O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Para o banco, companhia de São Paulo opera em um valuation considerado atrativo, tendo em vista o contexto regulatório da empresa e as oportunidades que a companhia possui em relação aos pares
As ações das companhias de saneamento Sabesp (SBSP3), Copasa (CSMG3) e Sanepar (SAPR4) têm sido afetadas pelos anúncios de revisões tarifárias e expectativas sobre eventuais privatizações.
O mercado já vê com ceticismo a venda do controle da Sabesp, em São Paulo, e da Copasa, em Minas Gerais. No curto prazo (até 12 meses), o Bank of America (BofA) defende, inclusive, que os papéis têm razões limitadas para subir.
"Mas os riscos e oportunidades de longo prazo não devem ser negligenciados", disse o banco em relatório desta segunda-feira (19), assinado pelos analistas Arthur Pereira, Murilo Freiberger e Gustavo Faria.
Parte da equipe do BofA analisou as três companhias levando em conta quatro aspectos: regulação, operação, cenário político e oportunidades (novas concessões e até privatizações).
A conclusão dos analistas: as ações da Sabesp são a melhor opção entre as três companhias dos setor. A empresa de saneamento do estado de São Paulo é a única que tem a recomendação de compra, reiterada sobre relatório anterior.
Para o BofA, a Sabesp opera em um valuation considerado atrativo pelo banco, tendo em vista o contexto regulatório da empresa e as oportunidades que a companhia possui em relação aos pares.
Leia Também
O banco destaca que a Sabesp é negociada com um múltiplo EV/RAB (valor de firma sobre base de ativos regulatórios) de 0,63x para 2022, enquanto em 2015 o múltiplo era de 0,58x.
O BofA rebaixou as ações da Copasa de "neutro" para o equivalente a venda. Segundo o banco, os papéis da companhia são negociados com um prêmio de 34% sobre os pares do setor.
O banco aponta um desempenho inferior da companhia, baixas chances de privatização e o risco de a reforma tributária proposta pelo governo afetar a sua distribuição de dividendos.
A Sanepar é também vista com pessimismo principalmente por causa da proposta da Agepar (Agência Reguladora do Paraná) de recontar a base de ativos regulatórios periodicamente, removendo o conceito de RAB blindado.
Por volta das 17h, as ações da Sanepar (SAPR4) caíam 0,97%, a R$ 4,07, enquanto os papéis da Copasa (CSMG3) recuavam 1,25%, a R$ 14,22. No mesmo horário, Sabesp (SBSP3) tinha queda de 3,45%, a R$ 35,79, e o Ibovespa cedia 1,64%.
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro
Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026
Companhia vende participação no Shopping Curitiba, aumenta fatia em ativos estratégicos e faz permuta para turbinar desempenho operacional
O balanço mostrou crescimento operacional, melhora de rentabilidade e reversão da queima de caixa, em meio à continuidade dos ajustes na divisão de casas pré-fabricadas
Lucro cresce, ROE segue elevado, mas banco reforça disciplina em meio a sinais de pressão no crédito; confira os destaques do balanço
O Citi vê resultados mais fortes puxados por produção e petróleo, mas mantém cautela com a estatal e enxerga mais potencial de valorização em petroleiras independentes
Qualidade da subscrição surpreende e garante avanço das ações nesta terça-feira (5), mas incerteza sobre crescimento de prêmios ainda divide os grandes bancos sobre o que fazer com os papéis
A empresa entregou aumento no volume de cerveja, principalmente no Brasil, melhora de margens e ganhos estimados de participação em vários mercados
Nova empresa do grupo Bradesco nasce com números robustos, mas CEO Carlos Marinelli revela qual será o grande motor de crescimento futuro
Pressão de dividendos e crédito mais desacelerado devem aparecer no desempenho dos três primeiros meses do ano; analistas revelam se isso compromete a visão de longo prazo para o banco
O banco avalia que, apesar da pressão, algumas construtoras e incorporadoras ainda contam com receitas sustentadas por vendas fortes registradas nos últimos meses, o que deve ajudar nos balanços
Após anos de tentativa e uma reestruturação profunda, a Saint-Gobain finalmente assinou a venda da Telhanorte. Saiba o que motivou a saída da gigante francesa do varejo brasileiro.