O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Receita do segmento, que inclui terceirização de frotas, sobe 9,6% em relação ao mesmo período de 2019, de acordo com dados preliminares
A Movida (MOVI3) divulgou neste domingo (10) suas prévias operacionais referentes ao quarto trimestre, com crescimento de receita nos segmentos de aluguel de carros (RAC) e terceirização de frotas (GTF), mas queda na parte de seminovos.
A receita líquida consolidada do segmento de aluguéis, que inclui RAC e GTF, somou R$ 500,8 milhões, avanço de 9,6% em relação aos três últimos meses de 2019. Ou seja, a companhia conseguiu superar os patamares pré-pandemia de covid-19 neste segmento.
Em relação ao terceiro trimestre de 2020, a receita da Movida com o serviço de aluguéis mostrou crescimento foi de 26,9%.
Ao separar os dois tipos de serviço, houve o mesmo ritmo de crescimento tanto no RAC quanto no GTF, na comparação anual, de 9,6%. O aluguel de veículos registrou receitas de R$ 359,6 milhões, e a gestão de frotas, de R$ 141,2 milhões.
Já em relação ao terceiro trimestre, o crescimento foi mais intenso no RAC, de 33,2%, contra 13,2% no GTF.
A Movida divulgou também números sobre sua frota e as diárias contratadas. Entre outubro e dezembro de 2020, o número de diárias no RAC subiu 7,6% em relação ao mesmo período de 2019 e 11,4% na comparação com o terceiro trimestre.
Leia Também
Ainda no RAC, a taxa de ocupação subiu de 78,9% no quarto trimestre de 2019 para 84,4% em 2020. Entre julho e setembro do ano passado, esta taxa estava em 82,7%.
A diária média ficou em R$ 84,60, ante R$ 70,30 no terceiro trimestre e R$ 83,90 no último trimestre de 2019. A frota total aumentou 4,5% em três meses, para 71.041 unidades, e ficou praticamente estável em relação ao fim do ano anterior.
Na gestão de frota, o número de diárias subiu 7,4% na relação anual e 8,3% na trimestral. A frota teve crescimento mais forte, com avanço de 16% em 3 meses e de 22,1% em 12 meses, para 47.244 veículos.
No total, a frota da Movida fechou o ano de 2020 com 118.285 veículos, crescimento trimestral de 8,8% e anual de 7,9%.
Em relação às vendas de veículos seminovos, a Movida registrou receita de R$ 489,8 milhões, quedas de 9,9% na comparação anual e de 23,6% na trimestral. A depreciação da frota teve um recuo de 18% e de 33%, respectivamente, para R$ 65,3 milhões.
O volume de veículos vendidos caiu 31,1% em três meses e 27,7% na comparação anual. Mas o preço médio subiu, fechando o quarto trimestre do ano passado em R$ 49.850, alta de 24,3% em um ano e de 10,1% em relação ao trimestre anterior.
* om informações da Estadão Conteúdo
Após tempestade perfeita da petroquímica nos últimos meses, banco norte-americano vê virada e eleva recomendação de BRKM para compra. O que está por trás da visão otimista?
As perdas vieram maiores do que o esperado por investidores e analistas e, nesta manhã, as ações estão em queda; quando a empresa voltará a crescer?
Cartão Itaú Private World Legend Mastercard é focado em clientes com pelo menos R$ 10 milhões investidos e oferece benefícios em viagens, gastronomia e entretenimento
Um dos principais acionistas da empresa, o fundo Magnólia FIP iniciou estudos para deixar o bloco controlador da rede de depilação a laser
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Jonas Marques afirma que a rede cearense retomou expansão e que os medicamentos GLP-1 são a aposta da vez
O consenso de mercado compilado pela Bloomberg apontava para lucro líquido de R$ 30,684 bilhões no período; já as estimativas de proventos eram de R$ 2,4 bilhões
Medidas estudadas pela Casa Branca para ampliar importações de carne bovina deram fôlego às ações da companhia e movimentaram o setor frigorífico
Para Renato Cohn, primeira abertura de capital desde 2021 pode destravar o mercado brasileiro — e banco vê apetite mesmo com juros altos e tensão global
Ações da mineradora avançam mesmo com o mau humor dominando a bolsa brasileira nesta segunda-feira (11)
Lucro acima do esperado não impede queda das units do banco neste pregão; confira o que dizem os analistas sobre o resultado
Primeira parcela faz parte do pacote de R$ 4,3 bilhões aprovado pela elétrica para remunerar acionistas em 2026
Nova estratégia combina crescimento acelerado com ROE em alta, e coloca o banco em um novo patamar de cobrança; veja os detalhes
Além da Fast Shop, o Ministério Público identificou mais empresas que foram beneficiadas pelo esquema, incluindo a Ultrafarma
Com crescimento equilibrado entre móvel, fibra e digital, Telefônica Brasil entrega lucro de R$ 1,2 bilhão no 1T26; veja os destaques do resultado
O balanço do BTG trouxe lucro em expansão e rentabilidade em alta; confira os principais números do trimestre
Mercado espera crescimento da receita, Ebitda bilionário e mais uma rodada de proventos para os acionistas da estatal; confira as projeções
A semana teve mudanças relevantes em Axia Energia (AXIA3), Tenda (TEND3) e Cemig (CMIG4)
Ex-presidente da B3 e ex-diretor do Santander, Gilson Finkelzstain foi escolhido em março para substituir Mario Leão no comando do banco no Brasil
Nesta sexta-feira (8), as ações da estatal completaram cinco sessões de quedas consecutivas, acompanhando a forte desvalorização do Brent na semana
Lucro cresceu 13,2% no primeiro trimestre, e bancos seguem vendo espaço para avanço dos dividendos