de ferro explicam quedas