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‘A presença no IBrX-100 aumenta a visibilidade da Companhia, tornando seus ativos elegíveis para uma maior quantidade de fundos de investimento’, afirma a multinacional em comunicado ao mercado
A International Meal Company Alimentação (IMC, de ticket MEAL3), dona das redes de restaurantes KFC, Pizza Hut e Frango Assado, informou ao mercado na última quinta-feira, 31, que as ações da companhia passaram a integrar o Índice Brasil 100 (IBrX 100) da B3, na carteira relativa ao primeiro quadrimestre de 2021.
O IBrX 100 indica o retorno médio dos 100 ativos mais negociados na bolsa brasileira. A seleção é feita garimpando as que apresentam a melhor combinação de liquidez com valor de mercado das ações em circulação.
"A presença no IBrX-100 aumenta a visibilidade da Companhia, tornando seus ativos elegíveis para uma maior quantidade de fundos de investimento. Com essa inclusão, as ações MEAL3 integram agora as carteiras de um total de oito índices da B3", informa a IMC em comunicado ao mercado.
Além do IBrx 100, a MEAL3 compõe os índices Small Cap (SMLL), Brasil Amplo (IBrA), Consumo (ICON), de Governança Corporativa Trade (IGCT), Ações com Governança Corporativa Diferenciada (IGCX), Governança Corporativa - Novo Mercado (IGC-NM) e Tag Along Diferenciado (ITAG).
A IMC conta com 490 restaurantes, sendo 241 próprios, espalhados pela Colômbia, Estados Unidos, Panamá e Brasil, onde está a maior parte da sua operação.
De acordo com os resultados do terceiro semestre de 2020, o grupo foi fortemente impactado pela pandemia da covid-19, com receita líquida de R$ 298,7 milhões (queda de 29,7% em relação ao mesmo período de 2019) e prejuízo líquido de R$ 5,1 milhões. Na mesma data base do ano anterior, a companhia apresentou lucro de R$ 16,8 milhões.
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A dívida líquida, por sua vez, diminuiu 53,6% em relação ao terceiro trimestre de 2019, caindo de R$ 184,9 milhões para R$ 85,9 milhões.
Para conter os efeitos da crise, o IMC segue focado na expansão das suas principais marcas: Frango Assado, KFC e Pizza Hut. Além disso, o grupo vem reduzindo despesas com a diminuição do número de funcionários. Em dezembro de 2019, contava com um quadro de 100%; em outubro de 2019, passou a operar com 53%.
"Vemos potenciais ganhos de eficiência no pós-pandemia, com a readequação dos quadros de pessoal, simplificação do cardápio entre outras iniciativas", informou em relatório.
O IMC atribui os impactos na rentabilidade da operação à redução do tráfego de carros nas rodovias e queda no número de voos em aeroportos, dois locais que concentram parte significativa das lojas.
A situação foi mitigada por meio do serviço de delivery, reabertura dos balcões, aumento na venda de combustíveis em postos e o Paycheck Protection Program (PPP), programa de empréstimo comercial do governo americano para reduzir os impactos da crise do coronavírus.
A MEAL3 fechou 2020 em R$ 4,21 na B3. Antes de a pandemia derrubar as cotações da bolsa, o papel estava cotado próximo aos R$ 9.
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