O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Novos centros são os que armazenam produtos dos lojistas virtuais para fazer entregas mais rápidas
O Mercado Livre anunciou nesta quarta-feira (11) que vai abrir mais dois Centros de Distribuição (CD) do tipo "fulfillment" até 2022. Esses centros são os que armazenam produtos dos lojistas virtuais para fazer entregas mais rápidas.
Um deles será lançado até o fim deste ano em Franco da Rocha (SP). O outro, deve estrear no quarto trimestre de 2022 na região metropolitana de Minas Gerais.
"Até o fim de 2021, teremos oito CDs fulfillment e mais de 100 centros de última milha", diz o vice-presidente de logística do Mercado Livre para a América Latina, Leandro Bassoi. Hoje, os centros de última milha somam 80 pontos pelo País.
As ações da empresa negociadas na Nasdaq (MELI) fecharam hoje em alta de 0,48%, a US$ 1.887,57.
Bassoi reiterou que o Mercado Livre não tem interesse de participar da privatização dos Correios. "Não faz sentido participar da privatização dos Correios. Não temos interesse de adquirir", disse.
O executivo ponderou que a companhia está disponível para contribuir com o governo para ajudar a pensar em soluções, mas sem intenção de adquirir a estatal.
Leia Também
No segundo trimestre, o Mercado Livre informou que operação brasileira cresceu mais de 40% em volume de vendas, em moeda constante, na comparação com 2020, com mais de 125 milhões de itens vendidos neste trimestre.
A receita líquida no país cresceu 101% em moeda constante. A operação brasileira já representa 55,9% da receita líquida total da companhia. No total, a receita líquida do Mercado Livre foi de US$ 1,7 bilhão, aumento de 93,9% anual.
*Com Estadão Conteúdo
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas