O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O ano também foi marcado por um crescimento acelerado do e-commerce. Atualmente, cerca de dois terços de tudo o que o Magazine Luiza vende é pela internet
A varejista Magazine Luiza encerrou o quarto trimestre de 2020 superando as expectativas do mercado. A companhia divulgou na noite desta segunda-feira (08) o seu resultado trimestral, com uma alta de 30,6% no lucro líquido, para R$ 219,5 milhões. No acumulado do ano passado, o resultado encolheu 57,5%, para R$ 391,7 milhões.
No critério "ajustado", sem considerar as despesas e receitas não recorrentes, o lucro líquido trimestral somou R$ 232,1 milhões, alta de 39,8% sobre outubro a dezembro de 2019. No ano de 2020, o lucro líquido ajustado atingiu R$ 377,8 milhões, queda de 25,1% em relação ao ano anterior.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) apresentou alta de 1,1% entre o último trimestre de 2019 e o mesmo período de 2020, para R$ 504,7 milhões. Na comparação entre os dois exercícios, de 2019 e 2020, houve queda de 14%, para R$ 1,527 bilhão.
Já o Ebitda ajustado do quarto trimestre atingiu R$ 523,8 milhões, alta de 5,6% sobre o mesmo período de 2019. No ano passado, o Ebitda ajustado atingiu R$ 1,506 bilhão, queda de 9,3% em relação a 2019.
A despesa financeira do quarto trimestre melhorou 36,8%, para R$ 118,8 milhões. No acumulado do ano, houve um salto de 483% na despesa financeira, de R$ 70,4 milhões em 2019 para R$ 410,5 milhões em 2020.
No padrão ajustado, seguindo a norma IFRS, a despesa financeira de 2019 foi de R$ 531,1 milhões, fazendo portanto que o indicador de 2020 apresente uma melhora de 22,7%.
Leia Também
A receita líquida da gigante do varejo atingiu R$ 10,065 bilhões no quarto trimestre de 2020, uma alta de 57,6% sobre o mesmo período de 2019. Entre janeiro e dezembro do ano passado, a receita somou R$ 29,177 bilhões, uma alta de 46,7% sobre o ano anterior.
O ano também foi marcado por um crescimento acelerado do e-commerce. Atualmente, cerca de dois terços de tudo o que o Magazine Luiza vende é pela internet. A participação do e-commerce do Magalu nas vendas totais passou de 45,3% para 65,6%.
"A maior pandemia em mais de um século nos obrigou a viver muitos anos em apenas um", diz o Magazine Luiza na mensagem da administração que comenta os resultados do quarto trimestre e do acumulado de 2020. Segundo a varejista, três prioridades foram elencadas: a saúde e a segurança de todos que se relacionavam com a empresa, a garantia de continuidade das operações e a manutenção dos empregos. "Uma estava diretamente ligada às outras. Se falhássemos em uma, provavelmente falharíamos em todas", diz o texto.
Com todas as suas lojas fechadas em 20 de março de 2020, pela primeira vez em 63 anos de história da companhia, o Magazine Luiza implementou a Medida Provisória 936, para suspender contratos de trabalho e a redução de jornada e salários, reduziu os salários dos diretores e conselheiros e renegociou contratos de aluguel e de prestação de serviços. "O caixa, que já era de R$ 7 bilhões, foi reforçado por uma emissão de R$ 800 milhões, em debêntures", diz a companhia.
A varejista destaca que, no último trimestre do ano, mesmo com a abertura plena das lojas físicas, o e-commerce continuou a crescer em ritmo acelerado e mais do que dobrou em relação ao mesmo período do ano anterior - alta de 120%. As vendas no conceito mesmas lojas, por sua vez, avançaram 11% nos últimos três meses de 2020, mesmo com a redução do auxílio emergencial. "Geramos R$ 2 bilhões de caixa no período (R$ 3 bilhões no ano). E aumentamos em 40% o lucro líquido", afirma.
A a empresa quer que ao menos 45% da dívida seja revertida em ações, deixando os credores com até 70% das ações ordinárias, a R$ 0,40 por papel
Confira os problemas na operadora de saúde, segundo a gestora, e quais as propostas da Squadra para melhorar o retorno aos acionistas da Hapvida
A transação envolve toda a participação da Oi e de sua subsidiária na empresa de infraestrutura digital neutra e de fibra ótica por R$ 4,5 bilhões
O ponto central é a conversão das ações preferenciais (PN) em ordinárias (ON); em reuniões separadas, os detentores de papéis PNA1 e PNB1 deram o aval para a transformação integral dos ativos
Empresa dá novos passos na reestruturação e melhora indicadores no ano, mas não escapa de um trimestre negativo; veja os números
O anúncio da renúncia de Bruno Moretti vem acompanhado de novos impactos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã
O preço por ação será de R$ 5,59, valor superior ao atual: as ações fecharam o pregão de terça-feira a R$ 4,44
Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, Marino Colpo detalha as dores do crescimento da Boa Safra e por que planos estratégicos devem incluir M&A nos próximos meses
Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos
Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG
A saída de Rafael Lucchesi, alvo de críticas por possível interferência política, foi bem recebida pelo mercado e abre espaço para a escolha de um CEO com perfil técnico — em meio a desafios operacionais e à fraqueza do mercado norte-americano
Desde o início do plano de desinvestimento da subsidiária, o total das vendas alcançam cerca de US$ 241 milhões, deixando um montante de US$ 559 milhões a serem alienados
Com Ebitda positivo e alavancagem em queda, aérea tenta deixar para trás fase mais aguda da crise; confira os números do trimestre
Emissão recebeu avaliação BBB- pela Fitch Ratings; agência defende que a nota “reflete o sólido perfil de negócios da JBS”
Na visão de analistas, preço dos papéis caiu em Wall Street, mas fundamentos não. Veja o que está por trás da recomendação
A visão do BTG, J.P. Morgan e Citi sobre as mudanças é positiva, principalmente ao reforçar o compromisso da empresa de se reinventar e modernizar a governança
Companhia avança na reestruturação com novo acordo de acionistas, migração dos fundadores para conselho consultivo e a entrada da Advent International, que pretende comprar até 10% das ações no mercado
Os acionistas elegeram a nova formação do colegiado, com maioria de membros independentes, reforçando práticas de governança alinhadas ao Novo Mercado da B3
O desinvestimento no Hortifruti Natural da Terra já estava no plano de RJ e era uma das opções para levantar recursos para a Americanas. No entanto, não houve acordo sobre o preço, diz Broadcast
Bancos credores e os detentores de títulos de dívida estão entendendo que segregar os negócios de usinas e os de distribuição de combustíveis pode ter um sentido econômico relevante para todos