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Acordo prevê a aquisição de 220 aeronaves fabricados pela Lilium, com um valor que pode chegar a US$ 1 bilhão e operação a partir de 2025
Se até agora, o Brasil estava na corrida dos carros voadores representado somente pela Embraer, fabricante do veículo aéreo de pouso e decolagem verticais (eVTOL), uma companhia aérea acaba de iniciar sua trajetória nessa futura alternativa de mobilidade urbana e regional.
A Azul fechou uma parceria com a startup alemã Lilium para ter uma frota de 220 unidades de eVTOL, que envolve investimentos que podem chegar a US$ 1 bilhão. A previsão é iniciar as operações em 2025.
Cinco ações que podem se valorizar e turbinar sua carteira:
A companhia aérea quer aproveitar sua grande participação no mercado de voos regionais no Brasil para impulsionar essa nova unidade de negócios.
“Nossa presença de marca, nossa malha com exclusiva conectividade e nosso robusto programa de fidelidade nos fornecem as ferramentas para criar os mercados e a demanda para a operação com jatos Lilium no Brasil”
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADECONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEJohn Rodgerson, CEO da Azul
A alemâ Lilium foi fundada em 2015, e tem previsão de iniciar suas operações comerciais em 2024. A aeronave projetada pela empresa tem capacidade para 6 passageiros mais o piloto.
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Apesar de ser uma startup, a Lilium já conta com mais de 650 funcionários, dos quais cerca de 400 engenheiros aeroespaciais. Sediada em Munique, a companhia tem escritórios em vários pontos da Europa e nos Estados Unidos.
Além das aeronaves, a Lilium vai disponibilizar para a Azul uma plataforma de manutenção, substituição de baterias e peças.
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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