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RESUMO DO DIA: As bolsas internacionais começam o dia estendendo os ganhos da sessão anterior. A ata do Fed confirmou as projeções de aumento de 50 pontos-base nos juros dos EUA, o que sustenta o otimismo de hoje, ainda que o PIB tenha decepcionado. Por aqui, o ICMS e os debates envolvendo a privatização da Eletrobras movimentam o Ibovespa.
Acompanhe por aqui o que mexe com a bolsa, o dólar e os demais mercados hoje, além das principais notícias do dia.
O Ibovespa encerrou o dia em alta de 1,18%, aos 111.889 pontos
O dólar à vista encerrou a sessão em queda de 1,23%, aos R$ 4,7614
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) autorizou um reajuste de até 15,5% no valor dos planos individuais e familiares, medida que deve afetar cerca de oito milhões de vidas.
Com isso, a Hapvida (HAPV3), operadora de saúde verticalizada que também gere a Intermédica, sobe forte. A Rede D’Or possui fatias relevantes de participação em operadoras de planos de saúde como a Qualicorp (QUAL3) e a SulAmérica (SULA3).
A aprovação do processo de capitalização da Eletrobras (ELET6) e a busca por ações mais defensivas impulsionaram o setor elétrico nas últimas semanas, mas o hoje o movimento se inverte.
O mercado aguarda atento o lançamento da oferta de ações da estatal que, segundo fontes, deve acontecer nesta quinta-feira (26).
Em um dia de grande apetite por risco, o setor domina as maiores quedas do dia:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| ELET3 | Eletrobras ON | R$ 43,47 | -3,23% |
| ELET6 | Eletrobras PNB | R$ 42,28 | -3,07% |
| TAEE11 | Taesa units | R$ 40,59 | -2,33% |
| CMIG4 | Cemig PN | R$ 11,74 | -2,49% |
| ENGI11 | Engie units | R$ 45,17 | -2,29% |
Com a inflação dos insumos castigando as finanças — e as ações — de construtoras e incorporadoras, muitas empresas do setor têm elevado o valor dos empreendimentos para aliviar a pressão nas margens.
Mas, para aquelas que vendem dentro do Casa Verde e Amarela, a estratégia é limitada pelas regras rígidas do programa governamental. Por isso, as mudanças anunciadas pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) na última quarta-feira (26) trazem alívio para o segmento.
Veja como operam as principais incorporadoras da B3 nesta quinta-feira.
O Ibovespa segue renovando máximas, ainda de olho na leitura de que o Fed pode se ver obrigado a não subir os juros de forma brusca.
Os investidores locais também aguardam o anúncio da Eletrobras sobre a sua oferta de ações.
As ações da Cielo (CIEL3) são o principal destaque da manhã. Os investidores reagem à mudança de recomendação para os papéis feita pelo JP Morgan.
Na última hora, o Ibovespa vem renovando máximas enquanto o dólar renova mínimas.
Os ativos locais acompanham o apetite por risco visto em Nova York, com os investidores antecipando que o Fed não deva subir tanto os juros após um PIB fraco.
Confira os principais destaques dos primeiros instantes do pregão:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| CIEL3 | Cielo ON | R$ 3,84 | 5,79% |
| HAPV3 | Hapvida ON | R$ 6,87 | 2,38% |
| EMBR3 | Embraer ON | R$ 12,40 | 2,23% |
| CASH3 | Meliuz ON | R$ 1,90 | 2,15% |
| MRVE3 | MRV ON | R$ 9,95 | 1,95% |
Confira também as maiores quedas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| MRFG3 | Marfrig ON | R$ 14,75 | -1,47% |
| BPAC11 | BTG Pactual units | R$ 24,32 | -1,46% |
| BRFS3 | BRF ON | R$ 14,04 | -1,27% |
| VALE3 | Vale ON | R$ 83,26 | -1,23% |
| CMIG4 | Cemig PN | R$ 11,91 | -1,08% |
O Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos voltou a decepcionar na segunda leitura do primeiro trimestre, mas os investidores americanos ainda estão olhando para as últimas palavras do Federal Reserve.
A ata da última reunião do Fed, divulgada ontem, mostrou que os dirigentes não irão largar mão de um aperto monetário mais forte para perseguir a inflação. Apesar disso, não houveram sinalizações de que altas de 0,75 ponto percentuais podem ser necessárias, o que animou o mercado.
No Brasil, o Ibovespa tem encontrado dificuldade para seguir uma direção única e oscila desde a abertura. Por aqui, os investidores aguardam o lançamento da oferta de ações bilionária da Eletrobras (ELET6) e a repercussão da aprovação de um teto para o ICMS dos combustíveis.
O Ibovespa encerrou os leilões de abertura em leve alta de 0,16%, aos 110.753 pontos.
No mesmo horário, o dólar à vista era negociado em queda de 0,21%, cotado a R$ 4,8123.
A leitura final do PIB dos Estados Unidos indicou uma queda de 1,5% das atividades no primeiro trimestre do ano. A leitura preliminar havia indicado contração de 1,4%.
O resultado foi pior do que as projeções do The Wall Street Journal, que esperava uma queda de 1,3% entre janeiro e março deste ano.
No trimestre, o PCE (a inflação dos EUA) subiu 7%. O indice mensal e anualizado será divulgado nesta sexta-feira (27).
Antes da abertura dos negócios por aqui, confira a coluna de Nilson Marcelo, analista técnico da Vitreo.
Entenda porque ele enxerga uma oportunidade de trade com as ações da Copasa (CSMG3).
O Ibovespa futuro abriu em alta de 0,85% hoje, aos 111.895 pontos.
O dólar à vista, por sua vez, avança 0,19%, negociado a R$ 4,8299.
As bolsas no exterior tentam emplacar mais um dia de alta após o Federal Reserve confirmar as projeções do mercado para o aperto monetário dos Estados Unidos.
Os investidores agora esperam pelos números do PIB do primeiro trimestre dos EUA.
Bom dia! O amargo remédio contra o avanço da inflação nos Estados Unidos deve vir na dose certa esperada pelos investidores.
Na tarde de ontem (15), o Federal Reserve impulsionou as bolsas pelo mundo ao divulgar a ata da sua mais recente reunião de política monetária.
A publicação aliviou o medo de que o aperto monetário dos EUA fosse mais intenso — uma alta de 75 a 100 pontos base nos juros já estava no radar dos analistas do mercado.
Mas o Fed deixou as asas do falcão de lado por enquanto e anunciou novos aumentos nos juros de 0,50 pontos percentuais.
O alívio veio em boa hora: as bolsas dos Estados Unidos fecharam em alta de mais de 1% na sessão da última quarta-feira.
Sobrou até um pouco de otimismo para o Ibovespa, que fechou praticamente estável aos 110.579 pontos, evitando encerrar mais um pregão no vermelho.
O dólar à vista, por sua vez, reduziu os ganhos a 0,18%, a R$ 4,8209.
Com a agenda mais esvaziada por hoje, o foco do dia vai para a leitura final do PIB do primeiro trimestre dos Estados Unidos.
A publicação preliminar dos dados mostrou uma queda inesperada do produto interno bruto do país e a revisão dos dados pode dar um novo fôlego aos índices nesta quinta-feira (26).
Além disso, permanece no radar o último dia da reunião do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, e a participação da vice-presidente do Fed, Lael Brainard, em audiência da Câmara dos Representantes dos EUA.
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