O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O Inter já havia definido com antecipação que o preço por unit (BIDI11) na operação seria de R$ 57,84; Stone vai investir R$ 2,5 bilhões para deter 4,99% do capital
Os investidores que compraram ações do Inter na nova oferta de ações realizada pelo banco digital vão levar os papéis para casa com um desconto de 17,5% em relação às cotações da B3.
Ao contrário do que costuma acontecer nas ofertas de ações, o Inter já havia definido com antecipação que o preço por unit (BIDI11) na operação seria de R$ 57,84. No fechamento de ontem, os papéis eram negociados a R$ 69,20.
O preço mais baixo em relação ao da bolsa atraiu os investidores. No total, o Inter reforçou o balanço em R$ 5,5 bilhões com a oferta, valor máximo pretendido pela instituição.
A família Menin, controladora do banco digital, abriu mão do direito de preferência na oferta para a entrada da empresa de maquininhas de cartão e meios de pagamento Stone.
As duas companhias anunciaram um acordo em maio, por meio do qual a Stone investiria R$ 2,5 bilhões no Inter, para deter uma participação de até 4,99% no capital da instituição.
O Inter pretende usar os recursos captados dos investidores no lançamento de novos produtos, que pode ocorrer de forma orgânica ou via aquisições estratégicas.
Leia Também
Com mais de 10 milhões de clientes de sua conta digital sem tarifas, o Inter pretende aproveitar a entrada da Stone no capital para explorar oportunidades em conjunto com a empresa.
A oferta de ações coordenada por Bradesco BBI, BTG Pactual, Bank of America, Itaú BBA e J.P. Morgan pode ser um dos últimos lances do Inter na bolsa brasileira.
A instituição anunciou em maio que pretende fazer uma reorganização para listar suas ações na Nasdaq e manter apenas recibos desses papéis (BDRs) negociados na B3.
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024,? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos
“Hoje, na data do protocolo deste procedimento, a companhia não tem condições de realizar o pagamento sem interromper as suas operações”, disse o Pão de Açúcar
Situação dos rebanhos nos EUA e tarifas da China também afetam o cenário para a carne bovina; JBS, MBRF e Minerva podem sofrer, e, em 2026, o seu churrasco deve ficar ainda mais caro
As diferenças estão na forma como essas negociações acontecem e no grau de participação do Judiciário no processo.
Fintech recebe licença bancária no Reino Unido e lança oficialmente o Revolut Bank UK, acelerando o plano de se tornar uma plataforma financeira global
Varejista entrou em recuperação extrajudicial e suspendeu os pagamentos por 90 dias para tentar reorganizar suas finanças
A maior produtora global de açúcar e etanol de cana já havia dito que estava avaliando a reestruturação da sua dívida e que uma recuperação extrajudicial estava entre as possibilidades
Joint venture de Cosan e Shell busca 90 dias de suspensão de pagamentos enquanto negocia reestruturação com bancos e investidores
A movimentação, que já havia sido antecipada ao mercado no mês passado, traz nomes de peso do setor financeiro para o colegiado
Analistas do Itaú BBA e do Citigroup reforçam a tese positiva para a mineradora após encontro com o CEO e o diretor de RI da companhia
No MRV Day, gestão contou os planos para acabar de vez com o peso da operação nos EUA. O objetivo é concentrar esforços no mercado brasileiro para impulsionar margens e retorno aos acionistas
Analistas dizem que o turnaround funcionou — mas o mercado já parece ter colocado essa melhora na conta; veja a tese