O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O certame, que quase não aconteceu graças a um decreto de suspensão aprovado pela Alerj, foi dividido em quatro blocos e apenas um não recebeu propostas
Os consórcios Aegea e a Iguá Saneamento saíram vencedores do leilão de concessão da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae), considerado o maior projeto de infraestrutura do país, que ocorreu nesta sexta-feira (30), na B3.
A licitação, que quase não aconteceu graças a um decreto de suspensão aprovado pela Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) na véspera, foi dividida em quatro blocos, dos quais apenas um não recebeu propostas, outros dois ficaram com Aegea e o último foi para a Iguá Saneamento.
A concessão é um marco para o saneamento brasileiro e exigirá investimentos de R$ 30 bilhões durante os 35 anos de contrato.
Boa parte desse volume, cerca de R$ 25 bilhões, terá de ser aplicada na universalização dos serviços nos primeiros 12 anos de concessão, e R$ 12 bilhões nos primeiros cinco anos.
O consórcio Aegea, formado por Equipar, GIC (fundo soberano de Cingapura) e Itaúsa, arrematou o primeiro bloco, que compreende a zona sul da capital e mais 18 municípios cariocas, por R$ $ 8,2 bilhões, com ágio de 103,13%.
A Iguá Saneamento havia dado o maior lance entre as propostas fechadas em envelope, mas foi superada durante a disputa viva-voz. A empresa acabou levando o bloco 2, com Barra da Tijuca, Jacarepaguá e mais dois municípios, por R$ 7,2 bilhões e ágio de 129,68%.
Leia Também
Já o bloco três ficou sem propostas após a retirada da Aegea, que focou no embate com o Consórcio Redentor pela quarta fatia da licitação - que engloba o centro e zona norte do Rio de Janeiro mais oito municípios - e levou o certame por R$ 7,2 bilhões, com ágio de 187,75%, após uma longa troca de lances.
"Estudamos todos os blocos para avaliar o que mais interessava para a empresa", afirma o vice-presidente da Aegea, Rogério Tavares. Segundo ele, seguramente, hoje a Cedae é o maior ativo à venda no País e, por isso, chama mais atenção.
"A média anual de investimento nos próximos dez anos é 12 vezes maior que o volume anual investido pela Cedae nos últimos dez anos", diz o chefe do Departamento de Desestatização e Estruturação de Projetos do BNDES, Guilherme Albuquerque.
Na avaliação dele, este é o maior projeto da atualidade no País. Cerca de 65% do elevado volume de investimentos precisa ser pago até a assinatura do contrato.
No total, os investimentos vão universalizar os serviços de água e esgoto para 12,8 milhões de pessoas - esse número representa mais de um terço do total de clientes atendidos atualmente pela iniciativa privada, que detém apenas 6% de participação no setor.
"Esse leilão é simbólico não só porque é o maior do País, mas pelos desafios ambientais gigantescos", afirma o presidente do Instituto Trata Brasil, Edison Carlos. Ele lembra que a população do Rio está há mais de dois anos bebendo água com geosmina (que provoca cheiro na água), causado, segundo o executivo, pela contaminação dos rios e das lagoas pelo esgoto.
"A estação de tratamento do Guandu (considerada a maior estação de tratamento de água do mundo) não consegue mais tratar as águas dos rios. É uma situação dramática, com a população pobre tendo de comprar água para beber", diz Carlos.
Além disso, segundo ele, muitos governadores estão de olho no certame para decidir como fazer suas licitações. O leilão da Cedae será como um modelo a ser seguido. Seu sucesso pode incentivar outros administradores a adotar a mesma fórmula para universalizar os serviços de água e esgoto, que tem data para ocorrer: 2033.
*Com informações do Estadão Conteúdo
Banco vê espaço para revisões positivas de lucro, impulsionadas por minério mais caro, disciplina de capital e resiliência da demanda chinesa
Apple lança update com foco em segurança, entretenimento e acessibilidade, em sintonia com discussões como a Lei Felca
Fundo minoritário propõe injetar capital novo na operação, mas exige antes reconfigurar a governança da companhia; entenda
Empresas já estão renegociando dívidas com credores há muito tempo, mas, para algumas, o fôlego acabou. Guerra e juros altos podem levar a uma piora do cenário corporativo, segundo especialistas consultados por Seu Dinheiro
Gigante do e-commerce vê espaço para crescer e acelera aportes em logística e serviços financeiros; confira os detalhes do plano
Com base no desempenho do quarto trimestre de 2025, banco destaca quais empresas conseguiram driblar os juros altos e o consumo fraco no final do ano passado
BTG vê avanço operacional e melhora financeira após Investor Day, mas mantém cautela com juros altos e estrutura de capital
Ainda não é possível saber qual o tamanho do impacto do Imposto Seletivo sobre cervejas, que ainda não foi regulamentado; efeito sobre a Ambev deve ser neutro
Suspensão temporária no principal motor do negócio resulta em balanço “misto” no 4T25. Vale a pena manter o otimismo com as ações agora?
Nos últimos dias, diversos vídeos nas redes sociais mostram que a Zara reprecificou diversos produtos. A própria XP verificou, em levantamento, que os itens ficaram 15% mais baratos, com alguns cortes chegando a 30%
Mudança de regra pode afetar diretamente as expectativas de retorno e geração de caixa da companhia de saneamento paranaense
Lucro líquido chegou a R$ 102,3 milhões no período, em meio a estratégia mais focada em rentabilidade e menos dependente de crescimento de frota; veja os destaques do resultado
Levantamento com dados da CVM e da Anbima mostra forte presença da UHY em fundos ligados ao ecossistema do Banco Master, além de conexões com a Fictor, vínculos indiretos entre estruturas e indícios de investimentos cruzados entre os veículos
Data de corte se aproxima e ações devem virar “ex” nos próximos dias; veja o calendário dos proventos da Vibra
Mais dinheiro no setor, mudança no IR e ajustes no MCMV podem turbinar vendas; veja quem deve ganhar
A operadora adiou a divulgação dos resultados do terceiro e do quarto trimestres de 2025, além das demonstrações financeiras anuais, e segue sem nova data para apresentação dos números ao mercado
Investidor precisa ficar atento à data de corte para não perder o direito ao provento
Laudo da Laspro libera avanço da recuperação, mas identifica números conflitantes, dependência de aportes internos e confusão patrimonial entre as empresas
Genial Investimentos revisa tese e aponta riscos que colocam em xeque a percepção de estabilidade da transmissora
Em reunião com analistas, CEO diz que transição foi planejada e que modelo atual veio para ficar; veja o que esperar do bancão agora