Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
insatisfações com a estatal

Petrobras sai em defesa de sua política de preços

Estatal listou uma série de respostas para justificar eventuais aumentos concedidos ou que possam vir a ser feitos este ano, diante de preços de petróleo em franca recuperação

Petrobras PETR4
Imagem: shutterstock

A Petrobras saiu em defesa da sua política de preços em relação ao diesel, combustível que está no topo das insatisfações dos caminhoneiros com o governo Jair Bolsonaro, e listou uma série de respostas para justificar eventuais aumentos concedidos ou que possam vir a ser feitos este ano, diante de preços de petróleo em franca recuperação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesta segunda-feira, a estatal aumentou o preço da gasolina, mas deixou o diesel inalterado. A alta no mercado internacional do petróleo atinge também o diesel e o Gás Natural Liquefeito (GLP), sendo que o último já sofreu reajuste de 6% na primeira semana do ano, impactando o preço do gás de cozinha.

Como se estivesse respondendo a perguntas de usuários de diesel, a coluna Fatos e Dados da Petrobras, no site da companhia, informa que o Brasil não tem o diesel mais caro do mundo, já que 121 países praticam preço do diesel mais alto do que a Petrobras, monopolista em refino no Brasil. "No início de janeiro o preço do diesel na bomba era 27,4% inferior à média mundial", informa a companhia.

O preço que a petrolífera pratica na refinaria corresponde a 48% do valor total nos postos de abastecimento, quando é acrescido da parte de distribuição e revenda (15%); custo do biodiesel (14%); e impostos (23%).

A estatal informa que em 2020 houve queda de 14% no preço do diesel, com o combustível começando o ano em torno de R$ 2,33 o litro nas refinarias e fechando 2020 em R$ 2,02/l.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo a Petrobras, é necessário seguir as cotações internacionais do diesel e dos outros combustíveis por causa da limitação das refinarias no Brasil, que não atendem todo o mercado, sendo necessário importar o produto.

Leia Também

EXPANSÃO INTERNACIONAL

Sonho americano cada vez maior: JBS (JBSS32) quer comprar fatia restante da Pilgrim’s Pride e ficar mais perto do S&P 500

DE MALAS PRONTAS

Adeus, Wall Street: Cosan (CSAN3) prepara saída da bolsa de Nova York; veja quando será seu último pregão

"Estas importações representam uma competição importante no mercado brasileiro de combustíveis e ajudam a regular o preço oferecido aos consumidores", afirma a Petrobras, em dissonância com os importadores de combustíveis, que acusam a estatal de não repassar todo aumento do mercado internacional para segurar a inflação, o que é negado pela companhia.

Para a estatal, "o comportamento do preço do diesel não é diferente de outras commodities negociadas no mundo. Quando o preço da carne ou da soja sobe no exterior, pagamos mais por estes itens no supermercado, mesmo que sejam produzidos aqui. É a lógica de um mercado mundial integrado", explica.

A companhia também descarta praticar um preço nacional, como sugere um dos grupos de caminhoneiros insatisfeito com a política da estatal, justificando que a empresa teve problemas financeiros ao realizar essa prática há alguns anos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Se reduzíssemos o preço do diesel nas refinarias independentemente das cotações internacionais, estaríamos repetindo erros do passado, que geraram a maior dívida entre empresas no mundo e quase quebraram a Petrobras", diz a empresa ao simular uma resposta sobre o motivo de não reduzir o preço nas refinarias. "Nossa contribuição é gerar valor, investindo para produzir mais petróleo, gás natural e combustíveis a custos baixos, sem desviar do foco em segurança e meio ambiente", conclui.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
18 de agosto de 2026 - 16:32
Cartão do Bolsa Família ao lado de notas de reais. 18 de agosto de 2026 - 13:00
Logo do Itaú (ITUB4) 17 de agosto de 2026 - 20:21
Loja das Casas Bahia, empresa da Via (VIIA3) 17 de agosto de 2026 - 18:48
Geovanne Tobias, diretor financeiro (CFO), e Tarciana Medeiros, CEO do Banco do Brasil (BBAS3). 17 de agosto de 2026 - 18:01
17 de agosto de 2026 - 16:31
Ana Botín, presidente executiva do Grupo Santander. 17 de agosto de 2026 - 16:13
Fachada da Oncoclínicas (ONCO3). 17 de agosto de 2026 - 12:10
Ação do Banco do Brasil (BBAS3) como urso na bolsa 17 de agosto de 2026 - 12:03
Logo da Cosan CSAN3 com gráfico de ações 17 de agosto de 2026 - 10:28
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar