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Segundo o CEO da companhia nos Estados Unidos, decisão teve como objetivo proteger as instalações e evitar impacto em clientes e fornecedores
A JBS pagou um resgate de US$ 11 milhões em bitcoins aos hackers que interromperam temporariamente o funcionamento de algumas de suas fábricas na semana passada, de acordo com o CEO da companhia nos Estados Unidos, Andre Nogueira.
Segundo o executivo, o pagamento visou proteger as instalações e limitar o impacto potencial do ataque cibernético sobre restaurantes, mercearias e fazendeiros que dependem da JBS.
"Foi muito doloroso pagar os criminosos, mas fizemos a coisa certa pelos nossos clientes", disse Nogueira nesta quarta-feira em entrevista ao Wall Street Journal.
O ataque à JBS fez parte de uma onda de ofensivas "ransomware", em que os criminosos bloqueiam o acesso da empresa ao sistema infectado e cobram um resgate multimilionário para a liberação.
Nogueira disse que a JBS soube do ataque na manhã do dia 30 de maio, quando membros da equipe de tecnologia perceberam irregularidades no funcionamento de alguns servidores.
Logo eles encontraram uma mensagem exigindo um resgate para recuperar o acesso ao sistema da empresa.
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A JBS chamou fornecedores de tecnologia que já haviam trabalhado com a empresa, bem como especialistas em segurança cibernética e consultores que começaram a negociar com os invasores.
Na semana passada, o FBI atribuiu o ataque ao REvil, uma gangue criminosa de "ransomware".
Nogueira disse que a JBS e empresas externas estão conduzindo análises forenses de seus sistemas de tecnologia da informação e que ainda não está claro como os invasores acessaram os sistemas.
Segundo o executivo, a empresa está confiante de que nenhum cliente, fornecedor ou dado de funcionário foi comprometido no ataque, com base em sua análise forense.
"Não pensamos que poderíamos correr esse tipo de risco de que algo pudesse dar errado em nosso processo de recuperação", disse Nogueira sobre a decisão de pagar os invasores. "Foi um seguro para proteger nossos clientes."
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