O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Companhia queimou caixa com uma estratégia de antecipação da compra e estocagem de parte da matéria prima necessária para a construção de suas obras
A MRV&Co registrou R$ 2,06 bilhões em VGV (Valor Geral de Vendas) vendido no segundo trimestre, um aumento de 27,5% frente aos três primeiros meses de 2021 e de 13,7% na base anual.
O desempenho representa um recorde para a companhia. A empresa também registrou o maior volume de lançamentos de sua história: foram R$ 2,40 bilhões em VGV, equivalentes a 11,3 mil unidades.
O valor de lançamentos representa uma evolução de 5,4% no comparativo com o mesmo período do ano anterior e de 40,3% quando comparado com o primeiro trimestre, diz a a empresa.
O recorde inclui o lançamento de dois empreendimentos da AHS, nos EUA, um empreendimento da Urba em Campinas, além de um total de R$ 1,75 bilhão em VGV lançado para a operação de incorporação da MRV no Brasil.
"Com um land bank [banco de terrenos] total de R$ 66,5 bilhões, a plataforma habitacional da MRV&Co já está preparada para intensificar suas operações e alcançar o patamar de 80 mil unidades anuais, dentro dos próximos anos"
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADECONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEMRV&Co, em comunicado
No segundo trimestre, a companhia seguiu com uma estratégia de antecipação da compra e estocagem de parte da matéria prima necessária para a construção de suas obras, buscando manter os preços e evitar interrupções.
Leia Também
A estratégia, diz o grupo, resultou em um consumo adicional de caixa, impactando na geração do trimestre. A empresa queimou R$ 700 mil em caixa, um desempenho 99% melhor que o do primeiro trimestre.
"Adicionalmente, a alteração no normativo da Caixa Econômica Federal, que condiciona o recebimento da medição da obra ao registro do Financiamento à Construção, teve um impacto negativo na geração de caixa do trimestre".
O MRV&Co é uma plataforma habitacional, composta pela MRV e quatro empresas. A MRV (Incorporação Brasil) apresentou, mais uma vez, forte demanda no segundo trimestre.
A divisão registrou um volume de vendas similar aos últimos trimestres, totalizando 12.936 contratos assinados. O grupo diz que a MRV segue intensificando a implementação do processo de vendas garantidas, que atingiram 77% das vendas do trimestre.
Ainda no segundo trimestre, as vendas da Sensia Incorporadora, outra divisão do grupo, deram continuidade ao bom desempenho de vendas do primeiro empreendimento da marca, o Sensia Parque Prado, em Campinas.
O empreendimento atingiu a marca de 52% de vendas, "o que confirma a forte demanda do segmento de média renda e a assertividade do produto", disse a MRV&Co.
Na AHS, foram vendidos dois empreendimentos (Mangonia Lake e Lake Osborne) pelo VGV de US$ 78,5 milhões, representando um recebimento líquido de US$ 37 milhões e lucro bruto de US$ 17,8 milhões.
Com a venda dos empreendimentos dois empreendimentos, pelo valor total de R$ 392,68 milhões, a AHS apresentou uma geração de caixa de R$ 167,1 milhões no trimestre.
"Trata-se do fluxo normal da AHS, em que há um consumo de caixa durante a construção dos empreendimentos para que, posteriormente, ocorra a geração de caixa no momento da venda", disse a empresa.
Na Urba, em junho foi lançado o Smart Urba Dunlop, na cidade de Campinas, com um total de 980 unidades e R$ 149 milhões de VGV.
"Confirmando a assertividade do produto, o lançamento foi um sucesso e registrou 46% de vendas em apenas 19 dias", disse o grupo.
A VSO (vendas sobre oferta) da Urba atingiu 38% no segundo trimestre, mantendo-se estável em relação ao 1T21 e apresentando um aumento de 8 p.p. no comparativo anual.
A MRV&Co retomou no ano passado a implementação gradual de vendas garantidas, processo em que uma venda efetuada só é contabilizada após o efetivo repasse do cliente ao banco financiador - o que remove possibilidade de distrato.
Segundo a empresa, devido à evolução da implementação do processo, um 2,4 mil vendas classificadas como vendas garantidas foram assinadas com os clientes, mas não repassadas ao banco financiador dentro do próprio trimestre.
"Com isso, o volume total de vendas registradas foi aquém do volume efetivamente vendido no período", disse o grupo. "Trata-se de um efeito natural da implementação das vendas garantidas". Vendas garantidas chegaram a marca de 77% no segundo trimestre.
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro
Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026
Companhia vende participação no Shopping Curitiba, aumenta fatia em ativos estratégicos e faz permuta para turbinar desempenho operacional
O balanço mostrou crescimento operacional, melhora de rentabilidade e reversão da queima de caixa, em meio à continuidade dos ajustes na divisão de casas pré-fabricadas
Lucro cresce, ROE segue elevado, mas banco reforça disciplina em meio a sinais de pressão no crédito; confira os destaques do balanço
O Citi vê resultados mais fortes puxados por produção e petróleo, mas mantém cautela com a estatal e enxerga mais potencial de valorização em petroleiras independentes
Qualidade da subscrição surpreende e garante avanço das ações nesta terça-feira (5), mas incerteza sobre crescimento de prêmios ainda divide os grandes bancos sobre o que fazer com os papéis
A empresa entregou aumento no volume de cerveja, principalmente no Brasil, melhora de margens e ganhos estimados de participação em vários mercados
Nova empresa do grupo Bradesco nasce com números robustos, mas CEO Carlos Marinelli revela qual será o grande motor de crescimento futuro
Pressão de dividendos e crédito mais desacelerado devem aparecer no desempenho dos três primeiros meses do ano; analistas revelam se isso compromete a visão de longo prazo para o banco
O banco avalia que, apesar da pressão, algumas construtoras e incorporadoras ainda contam com receitas sustentadas por vendas fortes registradas nos últimos meses, o que deve ajudar nos balanços
Após anos de tentativa e uma reestruturação profunda, a Saint-Gobain finalmente assinou a venda da Telhanorte. Saiba o que motivou a saída da gigante francesa do varejo brasileiro.
Empresa já destinou R$ 30 milhões à recompra e destaca indicador atrelado ao Bitcoin para medir retorno ao acionista
Com o aval da Justiça, a empresa agora tem o caminho livre para reorganizar um passivo de R$ 1,3 bilhão
Enquanto a BradSaúde divulga seus primeiros números oficiais consolidados, a Odontoprev entrega um lucro de R$ 151 milhões; confira outras linhas do balanço
No ano, a seguradora do Banco do Brasil vive questionamentos por parte do mercado em meio à queda dos prêmios da BrasilSeg, também agravada pela piora do agronegócio