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Rede de medicina diagnóstica realiza aquisições e prepara re-IPO em meio à intensificação da disputa no mercado de saúde
A Diagnósticos da América (Dasa), uma das principais redes de medicina diagnóstica do país, anunciou nesta segunda-feira (15) a aquisição do São Domingos, hospital de referência de São Luís, Maranhão. A informação foi antecipada pelo site “Brazil Journal”.
O acordo prevê o pagamento de R$ 400 milhões em dinheiro e o repasse de 12,5 milhões em ações da companhia. Considerando a cotação em que os papéis fecharam na sexta-feira (12), de R$ 155,00, a operação totaliza R$ 2,3 bilhões, mas a Dasa informou que o valor está sujeito a ajuste com base na variação de dívida líquida do hospital.
Segundo o “Brazil Journal”, o hospital tem atualmente 380 leitos, mas o número alcançará 500 com a inauguração de um novo prédio. Uma das fontes disse que o São Domingos prevê um lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) de R$ 130 milhões a R$ 140 milhões para 2021.
A aquisição ocorre enquanto a Dasa, controlada pela família Bueno, fundadora da Amil, prepara um re-IPO. A empresa já engajou Bradesco BBI, BTG Pactual, BofA, Credit Suisse, Morgan Stanley, Safra, Santander Brasil e Banco Itaú BBA para coordenarem a operação.
Trata-se de um re-IPO porque a Dasa já é listada na bolsa, mas apenas 2,5% do seu capital social é negociado no mercado. As ações são listadas sob o código DASA3.
A Dasa está indo em busca de novos recursos e realiza novas aquisições enquanto vê seus principais concorrentes se movimentando para adquirir novos hospitais e clínicas, de olho na liderança do setor de saúde brasileiro.
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A Rede D’Or (RDOR3) abriu o seu capital no ano passado, levantando R$ 11,4 bilhões. A empresa chegou à B3 avaliada em cerca de R$ 112 bilhões e está em busca de garantir sua posição como maior grupo hospitalar do país.
Para não ficarem para trás, a Hapvida (HAPV4) e a NotreDame Intermédica (GNDI3) anunciaram que chegaram a um acordo para deixarem de brigar entre elas por ativos e combinarem os negócios, em transação que deve criar a maior operadora de saúde do país.
Além de ser dona das redes de medicina diagnóstica Delboni e Lavoisier, a Dasa também atua no segmento hospitalar. No ano passado, ela adquiriu a rede de hospitais Leforte, em São Paulo.
A produção superou em 0,5 ponto porcentual o limite do guidance da estatal, que previa crescimento de até 4%. O volume representa alta de 11% em relação a 2024.
A companhia, que tenta se reestruturar, anunciou no fim do ano passado uma capitalização de R$ 797,3 milhões, voltada ao fortalecimento da estrutra financeira
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