Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
debandada

Mais um conselheiro pede para deixar a Petrobras

Leonardo Antonelli é o quinto membro do colegiado a solicitar para que não seja reconduzido como indicado pela União, acionista controlador da empresa

Petrobras petr4
Petrobras - Imagem: Shutterstock

Mais um integrante do conselho de administração da Petrobras (PETR4) decidiu pedir para não ser reconduzido ao colegiado, em meio à polêmica interferência promovida pelo presidente Jair Bolsonaro no comando da estatal.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A companhia informou na quarta-feira (3) à noite que Leonardo Pietro Antonelli apresentou um pedido para que não seja reconduzido como indicado pelo acionista controlador ao conselho na próxima assembleia geral extraordinária de acionistas, que analisará a indicação do general Joaquim Silva e Luna para o comando da empresa, no lugar de Roberto Castello Branco. Os motivos não foram revelados.

Ele se junta a outros quatro conselheiros que apresentaram pedidos semelhantes – João Cox Neto, Nivio Ziviani, Paulo Cesar de Souza e Silva e Omar Carneiro da Cunha Sobrinho.

O conselho de administração da Petrobras é composto por, no mínimo, sete e, no máximo, onze membros, eleitos em assembleia geral ordinária de acionistas para um mandato de até dois anos, admitidas no máximo três reeleições consecutivas.

Antonelli, advogado e ex-desembargador federal, foi eleito na assembleia de julho de 2020 através do processo de voto múltiplo, após ter sido indicado por acionistas minoritários.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em meio à polêmica envolvendo a troca de comando da estatal, ele deu uma entrevista ao Estadão/Broadcast no final de fevereiro dizendo que a política de preços estava blindada, porque “está prevista no estatuto social” e que uma "debandada" de conselheiros e da diretoria executiva não era a melhor estratégia para lidar com a interferência do presidente Jair Bolsonaro no comando da companhia.

Leia Também

QUANTO VALE?

Quanto a compra da Kovr pode render para o PicPay? Analistas fizeram as contas após o aval do BC

MERCADO COM APETITE

ISA Energia (ISAE4): follow-on dobra de tamanho e coloca R$ 1,2 bilhão no caixa; para onde vai o dinheiro?

"O momento é de união e restabelecimento da confiança dos investidores na empresa", disse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Cartões da Revolut e do Nubank. 22 de julho de 2026 - 17:40
Logo da Petrobras e, ao fundo, ilustração de barris de petróleo e gráfico de ações 22 de julho de 2026 - 16:08
Fachada de loja da Tim (TIMS3) 22 de julho de 2026 - 13:32
Indicador do mercado de ações com agenda ao fundo. ID da foto: 641926932 22 de julho de 2026 - 10:00
20 de julho de 2026 - 20:00
Fachada de escritório do Nubank 20 de julho de 2026 - 19:18

XADREZ REGULATÓRIO

O que está por trás da compra do Banco Porto Real pelo Nubank

20 de julho de 2026 - 19:18
Fachada da Raízen roxa e branca 17 de julho de 2026 - 19:50
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar