O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Companhia planeja aumentar o número de unidades “Leve”, que são lojas menores de até 200 m², para funcionar como as antigas quitandas de bairro
Após ser adquirida pela Americanas (AMER3) por R$ 2,1 bilhões, a rede varejista Hortifruti e Natural da Terra se prepara para acelerar a expansão física e de vendas digitais.
O plano já vinha sendo colocado em prática nos últimos anos pelo presidente da empresa, Thiago Picolo, que assumiu o negócio em 2019. A ordem é não ficar parado enquanto não há o aval do Cade para a transação.
Por isso, segundo Picolo, que deve seguir no comando da empresa mesmo com o controle da Americanas (AMER3), todos os planos continuam de pé.
A expansão das lojas físicas, por exemplo, está acelerada em comparação a outros anos. Enquanto anteriormente a média era de dez unidades por ano, o Natural da Terra pretende inaugurar 20 espaços em 2021.
Para intensificar essa expansão, a companhia também planeja aumentar o número de unidades "Leve", que são lojas menores de até 200 m², para funcionar como as antigas quitandas de bairro. Nelas, há menos produtos, mas muitos deles devalor agregado, como saladas de frutas e sucos prontos.
Para efeito de comparação, uma loja convencional, seja da Hortifruti ou da Natural da Terra, chega a ter um espaço de 1,2 mil m². A expansão, pelo menos por enquanto, será dividida em 60% de lojas convencionais e 40% do modelo Leve.
Leia Também
Essa diferença ocorre porque a empresa está planejando entrar em outras regiões nos próximos anos, como o interior de São Paulo e Minas Gerais, e os mercados maiores funcionam como abastecedores das "quitandas".
O modelo Leve também ajuda na expansão do serviço digital, pois vira uma espécie de centro de distribuição para as vendas realizadas pela internet. E esse negócio chamou bastante a atenção da Americanas (AMER3).
Hoje, 16% das vendas do Natural da Terra são realizadas pelo comércio eletrônico. Durante a pandemia, de acordo com Picolo, essa fatia chegou a ser de 21%. "Mas meu sonho é que todos os clientes sejam multicanais, que comprem tanto pela internet quanto pelas lojas físicas", afirma ele.
O executivo diz isso porque os clientes que compram tanto pela internet quanto nas lojas são mais recorrentes e gastam muito mais por mês.
Na média, o cliente que só compra nos supermercados vai ao local 34 vezes ao ano e gasta R$ 350 por mês, enquanto os que também adotam os canais digitais fazem 67 compras anuais e deixam R$ 1 mil mensais na rede.
"Essa recorrência é exatamente o que os grandes varejistas querem para os seus aplicativos", afirma Alberto Serrentino, sócio da consultoria Varese Retail, especializada em varejo.
Mesmo sem ainda poder colocar em prática possíveis sinergias com a Americanas (AMER3), Picolo vê a possibilidade de a companhia vender produtos frescos em parte das 2.150 lojas da varejista controlada pelo fundo 3G Capital, liderado pelo bilionário Jorge Paulo Lemann.
A ideia é investir em produtos de maior valor agregado e que possam ser consumidos no local, como os das lojas menores. Essas opções seriam da marca própria da companhia, que já vende desde produtos perecíveis até ovos, comprados diretamente com produtores.
Além disso, Picolo não confirma se a empresa vai passar a vender os seus produtos somente em aplicativos vinculados ao grupo. Hoje, além do Americanas Mercado e do Supermercado Now, ambos controlados pela varejista, o Natural da Terra também vende pelo Rappi e pelo iFood.
Mas o que é praticamente certo, segundo ele, é que nada muda na estrutura da gestão da companhia. "Mesmo depois da transação concluída, a ideia é que as marcas e as operações retenham a sua individualidade. É um conceito fundamental do ecossistema", afirma.
*Com informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Para aumentar margens, algumas varejistas, como supermercados e até o Mercado Livre, estão dando alguns passos na direção da venda de medicamentos
Com real valorizado e dados fracos de exportação, banco vê pressão nas receitas e risco de revisões para baixo
Seu prazo para conseguir novas injeções de capital ou mesmo entrar em recuperação judicial ou extrajudicial está cada dia menor. E quem sofre são médicos e pacientes
A CSN poderá arrecadar mais de R$ 10 bilhões com a venda de sua unidade de cimento, que também é garantia de um empréstimo feito com bancos
Sistema funciona como um “raio-x” do subsolo marinho, melhora a leitura dos reservatórios e eleva o potencial de extração
Com compra da Globalstar, empresa quer acelerar internet via satélite e ganhar espaço em um mercado dominado pela SpaceX
Mesmo abrindo mão de parte do lucro no Brasil, estatal compensa com exportações e sustenta geração de caixa; entenda o que está por trás da tese da corretora
A holding informou que o valor não é substancial para suas contas, mas pediu um diagnóstico completo do ocorrido e um plano para melhoria da governança
Mesmo após levantar US$ 122 bilhões no mês passado, em uma rodada que pode se tornar a maior da história do Vale do Silício, a OpenAI tem ajustado com frequência sua estratégia de produtos
Após frustração com o precatório bilionário, Wilson Bley detalha como decisão pode afetar dividendos e comenta as perspectivas para o futuro da companhia
O complexo fica situado próximo à Playa Mansa, uma das regiões mais sofisticadas da cidade uruguaia
A alta participação negociada demonstra uma insegurança do mercado em relação à companhia
Estatal reforça investimento em petróleo, mas volta a apostar em fertilizantes, área vista como “fantasma” por analistas, em meio à disparada dos preços globais
O termo de criação da NewCo previa que a Oncoclínicas aportaria os ativos e operações relacionados às clínicas oncológicas, bem como endividamentos e passivos da companhia
Medidas aprovadas pelo conselho miram redução de custos, liberação de limites e reforço de até R$ 200 milhões no caixa
A Justiça deu novo prazo à Oi para segurar uma dívida de R$ 1,7 bilhão fora da recuperação judicial, em meio a um quadro financeiro ainda pressionado
Duplo upgrade do BofA e revisão do preço-alvo reforçam tese de valorização, ancorada em valuation atrativo, baixo risco e gatilhos como disputa bilionária com o Estado de São Paulo e novos investimentos
Na semana passada, o BTG anunciou um acordo para aquisição do Digimais, banco do bispo Edir Macedo, financeiramente frágil
A companhia busca suspender temporariamente obrigações financeiras e evitar a antecipação de dívidas enquanto negocia com credores, em meio a um cenário de forte pressão de caixa e endividamento elevado
Candidata a abrir capital na próxima janela de IPOs, a empresa de saneamento Aegea reportou lucro líquido proforma de R$ 856 milhões em 2025, queda de 31%