O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com o negócio, a startup quer levar clientes à entrada do banco, já com a papelada resolvida e pronto para assinar a compra de imóveis
A Loft, especializada em compra e venda de imóveis, anuncia hoje a compra da startup de crédito imobiliário CrediHome, avançando na estratégia de facilitar a obtenção de serviços financeiros para os clientes da empresa, após as aquisições da CredPago, em julho último, e da InvestMais, em setembro de 2020.
Com o negócio, cujo valor não foi revelado, a Loft espera se tornar a "queridinha" dos grandes bancos — a CrediHome é o meio de campo entre pessoas interessadas em comprar imóveis e instituições financeiras ao oferecer um cardápio de alternativas de crédito, usando tecnologia para agilizar o processo. A startup quer levar clientes à entrada do banco, já com a papelada resolvida e pronto para assinar o empréstimo.
"A Loft e a CrediHome concorriam no mercado ao simplificar processos e dar aos bancos acesso a mais clientes, então a aquisição foi um processo muito natural", explica ao Estadão um dos fundadores e atual vice-presidente de negócios da Loft, Kristian Huber.
Juntas, as duas startups somaram cerca de R$ 600 milhões em geração de crédito de apartamentos secundários nos últimos 30 dias. A CrediHome, fundada em 2017, originou R$ 2 bilhões desde o início deste ano em mais de 5 mil transações.
"Estamos felizes por usar a tecnologia para mudar o mercado imobiliário, ter capital para continuar investindo e obter segurança para ganhar escala", conta o fundador e presidente executivo da CrediHome, Bruno Gama. O executivo foi abordado pela Loft em março deste ano, quando a startup começava a levantar uma rodada de investimento para ganhar tração no mercado. No curto prazo, as operações de ambas as companhias seguirão separadas.
Para especialistas, a compra tem potencial de complementar os serviços da Loft, que poderá usar a startup para encontrar imóveis, resolver burocracias cartoriais e, agora, turbinar as opções de financiamento.
Leia Também
"A Loft ganha uma abordagem mais completa em termos de soluções imobiliárias", explica o professor de inovação Eduardo Dotta, do Insper, citando que a união amplia o número de transações e fortalece o principal negócio da startup, que é a compra e venda de imóveis. "Essa é uma operação de aquisição bastante relevante, não é algo trivial."
Fundada por Mate Pencz e Florian Hagenbuch, a Loft levantou US$ 525 milhões em abril e surfa no bom momento das "proptechs", as empresas de tecnologia do ramo imobiliário. O rival QuintoAndar (conhecido pela plataforma de locação, venda e compra de imóveis) fechou na semana passada uma rodada de US$ 420 milhões e, neste mesmo mês, anunciou a compra da Atta, outra startup de crédito imobiliário.
Em julho, a carioca EmCasa captou R$ 110 milhões para turbinar um modelo de negócio que inclui algoritmos e formação de corretores de imóveis.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Embora ainda pequena, operação de telefonia do Nubank começa a aparecer nos números e levanta dúvidas sobre o impacto de novos entrantes no longo prazo. Veja o que esperar
Após críticas à estrutura do acordo com a Direcional, companhia elimina minoritários e tenta destravar valor no Minha Casa, Minha Vida
Os CEOs das gigantes brasileiras de proteína participaram nesta terça-feira (7) de evento promovido pelo Bradesco BBI e fizeram um raio-x do setor
Banco rebaixou ação para neutra e cortou preço-alvo tanto das ações quanto dos ADRs; Suzano figurou entre as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (7)
Em evento nesta terça-feira (7), a diretoria da empresa detalhou como vem avançando em expansões, reforçando a aposta em experiência e usando a estratégia como escudo contra o impacto dos juros altos
Banco projeta Ebitda de US$ 4,08 bilhões no 1T26 e destaca avanço dos metais básicos nos resultados da companhia
Na disputa pela conveniência no e-commerce de medicamentos, o Mercado Livre estreia com preços mais baixos e navegação mais fluida, mas ainda perde em rapidez para rivais já consolidados como iFood, Rappi e Raia
“Apesar do bom desempenho operacional e avanços na Resia, a geração de fluxo de caixa fraca no Brasil deve pressionar a reação do mercado”, disse o banco BTG Pactual em relatório.
O JP Morgan elevou o preço-alvo após a empresa garantir contratos estratégicos; saiba por que o banco vê riscos menores e maior geração de caixa no horizonte
A notícia chega em um momento delicado para a companhia: ela tem caixa para apenas mais 15 dias e já vem adiando tratamentos de seus pacientes por falta de recursos
A eleição ocorreu em reunião realizada na segunda-feira (6), e o mandato valerá até a próxima Assembleia Geral, que ocorrerá em 16 de abril
Em carta ao mercado, Jorge Pinheiro anunciou sua saída do cargo de CEO e reconheceu que os resultados financeiros recentes ficaram abaixo do potencial da companhia
Agora restam apenas ritos formais de homologação pelos conselhos de administração. A expectativa é que a eficácia da incorporação de ações ocorra no dia 30 de abril.
Com o Brent em alta, o Itaú BBA revisou seus modelos para as petroleiras brasileiras; confira que esperar de Petrobras, Prio e PetroReconcavo após a atualização que elevou os preços-alvo do setor
Segundo cálculos do banco, pacote do governo pode adicionar até US$ 1,5 bilhão por trimestre ao caixa da estatal
A correta atualizou a tese da companhia para refletir os desenvolvimentos estratégicos recentes e os resultados divulgados
Banco destaca resiliência da Vale frente a outras mineradoras e projeta forte fluxo de caixa, mesmo com pressão de custos
A empresa diz que o contínuo ciclo de baixa da indústria petroquímica mantém os preços e os spreads pressionados, o que prejudica suas receitas. Por outro lado, as dívidas da empresa continuam crescendo como uma bola de neve
Antonio Carlos Garcia ocupava o cargo desde janeiro de 2020 e renunciou para assumir a posição na Azul, no lugar de Alexandre Wagner Malfitani
A operadora agora parcela em até 21 vezes as vendas de smartphones, acessórios e outros eletrônicos