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Os índices futuros indicavam um dia de alta, mas o CPI, um dos principais indicadores de inflação dos Estados Unidos, avançou mais do que o esperado, o que eleva os temores de uma elevação de juros mais brusca no país.
O fantasma do aperto monetário do Federal Reserve voltou a assombrar os mercados globais nesta quarta-feira (10), mas o Ibovespa navega mais uma vez na direção contrária dos demais índices.
O CPI, um dos principais indicadores de inflação dos Estados Unidos, avançou mais do que o esperado, elevando os temores de que o Fed realize uma elevação de juros mais agressiva ao longo do ano.
A expectativa do mercado era de que o indicador avançasse 0,4%, mas a alta foi de 0,6%. A reação foi imediata. As bolsas em Nova York abriram o dia em forte queda, enquanto o retorno dos títulos do Tesouro americano avançam – o título T-note de 10 anos superou a casa dos 2% pela primeira vez desde agosto de 2019.
A deterioração do cenário internacional aumentou após declarações de James Bullard, presidente do Fed de St. Louis, membro votante nas reuniões de política monetária. Bullard defendeu um aumento de 100 pontos-base até julho.
O Ibovespa passou por alguns momentos de grande instabilidade após a divulgação do número, mas agora opera em alta firme, pegando carona com o movimento positivo das ações dos setores de commodities e financeiro. Os grandes bancos avançam na expectativa do balanço do Itaú que será divulgado nesta noite. Já as empresas do setor de mineração e siderurgia acompanham a alta de mais de 4% do minério de ferro.
Por volta de 16h, o principal índice da bolsa brasileira tem alta de 0,92%, aos 113.497 pontos. Após a fala de Bullard, o dólar á vista mudou de sinal e agora sobe 0,03%, a R$ 5,2278. Os juros futuros disparam, acompanhando o movimento visto nos Estados Unidos.:
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| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F23 | DI jan/23 | 12,29% | 12,26% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 11,27% | 11,19% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 11,19% | 11,11% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 11,26% | 11,20% |
No Brasil, antes dos balanços do dia, quem está em foco é o cenário fiscal. O ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, indicou que o governo deve desistir de reduzir impostos sobre gasolina e etanol após as fortes críticas da equipe econômica e dos alertas feito pelo Banco Central nas últimas semanas. Para reduzir o impacto da medida, o foco deve permanecer apenas no diesel, com impacto fiscal de "apenas R$ 18 bilhões.
Confira as maiores altas do dia:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| RRRP3 | 3R PETROLEUMON NM | R$ 39,21 | 4,84% |
| VIIA3 | VIA ON NM | R$ 4,22 | 4,46% |
| MGLU3 | MAGAZ LUIZA ON NM | R$ 6,82 | 3,33% |
| AZUL4 | AZUL PN N2 | R$ 29,00 | 3,17% |
| PRIO3 | PETRORIO ON NM | R$ 25,18 | 2,78% |
Depois da recuperação no pregão anterior e com os índices americanos no vermelho, as empresas de tecnologia apresentam queda firme na sessão de hoje. O destaque fica com a Suzano, em reação ao balanço da companhia e da forte queda do dólar. Confira também as maiores quedas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| SUZB3 | SUZANO S.A. ON NM | R$ 58,03 | -4,24% |
| CASH3 | MELIUZ ON NM | R$ 2,88 | -2,70% |
| LWSA3 | LOCAWEB ON NM | R$ 9,95 | -2,26% |
| TOTS3 | TOTVS ON NM | R$ 27,87 | -2,21% |
| KLBN11 | KLABIN S/A UNT N2 | R$ 24,52 | -2,04% |
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