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A proposta da MSC Mediterranean equivale a R$ 25 por ação LOGN3 e pode chegar a R$ 1,8 bilhão; Alaska e Tarpon estão entre os principais acionistas da empresa
A empresa de transporte de contêineres MSC Mediterranean Shipping anunciou que pretende comprar o controle da Log-In (LOGN3), companhia que atua com logística portuária e tem grandes fundos como principais sócios.
A MSC Mediterranean Shipping pretende lançar uma oferta pública na bolsa para adquirir até 67% do capital da companhia, por R$ 25 por ação, no total de R$ 1,8 bilhão.
A proposta equivale a um prêmio de 67% em relação às cotações de fechamento de LOGN3 ontem na B3 (R$ 14,95). A expectativa é que os papéis abram o pregão de hoje em forte alta para se ajustar ao preço da oferta. Foi exatamente o que aconteceu. Por volta das 10h30, LOGN3 disparava 42%, cotada a R$ 21,27. A ação fechou com valorização de 33,78%, cotada a R$ 20.
A maior acionista da Log-In hoje é a Alaska, uma das gestoras de fundos mais populares do mercado brasileiro, com 45% do capital. A Tarpon, outra gestora tradicional, possui 5% das ações da companhia. A MSC diz que pretende buscar o apoio dos principais acionistas à oferta.
A Log-In abriu o capital em 2007 com a chancela de ser uma subsidiária da Vale, que na época surfava na onda do superciclo no minério de ferro. As ações, contudo, nunca engrenaram no mercado.
A MSC pediu autorização ao Cade, órgão de defesa da concorrência, para levar a proposta adiante. A empresa é uma gigante no setor, com uma frota de 600 navios e atuação em 155 países.
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“A MSC acredita que a sinergia existente entre as suas atividades e as atividades da companhia aumentaria significativamente o desenvolvimento financeiro da companhia e que a transação proposta contribuiria positivamente para a capacidade e o potencial dos negócios da companhia”, escreveu a MSC, na correspondência encaminhada à Log-In sobre a oferta. Leia a íntegra do comunicado.
Se você chegou até aqui, convidamos você para conhecer o potencial de alta de 3 ações do ramo de serviços digitais que vêm se destacando entre analistas do Bank of America (BofA). Uma delas, segundo a instituição financeira, tem espaço para quase dobrar de valor do médio ao longo prazo.
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