O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Negócio representa maior diversificação geográfica e aumento na base digital, mas melhorar as margens será um desafio, segundo analistas
O setor de educação passa por um momento de transição, com a combinação recente de diminuição do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), crescimento do ensino à distância (EAD) e os efeitos da pandemia.
Com tudo isso, as empresas têm procurado estratégias para manter ou aumentar sua base de alunos, e ao mesmo tempo serem mais lucrativas. Esta parece ser a ideia da Ser Educacional ao anunciar a compra da Faculdade Educacional da Lapa (FAEL).
A Ser pagará inicialmente R$ 280 milhões por 100% da FAEL. A depender do desempenho futuro, serão pagos mais R$ 17,5 milhões.
Luiz Carlos Borges da Silveira Filho, que hoje comanda a instituição adquirida pela Ser, fica pelo menos mais dois anos à frente da operação, segundo o contrato celebrado entre as duas partes.
Este item do acordo mostra como a aquisição é um caminho novo que a Ser tenta tomar. A companhia tem atuação mais forte na região Nordeste, e agora compra uma faculdade com sede na cidade de Lapa, no Paraná, que tem a maior parte dos seus alunos em cidades do Sul com menos de 100 mil habitantes.
Outro ponto importante é que a FAEL é 100% digital. A margem Ebitda Ajustada da Ser no ensino digital ficou em 24% entre janeiro e março, ante 21,3% na modalidade híbrida, que tem a presença do aluno em sala de aula pelo menos algumas vezes por semana.
Leia Também
Entre janeiro e abril deste ano, a captação de alunos no ensino digital mais que triplicou em relação a 2020, enquanto nos cursos presenciais caiu mais de 11%. Somente de janeiro a março, a base de alunos em cursos digitais cresceu 72,5%.
Mesmo com a crise provocada pela pandemia de covid-19, a FAEL teve crescimento de 12% na receita e de 124% no Ebitda ajustado em 2020.
Segundo os cálculos dos analistas da XP, a margem Ebitda da FAEL em 2020 foi de 13%. Mas com as sinergias, que podem atingir aproximadamente R$ 16 milhões, esse índice sobe para 23%.
A ressalva feita pela XP é que, na comparação com outros concorrentes, a margem da FAEL é baixa. Eles listam a Yduqs, com 50% no ensino digital, e a Vitro, que mesmo com um modelo híbrido, tem margens de 28%.
“Este movimento ousado de estar mais exposto ao ensino à distância é positivo. No entanto, estamos cautelosos sobre a capacidade da Ser de melhorar as margens da FAEL ainda além das sinergias especuladas”, diz a XP.
Para isso, seria necessário elevar o ticket médio e reduzir custos, algo difícil no contexto atual, segundo os analistas. Assim, a XP manteve a recomendação Neutra para a Ser.
Com a aquisição, a Ser passa a contar com mais de mil polos de EAD, já que a FAEL conta hoje com uma rede de mais de 600, e adiciona cerca de 90 mil alunos à sua base de graduação e pós-graduação. Em março, a base da Ser contava com 218 mil estudantes.
No comunicado sobre a transação, a Ser revela estar de olho também nos cursos oferecidos pela FAEL que apresentam maior ticket médio, principalmente nas áreas de saúde e engenharia.
A correta atualizou a tese da companhia para refletir os desenvolvimentos estratégicos recentes e os resultados divulgados
Banco destaca resiliência da Vale frente a outras mineradoras e projeta forte fluxo de caixa, mesmo com pressão de custos
A empresa diz que o contínuo ciclo de baixa da indústria petroquímica mantém os preços e os spreads pressionados, o que prejudica suas receitas. Por outro lado, as dívidas da empresa continuam crescendo como uma bola de neve
Antonio Carlos Garcia ocupava o cargo desde janeiro de 2020 e renunciou para assumir a posição na Azul, no lugar de Alexandre Wagner Malfitani
A operadora agora parcela em até 21 vezes as vendas de smartphones, acessórios e outros eletrônicos
As mudanças na estatal ocorrem por conta das eleições de outubro, já que quem for se candidatar precisa deixar os cargos no Executivo até hoje (4)
Gestora carioca escreveu carta aberta à operadora de saúde, com críticas à reeleição do Conselho e sua alta remuneração ante os maus resultados da empresa
Montadora de carros elétricos do bilionário Elon Musk têm números abaixo das expectativas em meio a redirecionamento de negócios
Mineradora mais que dobra reservas e segue entregando, mas banco afirma que boa parte da história já está no preço
Segundo uma carta da Squadra, o conselho de administração da empresa deve ganhar R$ 57 milhões em 2026, o que equivale a 1% do valor de mercado da empresa e coloca o time entre os mais bem pagos da bolsa
Analistas do banco apontam descolamento do minério e indicam potencial de valorização acima de 20% para ações
A a empresa quer que ao menos 45% da dívida seja revertida em ações, deixando os credores com até 70% das ações ordinárias, a R$ 0,40 por papel
Confira os problemas na operadora de saúde, segundo a gestora, e quais as propostas da Squadra para melhorar o retorno aos acionistas da Hapvida
A transação envolve toda a participação da Oi e de sua subsidiária na empresa de infraestrutura digital neutra e de fibra ótica por R$ 4,5 bilhões
O ponto central é a conversão das ações preferenciais (PN) em ordinárias (ON); em reuniões separadas, os detentores de papéis PNA1 e PNB1 deram o aval para a transformação integral dos ativos
Empresa dá novos passos na reestruturação e melhora indicadores no ano, mas não escapa de um trimestre negativo; veja os números
O anúncio da renúncia de Bruno Moretti vem acompanhado de novos impactos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã
O preço por ação será de R$ 5,59, valor superior ao atual: as ações fecharam o pregão de terça-feira a R$ 4,44
Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, Marino Colpo detalha as dores do crescimento da Boa Safra e por que planos estratégicos devem incluir M&A nos próximos meses
Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos