O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O Banco aproveitou o período próspero para antecipar um pagamento de R$ 38 bilhões e reduzir em 21% sua dívida com a União
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) registrou lucro líquido de R$ 9,8 bilhões no primeiro trimestre, alta de 78% ante igual período de 2020, informou nesta quinta-feira (13) a instituição de fomento.
Segundo o BNDES, o resultado do primeiro trimestre do ano foi impulsionado pela venda de ações e pela intermediação financeira.
Os desembolsos para empréstimos já aprovados somaram R$ 11,3 bilhões nos três primeiros meses do ano, alta de 35% ante igual período de 2020. Já as vendas de ações de grandes companhias chegaram a R$ 12,6 bilhões, com destaques para os desinvestimentos das participações na mineradora Vale e na fabricante de papel e celulose Klabin.
Com isso, a carteira de participações societárias encerrou o primeiro trimestre avaliada em R$ 61,5 bilhões, 21,1% abaixo do valor do fechamento do quarto trimestre de 2020.
Além das vendas, a queda foi impactada pela "desvalorização dos investimentos em não coligadas, com destaque para Petrobras e Eletrobras", informa nota divulgada pelo BNDES.
O presidente do banco, Gustavo Montezano, destacou a saída total do capital da Vale, incluindo as debêntures participativas da companhia. O executivo ressaltou que o banco continuou com a estratégica de se retirar "de posições financeiras meramente especulativas".
Leia Também
"Continuamos com o reposicionamento da nossa carteira de ações", afirmou Montezano, que classificou os resultados do primeiro trimestre de "robustos" e afirmou que são uma continuidade dos resultados anuais de 2020.
O produto de intermediação financeira atingiu R$ 4,4 bilhões, aumento de 7,8% em comparação ao primeiro trimestre de 2020, segundo o banco de fomento. "A receita com operações de crédito e repasses aumentou 10,8% em relação ao primeiro trimestre de 2020, chegando a R$ 9,2 bilhões", diz a nota.
A inadimplência acima de 90 dias subiu de 0,01% da carteira, em 31 de dezembro de 2020, para 0,04% em 31 de março de 2021, "ficando bem aquém da inadimplência do Sistema Financeiro Nacional (2,19% em 31 de março de 2021)", conforme a nota do BNDES.
Após adotar uma suspensão das cobranças de dívidas, como medida para mitigar a crise causada pela covid-19, o índice de renegociação atingiu 51,85% da carteira bruta em 31 de março de 2021. A medida de suspensão temporária das cobranças alcançou 44,5% da carteira bruta.
O lucro do primeiro trimestre foi beneficiado ainda pela reversão de R$ 432 milhões de provisão para risco de crédito. "A reversão decorre de recuperação de créditos, principalmente por honra do Fundo de Garantia à Exportação (FGE), além da melhora da classificação de risco de algumas empresas", diz a nota do BNDES.
No primeiro trimestre de 2020, o BNDES registrou provisão de R$ 1,7 bilhão, influenciada pela revisão dos ratings dos setores mais afetados pela pandemia da covid-19. Com isso, o BNDES fechou o primeiro trimestre com ativo total de R$ 737,2 bilhões em 31 de março de 2021, diminuição de R$ 41,1 bilhões (5,3%) no trimestre.
"A redução se deu, principalmente, devido ao pagamento antecipado de R$ 38 bilhões ao Tesouro Nacional e à desvalorização da carteira de participações societárias em função de oscilações dos papéis no mercado financeiro", diz a nota.
Após a devolução antecipada de R$ 38 bilhões, a dívida do BNDES com a União ficou em R$ 153,9 bilhões no encerramento do primeiro trimestre, uma queda de 21,2% em relação à posição em 31 de dezembro de 2020.
Além do pagamento antecipado, houve pagamentos ordinários de R$ 3,4 bilhões. A posição de Tesouraria do BNDES ficou em R$ 139,4 bilhões, disse a diretora financeira, Bianca Nasser.
A JBS ainda considera que o cenário de oferta de gado nos EUA seguirá difícil em 2026, com o boi se mantendo caro para os frigoríficos devido à baixa no ciclo pecuário
No entanto, enquanto ela olhava para dentro de seu negócio, as concorrentes se movimentavam. Agora, ela precisará correr se quiser se manter como uma competidora relevante no jogo do varejo brasileiro
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios
Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda
Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações
Com o aumento dos investimentos, as margens continuam comprimidas, então o retorno para acionistas não deve vir no curto prazo, acredita o banco. Entrada no segmento farmacêutico também deve ser gradual, com projeto piloto lançado ainda neste ano
Banco vê espaço para revisões positivas de lucro, impulsionadas por minério mais caro, disciplina de capital e resiliência da demanda chinesa
Apple lança update com foco em segurança, entretenimento e acessibilidade, em sintonia com discussões como a Lei Felca
Fundo minoritário propõe injetar capital novo na operação, mas exige antes reconfigurar a governança da companhia; entenda
Empresas já estão renegociando dívidas com credores há muito tempo, mas, para algumas, o fôlego acabou. Guerra e juros altos podem levar a uma piora do cenário corporativo, segundo especialistas consultados por Seu Dinheiro
Gigante do e-commerce vê espaço para crescer e acelera aportes em logística e serviços financeiros; confira os detalhes do plano
Com base no desempenho do quarto trimestre de 2025, banco destaca quais empresas conseguiram driblar os juros altos e o consumo fraco no final do ano passado
BTG vê avanço operacional e melhora financeira após Investor Day, mas mantém cautela com juros altos e estrutura de capital
Ainda não é possível saber qual o tamanho do impacto do Imposto Seletivo sobre cervejas, que ainda não foi regulamentado; efeito sobre a Ambev deve ser neutro