O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Companhia reduz projeções para receita no primeiro trimestre, dizendo que retomada dependerá de ritmo da vacinação
Quem esperava que a recuperação das companhias aéreas decolasse em 2021, depois da recuperação que elas engataram no final de 2020, percebeu que o poço que a covid-19 cavou é bem mais profundo e difícil de sair.
A segunda onda atrapalhou os planos de retomada, e a perspectiva agora é de mais um ano de dificuldades, cuja superação dependerá do ritmo de vacinação contra o novo coronavírus.
A própria Gol (GOLL4) admitiu a situação na terça-feira (13), quando informou que a crise ainda é severa e que a recuperação ocorrerá num ritmo mais lento que o esperado.
“Tendo em vista que o número de casos de covid-19 no Brasil está em patamares elevados, a administração da Gol continua considerando cenários de recuperação mais conservadores, mantendo iniciativas para redução de custos, preservar equilíbrio do fluxo de caixa e adequação da oferta aos níveis reduzidos de demanda”, diz trecho de comunicado da empresa.
Para enfrentar este cenário de incerteza, a empresa informou que tem liquidez suficiente para administrar e financiar seu capital de giro, despesas e serviços da dívida “nos próximos meses, período de maior impacto no seu fluxo de caixa”, por coincidir com a baixa temporada.
Por conta da segunda onda de contaminações, que atingiu em cheio o país em março, a Gol registrou uma queda de 25% na busca por passagens aéreas em relação a fevereiro. O volume de vendas diárias caiu 40% durante o mês, levando a empresa a fechar o mês com uma receita bruta consolidada de R$ 300 milhões, queda de 37% na comparação mensal.
Leia Também
A situação resultou numa revisão negativa de algumas projeções para o primeiro trimestre, em relação ao que foi divulgado pela própria Gol no quarto trimestre.
Diante do novo cenário de demanda, a expectativa para a receita líquida no trimestre até março é de R$ 1,6 bilhão, ligeiramente abaixo dos R$ 1,7 bilhão informados inicialmente. O prejuízo por ação deve ser de aproximadamente R$ 2,35.
A receita unitária de passageiro deve ser 12% inferior ao registrado no mesmo período de 2020, enquanto a receita unitária deve ser 9% menor.
A Gol divulgou ainda dados novos, como da margem para o resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês), ajustada para excluir despesas não operacionais e não recorrentes. A expectativa é de que ela fique entre 20% e 22%, uma redução em relação aos 46% do mesmo período de 2020.
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
Regulador cita fragilidade financeira e irregularidades; grupo já estava no radar de investigações
Data de corte se aproxima enquanto caixa turbinado muda o jogo para quem pensa em investir na ação da farmacêutica
Projeções de proventos ganham fôlego com revisão do banco; veja o que muda para o investidor
Nova estrutura separa operações e cria uma “máquina” dedicada a um dos segmentos mais promissores do grupo; veja o que muda na prática
A JBS ainda considera que o cenário de oferta de gado nos EUA seguirá difícil em 2026, com o boi se mantendo caro para os frigoríficos devido à baixa no ciclo pecuário
No entanto, enquanto ela olhava para dentro de seu negócio, as concorrentes se movimentavam. Agora, ela precisará correr se quiser se manter como uma competidora relevante no jogo do varejo brasileiro
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios
Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda
Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações
Com o aumento dos investimentos, as margens continuam comprimidas, então o retorno para acionistas não deve vir no curto prazo, acredita o banco. Entrada no segmento farmacêutico também deve ser gradual, com projeto piloto lançado ainda neste ano
Banco vê espaço para revisões positivas de lucro, impulsionadas por minério mais caro, disciplina de capital e resiliência da demanda chinesa
Apple lança update com foco em segurança, entretenimento e acessibilidade, em sintonia com discussões como a Lei Felca
Fundo minoritário propõe injetar capital novo na operação, mas exige antes reconfigurar a governança da companhia; entenda