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As ações da empresa de streaming (NFLX) estão em forte alta nesta quarta-feira (20), após o resultado surpreendente do quarto trimestre de 2020, anunciado na última terça (19).
Acerte primeiro, acerte forte, sem piedade. Este é o lema do dojô Cobra Kai, do clássico filme Karatê Kid e que dá nome para uma das séries mais badaladas do momento. Pressionada pelo aumento da concorrência, a Netflix parece ter seguido os mesmos preceitos do mestre Johnny Lawrence.
As ações da empresa de streaming (NFLX) fecharam em forte alta nesta quarta-feira (20), após o resultado surpreendente do quarto trimestre de 2020, anunciado na última terça (19).
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As ações negociadas na Nasdaq (NFLX) subiram 16,85%, cotadas a US$ 586,34. Já seu BDR, negociado aqui na B3 (NFLX34), fechou em alta de 12,27% cotado a R$ 60,20.
A Netflix registrou lucro líquido de US$ 542,2 milhões no quarto trimestre de 2020, uma queda de 7,7% em relação a igual período de 2019. O lucro por ação diluído foi de US$ 1,19, inferior à expectativa de US$ 1,35 dos analistas ouvidos pelo FactSet.
No entanto, a receita do serviço de streaming somou US$ 6,6 bilhões entre outubro e dezembro do ano passado, uma alta de 21,5% na comparação com os três últimos meses do ano anterior.
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O número de assinantes da Netflix no mundo teve um aumento líquido de 8,51 milhões no período, a 203,66 milhões, uma variação positiva de 21,9% na comparação com igual período de 2019.
"Somos imensamente gratos por, nestes tempos desafiadores, termos sido capazes de fornecer aos nossos membros em todo o mundo uma fonte de fuga, conexão e alegria enquanto continuamos a construir nosso negócio", diz um comunicado da empresa, em referência ao aumento da demanda por plataformas de streaming durante a pandemia de covid-19.
O Goldman Sachs divulgou um relatório em que indica a compra das ações da Netflix, baseado no argumento de que "os investimentos maciços em conteúdo, o ecossistema de distribuição global e a melhoria da posição competitiva impulsionarão os resultados financeiros significativamente acima das expectativas". O preço-alvo, para as ações norte-americanas (NFLX), é de US$ 710.
*Com informações do Estadão Conteúdo
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
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