O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Consultores da empresa chegaram a comercializar café gourmet, granola e até iogurte em pó; entre 2017 e 2020, a operação encolheu quase R$ 900 milhões em vendas
Essencialmente uma marca de venda direta de cosméticos para as classes C e D, a Hinode está de volta às origens.
Quatro anos atrás, os consultores da empresa chegaram a comercializar café gourmet, granola e até iogurte em pó, além de produtos de beleza. O objetivo era ampliar o leque de clientes, conquistando aqueles de maior renda.
Em 2017, a empresa faturou R$ 2,5 bilhões, com um avanço de mais de 1.000% em relação aos três anos anteriores.
Na época, o salto da companhia, fundada há 33 anos pela família Rodrigues na garagem de casa, na zona norte de São Paulo, chegou a incomodar as gigantes da venda direta, como Natura e Avon.
"Não estávamos estruturados para esse grande crescimento", admite o vice-presidente global de vendas e marketing, Eduardo Frayha.
O reflexo do avanço desordenado nos negócios da empresa apareceu na falta de produto para entrega aos revendedores, na dificuldade de medir o desempenho dos negócios e de reter os consultores da venda direta. Resultado: entre 2017 e 2020, a operação encolheu quase R$ 900 milhões em vendas.
Leia Também
Só depois de três anos seguidos de prejuízos, em 2020 foi a primeira vez que a empresa voltou ao azul e se manteve nessa condição no primeiro quadrimestre deste ano. Em 2020, o faturamento atingiu R$ 1,6 bilhão, com crescimento de 1,5% em relação ao ano anterior, mesmo com a pandemia.
Agora, a empresa quer reconquistar o consumidor das classes de menor renda. Para isso, vai ofertar produtos com valor médio entre 12% e 15% menor em relação ao que comercializava no passado recente. Essa mudança é um dos pilares da reestruturação que está em curso.
Frayha diz que a companhia vem arrumando a casa nos últimos dois anos. As quase mil especificações diferentes (SKUs) de produtos que comercializava, por exemplo, foram reduzidas a 425 no início do ano passado e recuaram para 329 em dezembro de 2020. Com isso, o café gourmet e outros itens saíram do mix.
A empresa de saúde e diagnósticos sofre com leitura negativa do mercado após balanço do quarto trimestre de 2025; entenda os impactos do desinvestimento e as dúvidas sobre a joint venture com a Amil
Companhia destaca que qualquer decisão de investimento passa por análises técnicas e processos formais, tranquilizando investidores da bolsa
Epic Games, empresa criadora do Fortnite, faz corte brutal na equipe e coloca a culpa no principal game da casa
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
Regulador cita fragilidade financeira e irregularidades; grupo já estava no radar de investigações
Data de corte se aproxima enquanto caixa turbinado muda o jogo para quem pensa em investir na ação da farmacêutica
Projeções de proventos ganham fôlego com revisão do banco; veja o que muda para o investidor
Nova estrutura separa operações e cria uma “máquina” dedicada a um dos segmentos mais promissores do grupo; veja o que muda na prática
A JBS ainda considera que o cenário de oferta de gado nos EUA seguirá difícil em 2026, com o boi se mantendo caro para os frigoríficos devido à baixa no ciclo pecuário
No entanto, enquanto ela olhava para dentro de seu negócio, as concorrentes se movimentavam. Agora, ela precisará correr se quiser se manter como uma competidora relevante no jogo do varejo brasileiro
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios
Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda
Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações
Com o aumento dos investimentos, as margens continuam comprimidas, então o retorno para acionistas não deve vir no curto prazo, acredita o banco. Entrada no segmento farmacêutico também deve ser gradual, com projeto piloto lançado ainda neste ano