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A fabricante e distribuidora de produtos eletrônicos captou R$ 1,9 bilhão na sua oferta pública inicial de ações (IPO)
Depois de adiar sua estreia na B3 na última semana, por conta da volatilidade do mercado, a Multilaser (MLAS3) concluiu seu IPO e chegará à bolsa na próxima quinta-feira (22) avaliada em R$ 9 bilhões.
A fabricante e distribuidora de produtos eletrônicos captou R$ 1,9 bilhão na sua oferta pública inicial de ações. Mesmo com as preocupações do mercado em relação a variante delta do coronavírus, a demanda dos investidores foi alta e registrou "múltiplas vezes" o volume ofertado.
A ação foi precificada em R$ 11,10, pouco acima do piso da faixa indicativa, que ia de R$ 10,80 a R$ 13. Dentre os gestores institucionais, a companhia atraiu fundos como os das gestoras Velt, Moat, Trust e XP Asset. Mesmo com a alta demanda, a empresa decidiu não vender as ações adicionais e se restringiu à oferta-base.
Na B3, o ativo considerado mais comparável à Multilaser é a Intelbrás, que também abriu seu capital neste ano. Desde a estreia, a ação praticamente dobrou de valor.
Para a Multilaser, o foco da oferta é usar o dinheiro para financiar a expansão do negócio - o que pode incluir aquisições -, além de reduzir dívidas, conforme informações que constam no prospecto da operação.
A Multilaser tem um portfólio muito diversificado. Hoje são 5 mil produtos disponíveis, com diversas faixas de preços, de pen-drives a tablets.
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Recentemente, a empresa fechou parceria com o grupo chinês Hisense para fabricar TVs da marca Toshiba. Em 2020, o faturamento da companhia foi de cerca de R$ 3 bilhões, com crescimento de aproximadamente 27% no ano.
A empresa, de perfil familiar, foi fundada em 1987 por Israel Ostrowiecki. Em 1991, tornou-se a única companhia da América Latina a fazer recarga de cartucho de tinta de impressoras. Aos poucos, foi diversificando sua atuação.
A companhia é conduzida hoje pelo filho do fundador, Alexandre. Um dos sócios da empresa é Renato Feder, amigo de infância de Alexandre, que chegou à Multilaser em 2003. Na época, a empresa teve de se reinventar, pois chegou à conclusão de que não se sustentaria com o negócio de cartuchos.
Feder, que desde 2018 está afastado do dia a dia da companhia, chegou a ser cotado para assumir o Ministério da Educação no governo de Jair Bolsonaro e é o atual secretário de Educação do Paraná.
*Com Estadão Conteúdo.
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