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A receita operacional total da aérea foi de US$ 913,1 milhões no primeiro trimestre, queda de 61,2% sobre o mesmo período de 2020
A Latam registrou um prejuízo líquido de US$ 430,8 milhões de janeiro a março deste ano, uma redução de 79,7% ante o resultado negativo de US$ 2,12 bilhões no mesmo intervalo de 2020, informou a companhia nesta sexta-feira.
No período, o Ebitda da companhia foi negativo, de US$ 62,5 milhões, ante resultado positivo de US$ 479 milhões de janeiro a março de 2020. A margem Ebitda foi negativa, de 6,8%, ante 20,4% positiva um ano antes.
A receita operacional total da aérea foi de US$ 913,1 milhões no primeiro trimestre, queda de 61,2% sobre o mesmo período de 2020.
Em relatório financeiro, a companhia afirmou que o início de 2021 "foi repleto de mudanças e desafios contínuos" e a "perspectiva de diminuição da capacidade das operações do grupo é um resultado direto do ambiente atual".
A aérea, que enfrenta o chamado Chapter 11 nos Estados Unidos (equivalente ao processo de recuperação judicial no Brasil), afirma que obteve "avanços significativos" nas renegociações de frotas no período.
Ao final do primeiro trimestre, o valor nominal da dívida da Latam alcançou US$ 7,6 bilhões, uma redução de US$ 25 milhões em relação ao intervalo imediatamente anterior. Em março, a companhia possuía US$ 1,330 bilhão em caixa e equivalentes de caixa, "incluindo investimentos de alta liquidez contabilizados como outros ativos financeiros circulantes".
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A demanda da Latam no primeiro trimestre, medida pelo número de passageiro-quilômetro transportado pago (RPK), recuou 68,9% em relação ao mesmo período do ano passado.
Já a oferta, medida pelo assento quilômetro ofertado (ASK), caiu 61,5% na mesma base de comparação. Segundo a companhia, o segmento de carga continua em destaque nas operações do grupo. No primeiro trimestre, as receitas de carga cresceram 36,8%, atingindo US$ 345,2 milhões, apesar da queda na capacidade total no negócio.
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
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